Manobra suja: British Petroleum compra palavras-chave no Google e no Yahoo
Sujos. Imundos. Esses manipuladores euroanglonazisionistas (como diria o Aldo Luiz) definitivamente possuem esses adjetivos impressos em seus DNAs, bem como em seus títulos. Assim, se eu falasse da “nobre” Rainha da Inglaterra, ou do não menos “ilustre” Mayer Rothschild – o escroque mor, o inventor e implantador do sistema monetário moderno, onde os governos não são soberanos – deveria me referir a eles como a Suja Rainha Elizabeth e o Imundo Rothschild.
Até alguns poucos anos atrás, o plano Illuminati de dominação mundial seguia tranquilo, com a maioria dos pequenos distúrbios, controlados. Mesmo com a internet sendo a principal causadora de tais distúrbios, ela ainda era uma forma de controle muito eficiente, e peça-chave para a tomada do controle global.
Voltando um pouco mais no tempo, na época que a internet ainda era ARPANET e servia somente aos propósitos do DARPA, um dos tentáculos militares dos Illuminati na américa, também eram dados os primeiros passos cibernéticos, rumo ao controle global. A IBM iniciava sua era de ouro, alcançando os lares da população. A estratégia teve continuidade com outras corporações Illuminati, como a Microsoft e a Intel. Com os PCs nas casas de boa parte da população, era chegada a hora de “liberar” o acesso à internet – e dos Illuminati estabelecerem seu domínio no mundo virtual.
No mundo virtual, muito mais dinâmico que nossa “realidade” física, foi em um piscar de olhos que vimos a Microsoft e Internet Explorer destruírem seu rival não Illuminati – o Netscape, o fortalecimento de antigos e a ascensão de novos conglomerados Illuminati, como o Yahoo, o Google, o Mozilla e vários outros. Foi nesse mesmo dinamismo que a mídia mainstream, que já manipulava os outros meios de comunicação, fincou sua bandeira em terreno cibernético e começou a utilizá-lo para distribuir velhas e novas mentiras.
Já de volta aos nossos dias atuais, o que vivenciamos é o mundo físico, ainda controlado pelo sistema, e o mundo virtual também controlado pelo sistema.
Contudo, tanto no mundo físico quanto no cibernético, existem buracos nas teias do sistema, e nesses buracos residem as mentes livres, não manipuladas – ou não totalmente – pelo sistema. No mundo físico, o sistema elitista sempre conseguiu conter o pensamento livre em uma escala maior. O mundo underground, era realmente underground.
Era.
A internet, criada pela DARPA para ser o agente central de infiltração e controle da sociedade moderna, ironicamente também é criadora do maior buraco que o sistema elitista possui. Um buraco que se tornou tão grande, que está fora do controle elitista, e está até mesmo consumindo o sistema que o gerou.
Na linguagem mainstream, a que está sempre tentando nos iludir, esse buraco “virtual” criado na versão cibernética do sistema – a internet – é como um vírus, que está a consumir as células sadias do sistema – e por isso o buraco aumenta, ameaçando perigosamente o bom funcionamento sistêmico.
Agora, se ao invés de utilizar a falsa verdade que o sistema nos apresenta, e utilizarmos a linguagem do buraco – que é o nosso pensamento livre – percebemos claramente que o então “vírus”, nada mais é que uma célula macrófaga – um agente verdadeiro de defesa do organismo, capaz de conter até mesmo os mais perigosos tipos de câncer. E, ao nos darmos conta disso, finalmente temos a consciência de um quadro aterrador: o então “sistema” é na verdade, uma doença tão aguda, que se apoderou quase completamente do verdadeiro organismo.
Quando chegamos a esse entendimento, que somos células macrófagas devorando um câncer tão avançado que estava a ponto de consumir totalmente o organismo vivo – nós mesmos e nosso planeta, é que percebemos a importância que a internet tem nesse momento em que finalmente estamos nos tornando seres verdadeiramente livres, seres não mais escravos. Em um sentido muito concreto, a internet tornou-se nosso consciente coletivo, algo que por tanto tempo desejamos que existisse. Pois agora não só existe, como é o elemento fundamental para acumular e liberar energia necessária para derrotar definitivamente os escravagistas sionistas que por milênios nos subjugaram.
Mas nem tudo são flores, e o sistema insiste em monitorar, controlar e censurar a internet e seus usuários. Exemplo mais próximo disso são os agentes do Ministério da Saúde – agentes de desinformação – que ficam disparando rajadas de asneira em forma de script, daquela metralhadora verbal que produz sempre o mesmo som: mentira! mentira! mentira!
O tentáculo midiático dos illuminati não poderia agir de forma diferente. Assim, quando o sistema se movimenta em direção a um de seus objetivos, a mídia mainstream usa toda sua força para desinformar, levando seus espectadores, leitores ou internautas à caminhos bem distantes da verdade.
Esse é o caso que gerou esse post.
Enquanto a verdade sobre o desastre ambiental causado pela British Petroleum vem sendo desmascarado, a imunda corporação Illuminati insiste em tentar mostrar o contrário.
A sujeira é tamanha que a BP passou a comprar links patrocinados no Google e no Yahoo. O objetivo é claro, levar os internautas que buscam informações diretamente para o site oficial da BP, para que essa possa desinformar os incautos leitores, apresentando notícias manipuladas como lhes convém.
O fato foi confirmado pelo porta voz da BP, Toby Odone, em entrevista à ABC News.
Dentre os termos comprados, estão “oil spill”, “BP oil spill”, “Deepwater Horizon” e “oil spill response”.
Logo após a explosão do Deepwater Horizon, ocorrido em 20/04/2010, os executivos da BP rapidamente estimaram bastante para baixo o tamanho do vazamento. A razão mais provável é que essa foi uma manobra para reduzir os custos com multas da EPA (Environmental Protection Agency), baseadas em galões. Assim, quanto menos óleo vazando, menores as multas.
Passado um mês, veio à público a informação de que o vazamento era, na verdade, de um milhão de galões por dia. A BP então foi pega em sua própria mentira, quando usou um funil para capturar 5.000 barris de petróleo por dia. Mas como o petróleo que continuava escapando tinha uma vazão nitidamente superior ao que estava sendo coletado, a BP teve de assumir um volume maior de vazamento, para tentar explicar a tamanha discrepância com os seu primeiros cálculos apresentados.
O momento agora já é outro. Conforme os cadáveres de peixes, golfinhos, aves e tartarugas vão chegando a costa, a BP contratou uma empresa de segurança – sua própria “polícia ambiental” – para manter fotógrafos e jornalistas distantes da verdadeira face causada pelo vazamento de petróleo. Esses fatos, e a imensa quantidade de gosma preta que chega com as ondas não é a imagem que o CEO da BP, Tony Hayward, quer mostrar.
Mas como tudo está sendo observado por aviões, barcos e satélites, e essas informações estão sendo divulgadas pelos pensadores livres, não é comprando links patrocinados que a BP vai conseguir esconder a verdade do horror que causou com sua plataforma de petróleo e sua louca e desenfreada ganância.
Os céticos certamente discordarão. Para esses, eu pergunto: Por qual outra razão a BP compraria links patrocinados nos dois sistemas de busca mais usados no mundo?



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SHOW DE POSTAGEM! PARABÉNS, invejável, ainda chego lá !!! Vida longa em paz e luz! Sou grato.
P.S.: Beleza essa tela do mestre Lucian Freud.
A tática era apenas a velha de vender ações na alta, provocar o acidente reduzindo o valor das ações, e recomprá-las a preço de banana.
Captaram…
Sim, isso é uma parte do plano. E nessa, até o Obama embolsou US$85 milhões, já que é cotista de um dos fundos que vendeu suas ações da BP. Mas não se engane ao achar que essa foi a única razão, ou mesmo a mais importante. Esse é mais um estágio para um cenário maior. Abs.