PostHeaderIcon Fraude da Maçonaria descoberta em Mato Grosso

E ainda há quem acredite que a Maçonaria é honesta e voltada para coisas boas! Não se iludam, pois só ajudam a si mesmos e aos seus próximos. As obras sociais e beneficentes que a Maçonaria faz são só “para inglês ver”.

Dez (eu disse dez!!!) Magistrados – três desembargadores e sete juizes) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso são punidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo desvio de quase R$1.5 milhões do Tribunal de Justiça.

A auditoria teve início em 2008 e partiu da Corregedoria do TJ-MT. O relatório apontou que os pagamentos indevidos a magistrados no ano de 2004, foi confirmado por provas colhidas pela Polícia Federal e pela auditoria feita pelo próprio CNJ.

Os desvios de recursos públicos começaram em 2003, quando os envolvidos criaram uma cooperativa de crédito vinculada à loja maçônica Grande Oriente do Brasil – Mato Grosso (GOBMT), da qual o desembargador José Ferreira Leite, então presidente do Tribunal de Justiça, era grão-mestre.

A cooperativa de crédito (SICOOB) quebrou em 2004, quando foi descredenciada pelo Banco Central por falta de liquidez e graves indícios de irregularidade. Para atender aos correntistas, a maioria ligada à maçonaria, os envolvidos “buscaram recursos no Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, por meio de pagamentos de créditos aos seus magistrados maçônicos ou não, desde que tivessem desprendimento para emprestá-los à ordem maçônica”, diz o relator.

O autor do esquema fraudulento, Desembargador Ferreira Leite, ex-grão mestre maçom e ex-presidente do TJ-MT

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Além de Ferreira Leite e Mariano Alonso Ribeiro Travassos – atual presidente do TJ, são acusados o desembargador José Tadeu Cury e os juízes Marcelo Souza de Barros, Antonio Horácio da Silva Neto, Irênio Lima Fernandes, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira, Juanita Duarte, Graciema Caravellas e Maria Cristina Simões.

Uma auditoria mostrou que foram realizados pagamentos ilegais, como a restituição indevida do Imposto de Renda já recolhido à Receita Federal, diferença de teto, pagamento de correção monetária sobre verba já corrigida, sobreposição de correções monetárias, atualizações calculada com base na suposta diferença de teto e duplicidade no pagamento de verbas salariais.

Procurados pela mídia , a maioria dos magistrados não quis se manifestar. A assessoria do Tribunal de Justiça do Mato Grosso afirmou que Travassos, o presidente da instituição, só vai se pronunciar depois do julgamento. A juíza Maria Cristina Simões diz que apenas ajudou amigos que queriam socorrer irmãos maçons, mas que o dinheiro era dela. Já Irênio Fernandes afirma que os créditos pagos eram legais, embora sempre tenham sido distribuídos sem critério objetivo.

A decisão da punição foi tomada por unanimidade, em sessão plenária realizada em Brasília. A pena, contudo, para muitos é vista como um prêmio. Afinal, a aposentadoria compulsória – mesmo sendo a pena máxima aplicável – os isenta de seus trabalhos, mas continuarão recebendo seus salários e todos os benefícios inerentes às posições de magistrados.

O presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, concorda: “Na minha opinião, está cristalino que o Tribunal de Justiça do Mato Grosso passou a ser uma filial da loja maçônica Grande Oriente, socorrendo-a em momento de dificuldades financeiras”, disse Ophir.

Cabe dizer que os maçons estão ocupando muitos cargos importantes na Justiça, Fazenda e outros setores-chave em Mato Grosso, em outros estados brasileiros e muito além, como em Portugal, onde caso semelhante ao nosso foi bastante exposto em 2009.

Sendo claro, muita falcatrua maçônica ainda acontece. A pergunta fica: serão os outros casos investigados também?

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7 Responses to “Fraude da Maçonaria descoberta em Mato Grosso”

  • Samuel Esteves disse:

    Vocês estão equivocados, é o mesmo que dizer que os padres pedófilos são a igreja católica é o mesmo que dizer que a Igreja Renascer é os evangélicos. É o mesmo que dizer, na prisão a maioria é de negros logo os negros não prestam. Todos os maçons estão envergonhados com esses primos que serão extirpados prontamente das suas fileiras; coisa que não acontece… Nas outras instituições.

  • Ash Torres disse:

    Olá Samuel, obrigado pelo seu comentário.

    É claro que não são todos os irmãos que possuem má índole. Tenho plena consciência que há muitos irmãos que são pessoas direitas e que não estão envolvidos em esquemas – ou sequer sabem deles. Contudo, eles são a minoria – ao menos no que refere-se à influência e poder. Não seria o caso desses maçons se informarem melhor?

    Contudo, pergunto se os irmãos mais avançados estão realmente isentos desses e outros tipos de esquemas, pois é fato que a maçonaria está presente em todas as esferas de poder. Do mesmo modo que houve essa questão em Mato Grosso, houve – e há – em diversos outros países.

    Exemplo em Brasília
    Exemplo em Portugal
    Exemplo na Espanha
    Exemplo na Itália
    Exemplo na Nigéria
    Exemplo nos EUA
    Exemplo no Reino Unido
    Exemplo na Áustria
    Exemplo na Turquia
    Exemplo na América Latina
    Exemplo EUA/Brasil

    Fica outra pergunta: Se a maçonaria e seus irmãos é boa em sua maioria, por que se protegem entre si, mesmo quando há as ovelhas negras? Arruda foi pressionado a sair da Maçonaria. Mas e quanto ao Grão-mestre de Brasília e os magistrados matogrossenses??

    Ao que me parece, existem mais ovelhas negras do que brancas.

    Mas acho que a maior pergunta de todas é: Por quê D. João expulsou do Brasil a maçonaria e outras ordens, mesmo ele sendo um maçom? Abaixo um trecho que trata do assunto:

    “Quando D. João chegou ao Rio de Janeiro, em 1808, encontrou a Maçonaria já plenamente estabelecida. Nas lojas maçônicas foram articuladas a Conjuração Baiana, a Conjuração do Rio de Janeiro e a Revolução Pernambucana de 1817. No Nordeste havia um grande número de lojas que foram, aos poucos, espalhando-se pelo resto da Colônia. Após a Revolução de 1817, D. João VI, pelo Alvará de 3 de maio de 1818, proibiu, sob pena de morte, as sociedades secretas, em especial a Maçonaria, por considerá-las centro de conspiração contra o Estado. No entanto, elas se reorganizaram e, a partir de 1821 já estavam funcionando novamente, tornando-se mais numerosas no Sul. Fala-se até na presença de maçons nas agitações ocorridas na praça do Comércio, em fevereiro de 1821, pouco antes da volta de D. João para Portugal.”

    A Independência do Brasil, e posteriormente a Proclamação da República foi feita por maçons e para maçons – e não para os brasileiros comuns. E isso para mim já é um dos maiores indícios de que a Maçonaria tem ovelhas negras no topo da pirâmide. Por que essas ovelhas não estariam nas outras partes da pirâmide?

    Sempre aberto à discussões,

    Ecocidio

  • Ricardo Prado disse:

    Olá Ash Torres, li sua postagem e confesso ter ficado profundamente decepcionados com os maçons corruptos (ex-maçons). Contudo devo esclarecer alguns pontos para impedir que episódios como esses acabem por denegrir a grande maioria maçonica que buscam pela pureza e perfeição.
    Atualmente a ordem maçonica encontra-se com número muito grande de integrantes filiados a lojas espalhadas pelos quatro cantos do mundo e os maçons envolvidos em escândalos representam uma parte \insignificante\, se considerarmos a imensa população maçonica mundial, por isso, data máxima venia, tenho que discordar que a maçonaria tenha em seu rebanho mais \ovelhas negras\ do que \ovelhas brancas\. Contudo, ainda que fosse um único maçom, ainda sim ficariamos decepcionados e preocupados. Outro fato a ser lembrado é que a partir do século XVIII a maçonaria passou a ser sinônimo de status e de influência o que despertou o interesse em várias pessoas, principalmente aquelas que precisam de influência e status para alcançarem seu objtivos de vida. Com isso, fica muito fácil para o \lobo\ se vestir de \ovelha\ para poder entrar no rebanho. Ah, mas irão questionar por que nós maçons não sejamos mais cautelosos ao adminiterem novos membros em nossa ordem? Quem sabe se tivessemos algum \poder sobrenatural\ para poder descobrir a verdadeira intenção e índole daqueles que se aproximam. Na maçonaria é admitido homens de idoneidade moral ilibada (requisito subjetivo, portanto de difícil detecção) e que queira se aperfeiçoarem como pessoas, para contribuir para uma sociedade mais justa e solidaria. Porém, se após a inciação e no decorrer de seu aprimoramento o iniciado venha se desvirtuar, tal fato não deve ser atribuído à Maçonaria mas sim à falibilidade humana daquele que não soube controlar seus animalescos desejos. Ainda, devo esclarecer que tão falada \ajuda mútua\ é um mito, lá dentro ninguém é obrigado a \proteger\ ninguém, porém, por termos laços fraternos estedemos ajuda a qualquer necessitado, aqui, saliento que esse necessitado não precisa ser maçom, podendo ser qualquer pessoa existente na face da terra.
    Por fim, defendemos a liberdade, principalmente de manifestação de opniões. Predito escândalo deve ser repudiado, deve ser ventilado aos quatro cantos do mundo para que seus autores sofram as consequencias de suas vergonhosas condutas e todos os maçons sintam por eles não mais fraterninade mas sim decepção. Cuidem, pois, para que a maçonaria e os maçons honestos não sejam mal vistos por conta desses maçons corruptos(em breve, ou atualmente, desligados da maçonaria – não mais maçons).

    Ricardo Prado – Maçom catarinse

  • zilandra g s disse:

    tenho muita coriosidade em saber porque,mulher nao pode entrar na marçonaria pois me vejo tao inteligente quanto vcs homens.e porque esse clube e tao restrito eu particularmente tenho um desejo enorme de fazer parte desta grande assossiaçao poderosa e solidaria que e a marçonaria. se assim nao for queria aao menos um pouquinho de atençao;no mais muito obrigada e sucesso pra vcs um forte abraço eu.ah…espero resposta por favor.

  • Maurício disse:

    Veja quantos políticos corruptos em nosso país são católicos, por exemplo. Quantos assassinos, estupradores, extelionatários, ladrões, assaltantes, etc são católicos?

    Por acaso é culpa da igreja? É a igreja que determina que eles façam isso? A igreja ensina isso?

    Quem julga toda uma instituição pela ação de alguns demonstra sua ignorância. Queria saber me expressar como o Samuel, mas não consigo definir isso de outra forma.

    Tem católico sem vergonha? Tem. Assim como tem muita gente de fé.
    Tem evangélico que não vale nada? Tem. Assim como tem gente de caráter.
    Tem maçom que não mereceria estar na ordem? Tem. Mas muitos buscam seu aperfeiçoamento.

    Todos temos livre arbítrio, fazemos de nossa vida aquilo que queremos, estando ou não nas fileiras de qualquer instituição. Uns evoluem mais cedo, outros mais tarde, outros nunca (nessa vida). E assim passam os dias.

  • glomeb disse:

    Senhores, sobre essa matéria envolvendo a maçonaria e maçons, é claro que contra fatos não há argumentos, e essa máxima vale, daqui por diante, para pesar todas as ações da maçonaria, do contrário, se alterássemos o critério dentro do texto, estaríamos trabalhando com dois pesos e duas medidas. Que há pessoas corruptas, isso há. Que a maçonaria é formada por pessoas, isso também é verdade. Portanto, dentre as pessoas que formam a Maçonaria, certamente, umas devem ser boas e outras não. Essa regra se aplica para todas as associações e sociedades, bem como todas as profissões e sacerdócios, uma vez que o gênero humano é corruptível, e como diria o célebre Machado de Assis, “…não é a ocasião que faz o ladrão, em contradita ao ditado popular, pois o ladrão, se querem saber, já estava feito…” Assim, caríssimos leitores, não é corrupto o homem que está na maçonaria, pois ele já o era antes mesmo de adentrar aos pórticos da associação. Não podemos esquecer das enormes contribuições que a Maçonaria tem prestado ao Brasil e ao mundo, baseados unicamente em fatos isolados, que não correspondem a realidade da instituiçao, corremos o erro de pecarmos pelo excesso de zelo. a GLOMEB Grande Loja REgular e Simbólica da Maçonaria Egipcia no Brasil, na pessoa do seu Sereníssimo Grão Mestre Geral Helio Antonio da Silva, vem à público, através desta nota, manifestar imenso repúdio não só pelos maçons que são corruptos e que desonram a maçonaria, mas também por todo e qualquer profissional que age dessa forma, prejudicando a imagem da corporação a qual pertence e colocando a imagem dos seus semelhantes em total descrétido perante a opinião pública. Acreditamos que a maçonaria é uma grande escola, não apenas de mistérios, mas sim e principalmente, de moral e civismo, e como uma escola pretende ensinar o indivíduo para que cada qual trabalhe sobre si e melhore suas aptidões, derrube seus vícios e erga suas virtudes, melhorando assim, a sociedade na qual vivem, Porem, como toda escola, vê na maioria dos seus alunos a vitória do aprendizado concluído e, infelizmente, na minoria, porem que se destaca, a não aplicabilidade daquilo que fora ensinado, sendo exceção, porem, a exceção apenas faz confirmar a regra, que nesse momento é: as organizações são ocupadas por seres humanos, e seres humanos estão sujeitos à falhas, essas falhas, de forma alguma, determinam que a associação é de formação ruim, quando muito pode ser taxada de deficitária e se o é, certamente deverá melhorar. Essa é a questão que a GLOMEB coloca ao público, não como a única verdade e nem pretendendo esgotar o assunto, apenas defendendo que na maçonaria existem milhares de bons maçons, excelentes profissionais nos seus ramos de atividades, grandes chefes de familia e dignos cidadãos, Esses, é que devem ser vistos como maçons e não apenas os outros.

  • Ecocidio disse:

    Ao Sereníssimo Grão Mestre Geral Helio Antonio da Silva,

    Obrigado pelo seu comentário e explanação. Espero que outros não somente outros irmãos, mas também a população em geral, possam ter como base as informações aqui deixas pelo senhor.

    Moralidade, realmente, é um fator inerenete ao ser humano, seja de qualquer classe, profissão ou congregação. E é desses seres que precisamos, para a promoção de um mundo melhor.

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A moderna educação universitária praticamente prepara uma pessoa para adquirir uma mentalidade canina com a qual aceite o serviço de um amo superior. Depois de concluir uma má chamada educação, as supostas pessoas educadas vão, tais quais cachorros, de porta em porta, preenchendo solicitações de emprego, e na maioria dos casos são postas para fora depois de informadas que não há vagas. Assim como os cachorros são animais que servem a seus amos por migalhas de pão, o homem serve fielmente a um amo sem receber recompensas suficientes. A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
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