DARPA: Como ser um sniper em uma aula
A DARPA, além de criar seus próprios brinquedinhos, como os já postados Robô Quadrúpede e o HTV-2, também investe alto patrocinando projetos de outras instituições e empresas. Logicamente ela ganha duas vezes, pois além de aumentar seu arsenal tecnológico em áreas relacionadas ao seu foco de interesse, essas empresas também servem como grandes parques industriais terceirizados. Se alguém parasse para fazer as contas, entre a DARPA montar essas diversas frentes de pesquisa (além das que já possui) ou financiar outras instituições – que é nada mais que terceirização – certamente veria que a última opção é a mais viável. Até mesmo porque, sendo a DARPA um braço do governo americano, custear a primeira opção certamente elevaria o déficit, já gigantesco, que aquele país possui. Terceirizando, pelo contrário, a DARPA absorve o que for de mais importante que as empresas estejam desenvolvendo, e o restante vai parar no maior mercado do mundo – o de armamentos e equipamentos de combate.
Vejam o que a Lockheed Martin, uma das empresas com projetos financiados pela DARPA, está desenvolvendo, após ter vencido um contrato milionário:
O sistema Dynamic Image Gunsight Optic (DInGO) é uma mira eletrônica para rifles, desenvolvido para melhorar a eficácia de snipers em tiros entre 3 e 600 metros.
O DInGO combina um laser de baixa potência para determinar distâncias, um computador balístico embutido e sensores que determinam a força e velocidade do vento, além de outras variáveis ambientais.
Baseado no One Shot Advanced Sighting System, o DInGO calcula a distância, faz o zoom digital no alvo e automaticamente transmite as informações climáticas para a mira do atirador, ajustando a mira do alvo para o local exato do tiro. Ou seja, basta que você tenha um braço firme e saiba apertar um gatilho, que o rifle computadorizado mira automaticamente para você, e o torna um sniper, um atirador de elite, com precisão cirúrgica para tiros de até 600 metros!
Tecnologia similar é usada em armas de grande porte e sistemas de armas remotas, mas é a primeira vez que é usada no “modo manual” ou seja, em uma arma portátil, em uso por um soldado.
A Lockheed Martin diz que o objetivo é dar aos soldados a capacidade de ‘mirar com precisão enquanto mantém a resolução ótica, sem a necessidade de mudar as lentes’. “As miras atuais são otimizadas para distância de apenas um alvo, impactando a efetividade e a taxa de sobrevivência quando engajado com múltiplos alvos em distâncias diferentes”, disse Dan Schultz, vice presidente e gerente geral da divisão da Lockheed Martin envolvida no projeto. “DInGO irá resolver esse problema, aumentando significativamente a habilidade de rapidamente reconfigurar sua ótica para uso em alvos de curta a longa distância, melhorando a eficácia dos tiros de todos os soldados.”
Uma ótima notícia para eles – e não tão boa para nós – já que “todos os soldados” de que ele fala, são os soldados deles, da Nova Ordem Mundial.
Felizmente, também existe o velho ditado, a pena é mais forte que a espada. Ainda que as penas tenham se transformado em digitação e a espada, em projéteis com mira eletrônica e em armas químicas, nucleares ou climáticas, a pena ainda continua mais forte que a espada, já que, enquanto a espada destrói nossos corpos, só a pena tem o poder de atingir nossas mentes e corações. E é disso que essa batalha se trata.

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Só a pena tem o poder de atingir nossas mentes??? e as ondas de baixa frequência do Haarp????
O HAARP está aí também, bagunçando o planeta e nossas mentes. Mas ele, diferente da pena, só faz coisas que não nos beneficiam em nada. E por isso ele está fadado a acabar. Não seremos zumbis ou escravos para sempre, a “fuga da senzalas” já começou!
Abraço