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A Fraude do Óleo de Canola
Aproveitando que tenho falado sobre a alimentação-lixo que temos consumido, gostaria de falar um pouco sobre um produto vendido como alternativa saudável, e que, por conta disso, muitos de nós – inclusive eu – caem nas ínumeras armadilhas da indústria “alimentícia”.
Trata-se do Óleo de Canola.
Voltando um pouco ao passado, a margarina foi apresentada, anos atrás, como uma alternativa mais saudável que a manteiga. Não demorou muito para que se descobrisse que a margarina é tão saudável quanto plástico derretido – e com um preço bem menor que a manteiga. Ainda hoje, são muitos os consumidores de margarina que simplesmente desconhecem fatos como esses.
Com o óleo de canola, a coisa é bem parecida.
O óleo de canola, além de ser vendidos em frascos, como alternativa ao óleo de soja, também é utilizado de inúmeras alimentos processados, mesmo em produtos vendidos em lojas de alimentos orgânicos/naturais. Pelo fato dos fabricantes utilizarem um marketing de que o óleo de canola é saudável, até mesmo médicos e “especialistas” em nutrição recomendam o uso desse óleo.
Mas o que é o óleo de canola?
Para começar, canola sequer é um vegetal, mas uma sigla para CANADIAN OIL. Esse óleo é produzido, processado e exportado pelo Canadá. Através de lobby, o governo canadense fez com que o FDA classificasse a canola como GRAS, termo em inglês para “Considerado seguro em geral”. Essa manobra fez com que os testes de qualidade de longo termo não fossem realizados, contribuindo para que a farsa persista até os dias de hoje.
Mas se a canola não é um vegetal, de onde ela vem? Vem da colza, um grão cujo governo canadense subsidia a maior parte dos custos de plantio e colheita. É um vegetal barato, fácil de crescer e resistente a insetos. Dessa forma, o óleo de canola é mais barato e mais fácil de ser usado em alimentos processados, se comparado a óleos mais saudáveis e prensados a frio, como o azeite de oliva.
Seu nome original é Óleo Lear, ou óleo de colza com baixo ácido erúcico, um híbrido da colza natural, desenvolvido para remover a maior parte do ácido erúcico, que é altamente tóxico. Óleo de colza é tão tóxico que animais e insetos não o ingerem. Detalhe – tal óleo foi utilizado pela primeira vez já no século XX como óleo industrial. Para evitar rejeição e conflitos ao ser utilizado como óleo para consumo humano, o nome do óleo deveria ser modificado, e é daí que quem o termo Canola, utilizado desde 1988.
Mas tem mais. Como é lógico presumir, a Monsanto também está envolvida, e fez modificações genéticas na colza para que se tornasse resistente à altas dosagens do agrotóxico Roundup (usado virtualmente em todas as culturas graneleiras, em todo o mundo).
Além da questão do Roundup, o óleo ainda é aquecido a mais de 300 ºC como forma de retirar o terrível odor que possui. É válido lembrar que óleos processados passam por outros processos como a degumação, acidulação, clarificação, extração química a base de solventes – todas técnicas que viabilizam uma produção industrial de algo que faz mal a nossa saúde.
O óleo de canola é monoinsaturado, o que significa que nesse aspecto, é semelhante ao azeite de oliva e mais barato – e é justamente nesse ponto que o marketing bate forte. Mas as semelhanças param por aí, já que o azeite de oliva real não é processado, nem contém ácidos graxos trangênicos e tóxicos, ou outros componentes GMO. Em termos de óleos para consumo humano, o óleo de canola contém os índices mais baixos de ácidos graxos essenciais – e são justamente tais ácidos que oferecem o maior aspecto de saúde.
Depois veio a público uma série de estudos não divulgados, demonstrando a nocividade do óleo de canola. Um exemplo foi o estudo feito em porcos (…) alimentados com ração usando óleo de canola, que acarretou uma perigosa redução de vitamina E, e suas plaquetas sanguíneas tornaram-se mais rígidas, impedindo o fluxo sanguíneo.
Outros testes descobriram vários desequilíbrios entre os micronutrientes naturais. Esses desequilíbrios são parte do que a tecnologia faz para criar alimentos-venenos e minar a saúde humana a longo prazo.
Resumindo tudo isso: Pode-se afirmar com muito mais veemência que o óleo de canola é mais maléfico do que benéfico – bem diferente do que o marketing das indústrias insiste em apresentar. Não está sequer situado entre outros óleos que promovem a saúde, como o óleo de cânhamo, linho ou mesmo o azeite de oliva. Ao contrário, promove má saúde e fortalece as indústrias alimentícias das doenças e da morte.
Fontes:
Canola: Canada’s Oil Spill into the American Market
Canola: Another Victory of Food Technology Over Common Sense
Truther Girls Site on Canola
Quem é o verdadeiro hipócrita?
Pregamos paz, e tomamos leite. Falamos em consciência, mas ingerimos carnes e derivados animais, assim como os vestimos e os passamos em nossas peles.
Que paz é essa? Que consciência é essa?
Enquanto falamos mal dos políticos, do governo, da segurança ou de qualquer outra coisa, continuamos a contar aos nossos filhos que o leite sai da vaquinha, vai para o caminhão que segue para a indústria, onde o leite é esquentado, esfriado e envasado, da mesma forma que a Illuminati Discovery Kids faz.
E o que dizer da semana santa, onde, para que um se purifique de seus pecados, deixa de comer carne vermelha por um único dia, e ainda assim come peixe? Só porque é peixe, não sangra e sofre tal qual o gado, o porco, as aves e outros animais “de corte”?
Como buscar um mundo melhor, se, a cada dia, seu ticket no supermercado diz que você quer matar mais e mais animais, tudo isso pelo seu ego, ou melhor, pelo seu estômago?
Meu eterno agradecimento à MariRoots por ter feito esse documentário chegar até mim, e agora, até vocês.
A Carne é Fraca – Documentário inspirador. Queria que os ruralistas daqui de Mato Grosso assistissem isso. Tá aí uma boa idéia…
É como a Nina Rosa, idealizadora e produtora do vídeo, define logo no ínicio: Infelizmente houve a necessidade de se fazer esse filme, mas foi algo extremamente necessário, apesar do sofrimento envolvido.
Da mesma forma, é extremamente necessário que um número cada vez maior de pessoas tenha acesso a esse tipo de informação, se quisermos que as coisas sejam diferentes.
É HORA DE DEIXAR DE SER HIPÓCRITA!
A Meatrix
Vivendo no Mato Grosso, o “Celeiro” (e também transgênico) do Brasil, me identifiquei muito com a Meatrix, uma paródia de Matrix, ou, melhor dizendo, uma visão mais focada sobre o que foi apresentado nas telas dos cinemas.
Além de celeiro do Brasil, Mato Grosso também é muito forte na pecuária. Em tempos idos, o gado pantaneiro era sinônimo de animais saudáveis, para aqueles que ainda comem carne. Hoje, esse gado está praticamente extinto, e o que restou dele faz parte da Meatrix aqui no Brasil.
Também em outras regiões do estado, o gado em criação extensiva está diminuindo. Sob a desculpa da degradação dos solos onde há a pecuária, os gordos elitistas da região - incluindo empresários e políticos “ruralistas” (eu digo AgroCorporativistas) como o futuro senador (sim, ele $erá eleito e quer ser presidente, como ele mesmo afirmou em 2001) Blairo Maggi e tantos outros – expandem suas plantações de soja, algodão e cana-de-açúcar, dizendo que o “mundo precisa de mais alimentos”. Assim, vivemos a era dos gados, porcos e aves confinados, sem nos esquecermos dos peixes, que são genéticamente cruzados e transbordam os tanques dos piscicultores. Esses são os alimentos “sáudaveis” ingeridos pela maioria da população.
Legenda: clicar em CC e selecionar Português
Sem legenda
O texto seguinte foi extraído do blog Missisclof:

Reparem nos cortes das orelhas. São a marcação australiana, para marcar nascimento dos animais. Eles vão e picotam a orelha dos filhotes.
Olá Pessoal,
Recentemente fui surpreendido, e acredito que a maioria de vocês também, pela lei de proibição do corte de cauda e de orelha,
esteticamente requeridos em algumas raças de cães. Interessante que a motivação para esta proibição seja o bem estar animal… até
entendo que os autores sejam pessoas preocupadas com o tema, mas me pergunto, porque o privilégio canino? porque a mesma lei não engloba outras espécies menos emblemáticas ? qual a justificativa para que a referida lei não mencione a amputação de cauda, seguida da amputação dos dentes e da castração sem anestesia em porcos recém nascidos ?

Seria a facilidade no manejo destes animais e a melhoria do sabor na sua carne motivação suficiente para impingir o sofrimento a estes em relação daqueles? O que dizer das castrações com o uso de bordizo ou de elásticos ou mesmo a cirúrgica que na maioria das vezes é realizada sem anestesia e por pessoas não qualificadas em bovinos, caprinos, eqüinos, porcos adutos e ovinos?

Esse é o bordizo. Funciona da seguinte forma: vc prende o animal e espreme os ductos espermáticos com esse aparelho. Os ductos são os canais que ligam o testículo ao pênis. E pronto!!!! Sem anestesia nem nada!!!!! Deu para imaginar?
Novamente, a dita facilitação do manejo ou qualquer outra vantagem para a criação, seriam motivações superiores ou mais nobres para que o mal estar causado nestes animais sejam mais palatáveis para nós?…E as amputações de cornos em vacas, a maioria delas motivadas esteticamente, em que diferem conceitualmente, das amputações de orelhas nos cães?
Essa é uma técnica cirurgica de descorna. Imaginem a forma não técnica! Totalmente desnecessário, né.
Será que os autores conhecem as condições de manutenção de porcas reprodutoras em granjas ? será que eles sabem por quantos anos galinhas são mantidas, com bicos parcialmente amputados, em gaiolas minúsculas para a postura de ovos até o abate?
Essa é a famosa técnica de Debicagem. Cruel.
Será que a motivação econômica é realmente incontestável? Não sei vocês, mas me parece hipocrisia levantar a bandeira do bem estar animal tão seletivamente!!!
Tarcízio
Bom, eu penso que a proibição de amputação de cães e gatos foi um avanço. Mas não podemos nos esquecer dos outros animais.
Jesus disse: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.
Não disse quem eram os outros. Então, para bom entendedor, pingo é i !
***
Mesmo onde o gado e outros animais “de corte” são criados extensivamente, nem de longe são alimentos saudáveis em aspecto algum, seja ético, moral ou mesmo fisiológico. O único aspecto “saudável” nessa indústria de carnificina é o financeiro, e mesmo assim, só para o bolso dos produtores. E, se tudo isso não fosse mais do que suficiente, na verdade nós produzimos esses animais para os sionistas, enquanto o restante consome gado confinado ou morto de formas “impuras”.
Como se comer carne de animais mortos sob determinados preceitos religiosos fosse limpar o karma sionista deles…
Abaixo, um texto extraído do PEA – Projeto Esperança Animal, contando mais sobre a realidade dos animais de corte.
Bovinos
Como são mortos: Mesmo hoje em dia, o processo de abate permanece primitivo e violento. Animais entram no abatedouro um a um. Os criadores mais bem aparelhados, usam um revólver pneumático atordoador, mas, é muito comum a marretada na cabeça, nem sempre certeira. Quando é chegada a hora do abate, os animais, em geral, são forçados a entrar num corredor estreito. Desesperam-se, tentando fugir de todas as formas, viram-se de um lado para o outro, os olhos cheios de terror. Sentem o cheiro do sangue dos companheiros mortos e recusam-se a seguir adiante. Alguns, já sem força, caem; os que permanecem de pé são forçados a prosseguir, tangidos a choques elétricos. Ao final do percurso, um por um, são contidos em pequenos boxes e covardemente massacrados: recebem marretadas, tantas quantas forem necessárias, até que tombem. Os golpes lhes causam mutilações nos chifres, olhos e focinho. São então suspensos – alguns às vezes ainda vivos – por uma das patas traseiras; seus músculos se rompem em virtude do grande peso de seus corpos. Operários com longas facas cortam a garganta de cada animal, na veia jugular e carótida, deixando-o sangrar até a morte, pendurado de cabeça para baixo. No Brasil, este procedimento é comumente empregado no abate de bovinos. Porcos, cabras, ovelhas, aves e outros animais são igualmente abatidos com idêntica brutalidade, mas sem o uso do atordoamento.
Manejo: Qualquer que seja o lugar do mundo, o gado é sempre exposto a duras condições, sofrendo manejo bruto e, freqüentemente, crueldades no decorrer de suas curtas vidas. Só nos Estados Unidos, onde cada cidadão come sete bois de aproximadamente 500 kg em toda a sua vida, mais de 100 mil cabeças de gado são abatidas a cada 24 horas. Principalmente no Brasil, o gado é rotineiramente castrado, seus chifres arrancados, e seu corpo é marcado a ferro quente sem anestesia. Estes procedimentos são realizados somente para benefício econômico e conveniência dos produtores de carne. Ao pastar a céu aberto, eles são expostos a condições climáticas extremas, que vão desde calor insuportável até tempestades e secas. Muitos animais sofrem e morrem de calor, frio, sede, fome, doenças e envenenamento por plantas tóxicas. Após diversos meses no campo, o gado é transportado para locais de engorda , o que é feito através do fornecimento de grãos . Nesse local, dezenas de milhares de animais são apinhados em áreas lamacentas, infestadas de moscas e cheias de estrume, onde o estresse os torna suscetíveis à febre e a outras dolorosas doenças debilitantes. Defender-se das moscas pode fazer com que eles percam um ou dois quilos por dia, por isso os produtores os pulverizam regularmente com inseticidas altamente tóxicos.
Engorda: O gado não se adapta de imediato a comer grandes quantidades de grãos. A mudança fisiológica abrupta na dieta de grama para grãos causa dolorosos problemas digestivos, principalmente flatulência. Para aumentar o ganho de peso e reduzir os custos alguns produtores adicionam papelão, jornais, serragem e até pó de cimento à ração. Outros preferem adicionar estrume de aves e suínos ou esgoto industrial e óleos.
Trasporte: Quando atingirem o peso ideal, os animais são transportados por caminhões até os matadouros. Freqüentemente são manejados com brutalidade: levam choques elétricos de aguilhões, são chutados e arrastados. Podem ser privados de alimento e água e sofrer exposição a condições ambientais difíceis por longos períodos. Caminhões que transportam gado estão sempre superlotados, o que resulta em quedas, pisoteamento e lesões durante o transporte. Os animais que sofrem trauma de pernas, pelve, pescoço ou perna, são arrastados para fora dos caminhões até o piso do matadouro, onde, muitas vezes, agonizando de dor, chegam a esperar horas para ser abatidos. Animais que estão doentes demais para morrer não recebem eutanásia. Em vez disso, podem ser jogados na “pilha de mortos” e deixados para morrer de doença, sede fome ou hipotermia. Nos Estados Unidos, embora seja requisito de Federal Humane Slaughter Act de 1958 e revisto em 1978 (com exceção de abate kosher e de outras recomendações religiosas), o atordoamento nem sempre é feito com sucesso, devido à incompetência, à indiferença ou à deficiência do equipamento.
Abate religioso: Existe um tipo de abate de cunho “religioso” que segue o preceito segundo o qual não se deve ingerir alimentos com sangue, como praticado para a produção de alimentos judaicos, a chamada comida kosher talvez seja pior que a habitual, pois é marcado por excepcional requinte de crueldade.
Crueldade embutida: Os criadores costumam afirmar, com um orgulho sinistro, que “da vaca se aproveita tudo”, dos cascos ao chifre, sendo por isso um “animal muito útil ao homem”, conforme aprendemos na escola. Até mesmo as patas, que não seriam comestíveis, fornecem material para a geléia de mocotó. Muitas gelatinas artificiais são produzidas com patas de vacas ou bois, além de conter corantes e aromatizantes artificiais. Portanto, vegetarianos não devem consumir gelatinas de origem animal e geléia de mocotó. Se você ainda não foi convencido de que deve fazer a sua parte deixando de comer carne, lembre-se destas informações na próxima vez que se sentar num restaurante de luxo e pedir uma vitela acompanhada de um bom vinho francês. Existe um grande movimento internacional de boicote ao consumo de vitela criado justamente pela compaixão que sentimos em relação a esses filhotes. Não peça mais vitela (ou a carne da mãe dela!) nos restaurantes, nem a compre nos supermercados. Mas quer fazer mais? Não freqüente mais lugares que apresentem esse tipo de prato em seu cardápio e avise-os do porquê de sua decisão. Melhor ainda: divulgue isto entre seus amigos.
Propaganda enganosa: A McDonald´s, rede mundial de hamburgers, gasta milhões de dólares em campanhas de propaganda direcionada a crianças e jovens, tentando mostrar que seu produto é bom. Criaram até um palhaço chamado Ronald McDonald´s. Nos anúncios, ele mostra que os hamburgers nascem como frutas e crescem em pacotes. Esse personagem era interpretado por Jeff Juliano que, ao inteirar-se da forma como o gado vive e é assassinado, abandonou o emprego milionário e tornou-se vegetariano.
Bovinos e Eqüinos a Caminho do Prato
1º Estágio
O animal chega à “central de empacotamento”, e é colocado em uma área de espera.
2º Estágio
O animal é enfileirado em um curral e um funcionário começa a conduzi-lo, com o auxílio de uma vara de eletro choque, através de uma porta de aço.
3º Estágio
É feito o pré-abate através de pistola pneumática ou atordoamento elétrico ou golpes de marreta.
4º Estágio
O animal é pendurado em uma corrente pela pata traseira de cabeça para baixo (há a ruptura dos tendões da coxa, e o animal tem a carne rasgada pelo próprio peso).
5º Estágio
É feita uma abertura para esfola do couro (muitos animais recobram a consciência e gritam de dor nesse momento).
6º Estágio
É feita a degola e tanques aparam o jorro de sangue durante alguns segundos.
7º Estágio
O animal é baixado e começa o processo de esfola total e parte dos cortes de tetas, patas e línguas. É COMUM OS ANIMAIS CHEGAREM VIVOS NESTE ESTÁGIO. HÁ RELATOS EM QUE O ANIMAL AINDA ESTAVA PISCANDO OS OLHOS ENQUANTO ESTAVA SENDO RETALHADO.
8º Estágio
O animal é arrastado em uma esteira onde há o corte em uma serra elétrica em duas metades, na posição da coluna vertebral.
9º Estágio
A carcaça é levada para uma câmara de resfriamento (a carne ainda contém calor do sangue).
10º Estágio
A carcaça é levada para a seção de corte em pedaços como os vistos em mercados e açougues.
TV Ecocidio – Canal #1: A Verdade Sobre a Maconha
CANAL #1 - A VERDADE SOBRE A MACONHA
Compilação de material informativo sobre a planta medicinal mais conhecida e utilizada pela humanidade desde o Egito Antigo, mas excluída e estigmatizada pela sociedade moderna ocidental pelas mesmas razões illuminatis que estamos acostumados a ver: poder, controle e dinheiro!
A planta da maconha, o cânhamo, tem o poder de, sozinha, afetar uma série de indústrias-chave, e logo, seus donos – gordos, gananciosos, elitistas e escravagistas – pois é uma planta completa. Além de seu inestimável valor medicinal (inalado ou utilizando seu óleo tópicamente ou ingerido), com o cânhamo produz-se papel, tecidos, construções, resinas, isolantes, painéis de automóveis (a fibra do cânhamo não quebra como o plástico e é usado na indústria automotiva euroéia desde 2002), laminados e… alimentos (leite, tofu, farinha, azeite, semente frita…), todos com qualidade superior, baixo custo de produção e mínimo impacto ambiental.
GRASS – Documentário extremamente esclarecedor que nos mostra uma das reais razões dos EUA terem proibido a maconha, criado toda uma fraudulenta indústria governamental anti-drogas utilizando a maconha como pretexto, e mais, como eles exportaram esse modelo para mais de 100 países, incluindo o Brasil, fazendo com que o dinheiro público seja usado para a promoção de violência e não a solução de problemas. Explica claramente e sob diferentes perspectivas, como a maconha – mesmo a fumada – não deveria ser tratada como uma droga, muito menos como ilícita.
OS BARÕES DA MACONHA – Um documentário produzido pela TV Record, expondo a produção da maconha do Paraguai, o maior produtor de maconha da América Latina e o segundo do mundo. Apresenta os quarenta anos em que o Baronato permaneceu paraguaio, e, em certo sentido, propiciava melhor qualidade de vida para uma cidade. Esse panorama mudou dramáticamente com a chegada de Fernandinho Beira-Mar, sua cocaína e o estilo brasileiro de traficar. Vale lembrar que todo o dinheiro gasto inutilmente pelos governos com o combate ao tráfico se deve justamente aos próprios governos, com suas leis e mentalidades antiquadas, dominadoras, escravagistas e claro, feita de e para a elite, a mesma elite que controla os governos e o tráfico organizado (um comércio monopolizado).

Rick Simpson e seu óleo de maconha que cura o câncer e outras enfermidades, sem oferecer efeitos colaterais. O óleo é proibido e Rick foi preso. Por que será?!
RUN FOR THE CURE – O documentário mais incômodo para os Institutos de Câncer, os Ministérios da Saúde e as indústrias farmacêuticas de todo o mundo. Enquanto esses seguem com sua falsa história de que buscam o tratamento do câncer, mas fazem exatamente o contrário – alimentam a indústria dos falsos remédios e curas, e promovem mais mortes do que soluções efetivas – o documentário de Rick Simpson mostra sua luta para tentar apresentar ao governo canadense e instituições de saúde a cura natural do câncer (uma das várias) e de muitas outras enfermidades, e o preço que pagou por isso.
Está mais do que na hora de vencermos preconceitos idiotas, pautados em falsos estudos oriundos da ganância extrema de uma elite opressora, que insiste em deter o controle total dos recursos naturais da terra, e nos oferecendo em troca venenos químicos das mais variadas formas, violência e outros males que nos mantêm na posição de dominados, e não de seres livres, o estado natural do ser humano.

A Nova Ordem Mundial
Fim dos Tempos
Flúor na água não!
Infinito Aldo Luiz Amanagé Ré
LIBERTAR!
O Libertário
O Vigia
Rádio-blog do Olavo de Carvalho
Senzalamundi
Stop Secrets
Whataheal University




