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PostHeaderIcon Presidente do Federal Reserve admite: Nós criamos a Grande Depressão de 1929

Que o Federal Reserve Bank – o Banco Central Americano – foi o responsável por uma série de problemas que vivenciamos no século passado e também agora nesse, muitos de nós já sabemos.

Jekyll Island Club - o local onde o FED surgiu

Afinal, se o banco central de uma nação – que na verdade é uma empresa privada – foi estruturado às escondidas na Ilha Jekyll em 1908 (e criado em 1913), qualquer um pode deduzir que nada de bom poderia sair dali. Ou ao menos nada de bom para nós, toda essa imensa massa mundial que não faz parte da pequenina elite global.

O que pouca gente sabe, é da confissão de um dos membros do Federal Reserve sobre a maior crise do mundo moderno industrializado: A Grande Depressão de 1929, que durou dez anos e veio a resultar na 2ª Guerra Mundial.  E quem confessou o fato foi ninguém menos que Ben Bernanke, presidente do FED, membro do Bilderberg Group e uma das peças-chave no colapso dos EUA que está para ocorrer.

Ainda que originada nos Estados Unidos, a Grande Depressão causou desemprego severo e extrema deflação em praticamente todo o mundo.

Mas o que exatamente causou esse tsunami econômico que devastou os EUA e boa parte do planeta? David Kupelian, jornalista e autor do excelente livro “O Marketing do Mal”, nos explica:

“No livro A História Monetária dos Estados Unidos, o economista e vencedor do prêmio Nobel Milton Friedman, juntamente com a co-autora Anna J. Schwartz, colocam toda a responsabilidade pela mega catástrofe da Grande Depressão nos pés do Federal Reserve.

Vejamos como Friedman sintetizou suas idéias sobre o FED e a Depressão, em uma entrevista feita em 2000 com a PBS:

A recessão foi um ciclo de negócio comum. Tivemos repetidas recessões durnte centenas de anos, mas o que converteu [esta] em uma grande depressão foi a péssima política monetária.

E o que aconteceu foi que [o FED] seguiu políticas que levaram ao declínio na quantidade de dinheiro em um terço. Para cada $100 em papel moeda, em depósitos, em dinheiro, em câmbio, em existência em 1929, ao chegar em 1933 havia apenas $65, $66 restantes. E que o colapso extraordinário no sistema bancário, com aproximadamente um terço dos bancos falhando do início ao fim, com milhões de pessoas tendo suas economias essensialmente devastadas, esse declínio foi completamente desnecessário.

Em todas as vezes, o Federal Reserve teve o poder e o conhecimento para ter parado a crise. E havia pessoas na ocasião que a todo tempo pressionavam o FED para fazê-lo. Então, na minha opinão, foi um claro erro de política que levou à Grande Depressão.

O Sistema de Reserva Federal foi estabelecido para impedir o que veio a acontecer. Ele foi desenvolvido para evitar uma situação não qual bancos teriam de ser fechados, na qual teria uma crise bancária. E ainda, sob o Sistema da Reserva Federal, houve a pior crise bancária em toda a história dos Estados Unidos. Não há outro exemplo que eu possa pensar, de um medida de governo que claramente produziu os resultados opostos aos que pretendiam.

PBS: Você escreveu que o que realmente causou a Depressão foram os erros do governo. Olhando para trás agora, qual foi a real causa, em sua opinião?

Friedman: Bem, temos que distinguir entre a crise de 1929, os estágios iniciais e a conversão dessa recessão em uma catástrofe maior.

Embora economistas tenham por décadas apontado sobre essa ou aquela causa da Grande Depressão, mesmo o atual Presidente do FED Ben Bernanke, concorda com a avaliação de Friedman que o FED causou a grande depressão.

Em 8 de novembro de 2002, em uma conferência para honrar o 90º aniversário de Friedman, Bernanke, então um governador da Reserva Federal, proferu um discurso no velho quartel-general de Friedman, a Universidade de Chicago. Eis aqui um pouco do que Bernanke, o homem que agora preside o FED – e portanto, um dos homens mais poderosos do mundo – tinha a dizer naquele dia:

Eu não posso pensar em honra maioe do que ser convidado para falar na ocasião do nonagésimo aniversário de Milton Friedman. Entre os intelectuais econômicos, Friedman não possui similares. Hoje eu gostaria de honar Milton Friedman ao falar sobre uma das suas maiores contribuições para a economia, feita em colaboração com sua distinta co-autora, Anna J. Schwartz. Essa conquista é nada menos do que fornecer o que ser tornou a melhor e mais persuasiva explicação sobre o pior distastre econômico na história americana, o início da grande Depressão – ou, como Friedman e Schwartz apelidaram, a Grande Contração de 1929-33.

… Como todos aqui sabem, eu seu livro “Historia Monetária” Friedman e Schwartz defendem que o colapso econômico de 1929-33 foi um produto do mecanismo monetário da nação que deu errado. Contradizendo a sabedoria recebida na época em que escreveram, consideraram que o dinheiro foi um ator passivo nos eventos da década de 1930, Friedman e Schwartz argumentaram que “a contração é de fato um trágico testemunho da importancia das forças monetárias.”

Após citar como Friedman e Schwartz documentaram a contínua contração do fornecimento de dinheiro durante a Depressão e suas consequências causadas pelo FED – e o subsequente abandono do padrão-ouro por muitas nações de forma a parar a devastadora contração mundial – Bernanke complementa:

Em resumo, de acordo com Friedman e Schwartz, por causa das mudanças institucionais e doutrinas mal elaboradas, a crise bancária da Grande Contração foi muito mais severa e ampla do que teria normalmente ocorrido durante uma recessão. [...]

[...] Antes da criação do Federal Reserve, Friedman e Schwartz observaram que os pânicos bancários eram tipicamente  gerenciados pelos próprios bancos – por exemplo, através de consórcios urbanos de bancos privados chamados de câmaras de compensação. Se a corrida a um ou mais bancos na cidade começasse, a câmara de compensação poderia declarar a suspensão dos pagamentos, significando que, temporariamente, depósitos não seriam convertidos em dinheiro. Bancos maiores e mais fortes iriam então tomar a liderança, primeiro, ao determinar que os bancos sob ataque eram de fato fundalmentalmente solventes, e segundo, ao emprestar dinheiro para esses bancos que precisavam fazer retiradas. Embora não fosse uma solução inteiramente satisfatória, a suspensão de pagamentos por várias semanas foi uma dificuldade significativa para o público – o sistema de suspensão de pagamentos normalmente impedia o pânico em bancos locais se espalhasse ou persistisse. Bancos grandes e solventes tinham um incentivo em participar da cura dos pânicos porque eles sabiam que um pânico nãop verificado poderia ameaçar de forma significativa seus próprios depósitos. Foi em grande parte para melhorar o gerenciamento das crises bancárias que o Federal Reserve foi criado em 1913. Todavia, como Friedman e Schwartz discutem em detalhes, no início da década de 1930 o FED não servia à essa função. O problema dentro do FED foi em grande parte doutrinária: Oficiais do FED apareceram para assinar a infame tese liquidacionista do Secretário de Tesouro Andrew Mellon (N.T. – tambpem fundador da Alcoa, a mesma empresa que passou a distribuir o cloro – refugo tóxico de alumínio para uso pela saúde em todo o mundo), que dizia que eliminar os bancos “fracos” era um requisito duro mas necessário para recuperar o sistema bancário. Além disso, a maioria dos bancos quebrados eram bancos pequenos (o oposto do que agora chamamos de bancos money center, os grandes e poderosos bancos)  e não membros do Sistema da Reserva Federal. Assim o FED não via necessidade em tentar diminuir a crise. Ao mesmo tempo, os grandes bancos – que teriam feito a intervenção antes da fundação do FED – sentiram que proteger seus “irmãos menores” não era mais responsabilidades deles. De fato, desde que os grandes bancos sentiram-se confiantes que o FED os protegeria se fosse necessário, a eliminação dos pequenos competidores foi algo bom, no ponto de vista desses bancos.

Meus melhores votos aos seus próximos noventa anos.

Permitam-me terminar meu discurso abusando levemente do meu status como representante oficial do Federal Reserve. Eu gostaria de dizer à Milton e Anna: à respeito da Grande Depressão, vocês estavam certos, nós a criamos. Pedimos desculpas. Mas graças à vocês, não faremos isso novamente.

O FED foi decisivo para a vinda da crise da bolha imobiliária de 2008

Hoje, todo o mundo financeiro ocidental prende a respiração cada vez que o Presidente do FED paz um pronunciamento, tamanha a influência que as decisões do banco central tem nos mercados, taxas de juros e na economia em geral. Ainda que o FED, supostamente criado para suavizar os ciclos de negócios e impedir crises econômicas perturbadoras como a Grande Depressão, na verdade tem feito exatamente o oposto.

Exemplos modernos de que o FED diz uma coisa é faz o oposto são a crise imobiliária de 2008 e a próxima Grande Depressão que está por vir. Tenha em mente que da mesma forma que em 1923 houve um prelúdio da crise de 1929. É isso que a crise imobiliária de 2008 foi, um prelúdo do que veremos em um futuro bem próximo.

Uma das faces de Ben Bernanke

A outra face

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Ainda somos escravos. Mas na época da escravidão negra, onde havia grandes plantações, os escravos eram mais unidos do que jamais fomos, agora que somos escravos nas plantações de dinheiro. É novamente hora de união para destronarmos os algozes do mundo. ************ A conexão integral entre a coerência de nossos pensamentos e emoções, transforma a energia em matéria mediante a expressão do verbo e da ação. Quando ação e verbo não são coerentes com o pensamento, a densidade da energia aumenta. Quando a densidad aumenta, somos menos luz - Rafael López Guerrero ************ A moderna educação universitária praticamente prepara uma pessoa para adquirir uma mentalidade canina com a qual aceite o serviço de um amo superior. Depois de concluir uma má chamada educação, as supostas pessoas educadas vão, tais quais cachorros, de porta em porta, preenchendo solicitações de emprego, e na maioria dos casos são postas para fora depois de informadas que não há vagas. Assim como os cachorros são animais que servem a seus amos por migalhas de pão, o homem serve fielmente a um amo sem receber recompensas suficientes - A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
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