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Outra prova definitiva que o 11 de Setembro foi forjado.
Anteriormente eu postei um artigo que contém um vídeo mostrando que nunca houve o segundo avião que atingiu a torre do World Trade Center, em 11/09/01.
O Pentágono também foi “atacado” naquele dia, novamente por um avião, o vôo 77 da American Airlines.
Quem pesquisou o assunto sabe que nenhum vestígio do avião foi encontrado pela imprensa, já que a equipe do Governo Americano limpou a área rapidamente. Ainda assim, desinformadores travestidos de defensores da verdade defendem o contrário, sempre fazendo uso apelativo dos “experts” e os cálculos manipuladíssimos avançadíssimos que só eles são capazes de realizar.
Vejam no vídeo abaixo, a razão de não haver escombros:
Surpreendente, não? Na verdade, não… mesmo naquela época, dez anos atrás, deveríamos saber que, desde sempre, praticamente todos os conflitos globais no século passado foram ataques de falsa-bandeira, e quem são os reais orquestradores.
O vídeo é muito importante, porque também derruba a outra teoria dos falsos 9/11 Truthers – que na verdade são peões Illuminati de propagação de desinformação – de que um caminhão ou furgão teria sido usado, já que não havia vestígios do avião.
Reparem algo muito importante: a explosão partiu de dentro do Pentágono, e não de fora dele. É a primeira fumaça, a branca, logo depois seguida pela fumaça escura da explosão da parede exterior.
É possível saber que a fumaça negra é a da parede mais exterior,e isso graças ao veículo que passa no exato momento da explosão, e passa primeiro pela fumaça escura.
É importante a abordagem desse assunto, mesmo que tenha acontecido há praticamente uma década. Até hoje, muitas pessoas não sabem da verdade ou simplesmente nem se interessam em saber, já que aconteceu em outro país, e não aqui no nosso – ainda que tenhamos nossos próprios ataques de falsa-bandeira em forma de crime organizado, e elas também não se dêem conta disso.
Além disso, serve como evidência para mostrar que os planos sionistas dos Illuminati sempre se repetem, que as táticas usadas são sempre as mesmas, ainda que as ferramentas sejam diferentes. A crise gerada pela BP no Golfo é outra prova.
Um último ponto, para encerrar. Observem a foto abaixo. Claramente, ela mostra que nem um avião ou um caminhão/furgão poderiam causar aquele tipo de dano à ala exterior do Pentágono. Para quem viu os vídeos do WTC que mostram como ele foi implodido, o formato da queda de parte da externa do Pentágono não é semelhante à implosão do WTC, apenas em proporções menores?
9/11 – A “verdade” feita por computador
Eu estava fora do Brasil quando ocorreu o atentado ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. Estava trabalhando quando as torres foram atingidas, e acompanhei tudo por um telão imenso. Vi a preocupação de amigos e colegas de trabalho que possuia familiares ou amigos trabalhando no WTC e imediações.
De lá pra cá, já se passaram vários anos, assisti a muitos documentários e li bastante coisa a respeito. Alguns muito bons, outros nem tanto. Contudo, foi só no ano passado que tive contato com o trabalho de Mae Brussel e seus seguidores.
Mae foi uma pesquisadora histórica que começou suas atividades pela ocasião da morte de JFK em 1963. Em 29 de maio 1968, Mae encontrou Rose Kennedy no Aeroporto da Península de Monterry e entregou um bilhete informando que Robert Kennedy logo seria assassinado. Ele foi alvejado mortalmente uma semana depois no Ambassador Hotel em Los Angeles.
Mae Brussel teve vários programas em rádio de 1971 até 1988, quando encerrou suas transmissões em definitivo após várias ameaças de morte. Mae morreu de câncer naquele mesmo ano.
Mas Mae inspirou muitas pessoas, inclusive Tim Canale, webmaster do site maebrussel.com.
Na ocasião do 11 de setembro, Tim gravou por horas as informações sobre o atentado. E eis que descobriu algo importantíssimo em uma fita não editada e sem narração, algo que nenhum outro documentário sobre o 9/11 mostrou.
Alguém já reparou que em documentários como Loose Change e os de Alex Jones, quase nada é mencionado sobre o envolvimento de Israel? Contudo, e os israelenses que foram pegos com uma van cheia de explosivos? E sobre os 200 israelenses deportados por espionarem nas semanas que seguiram o atentado de 9/11? Os cinco israelenses especialistas em explosivos – e disfarçados de árabes – pegos com a van explosiva na base da Washington Bridge e que depois tentaram fugir da polícia de New Jersey, disseram aos policiais, “estamos do seu lado, os Palestinos é que são o problema de vocês”. Mas até o 11 de setembro, nenhum Palestino nunca havia cometido um ato terrorista nos EUA ou contra americanos.
Foi Israel que bombardeou, metralhou e disparou torpedos no navio USS Liberty da marinha americana em 1967. Também foram os israelenses que bombardearam empresas e a embaixada americana no Egito, e jogou a culpa nos egípcios no que depois foi chamado de “Lavon Affair”. Também foram eles que explodiram uma discoteca em Berlin para culpar o Líbano. Os sionistas chegaram a explodir sua própria embaixada na Argentina para tirar o foco dos argentinos nos crimes (principalmente econômicos) que eram cometidos pelos israelenses no país dos hermanos. Também foram eles que lá atrás, em 1948, explodiram o King David Hotel, matando 98 e ferindo centenas de diplomatas ingleses e membros das tropas de paz da ONU. Chegaram a sequestrar um militar britânico de alto escalão e o enforcaram um uma oliveira, mesmo após o Reino Unido tentar uma negociação. [Judeus, sionistas, sempre eles...] E porque a mídia não fala de nada disso?? POR QUE A GRANDE MÍDIA PERTENCE A ELES.
Mas voltando ao assunto em questão, o atentado ao WTC, observem o vídeo abaixo, baseado no em partes do vídeo não editado e sem áudio, mas com os comentários de Tim Canale:
Explosivos previamente colocados e computação gráfica. Essa é a “verdade” do 11 de Setembro.
Alex Jones – Aliado ou Inimigo?
Quem acompanha o cenário geopolítico e a instauração da Nova Ordem Mundial, certamente já ouviu falar de Alex Jones, o guerreiro da informação, grande inimigo dos banqueiros internacionais e da super elite globalista.
Referência no assunto, está há divulgar informações há quase uma década, sendo um dos investigadores da verdade sobre o 11 de Setembro e outros crimes. Dessa forma, é comum encontrar artigos baseados em algumas matérias dele em blogs brasileiros e de outras localidades.
Contudo, quem o acompanha há um certo tempo, pôde perceber um comportamento recorrente nele, e que infelizmente também é encontrado em outros agentes da informação, como David Icke, Jeff Rense, Alex Fulford, Leo Zagami, etc.
Todos eles no geral trazem informações importantes sobre como as coisas funcionam no mundo globalista e se colocam como opositores do sistema. Entretanto, com o passar do tempo, todos mostram que na verdade FAZEM parte do sistema, e que apesar das informações que passam – estão sempre apontando outros culpados que não os verdadeiros. Na prática, o que fazem é atacar alguém que está no meio do iceberg – e não na ponta – ou se expressam de forma genérica, como os grupos elitistas, banqueiros internacionais e outros termos que eu mesmo costumo usar. Assim, não dando os nomes aos bois, a população sempre ficará confusa e sem forma de reagir devidamente aos ataques que diariamente sofremos. É a técnica do controle do dano. A Globo é Ph.D no assunto.
Enquanto Alex Jones e os outros continuam a atacar somente os banqueiros internacionais, os Bilderbergs, a Comissão Trilateral e outras instituições, sem mostrar que são os Sionistas que sempre estiveram no comando de todas essas organizações, governos e manobras, a Nova Ordem Mundial continuará sendo instaurada, até o ponto de não conseguirmos mais combatê-la. É o tipo de inimigo que não adianta atacar em outro lugar, o ferimento para ser mortal deve ser no coração.
Assim, aguardem que em breve postarei muito mais informações sobre o Sionismo. Esperei para tocar no assunto, pois acredito que era importante apresentar primeiro o cenário em que vivemos, para só então tocar no ponto central. Diferente do Alex Jones que mesmo após tantos anos na batalha já chegou a refutar a existência dos sionistas…
Como adendo, vale lembrar que de forma alguma essa é uma guerra contra todos os judeus, mas sim contra os Sionistas. Veja declaração de um rabino judeu a respeito dos Sionistas aqui;
Apresento alguns argumentos que corroboram com a minha opinião (os vídeos e audios estão em inglês) que Alex Jones está sempre tirando o foco dos Sionistas e transferindo a culpa para outros, com os americanos, ingleses e chineses. Espero que, percebendo a artimanha, não caiamos mais nesses truques:
1. Em 30/08/2007, Jones faz um comunicado cheio de emoção, onde está cansado dos criminosos que governam os EUA (e o mundo por consequência). Veja quem são os criminosos: Senador Craig, Hillary Clinton, George W. Bush os Rockefellers…
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2. Já em 21/09/2007, Alex tenta convencer seus ouvintes que os Sionistas são subservientes a outras pessoas (e não o contrário), tal como a Rainha da Inglaterra.
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3. Em 2008, quando milhões de pessoas já sabem que os judeus estiveram envolvidos no 11 de Setembro (mesmo com muitos não sabendo que são judeus sionistas), Jones é forçado a tocar no assunto. Em seu programa Jones conversa com Paul Craig Roberts, outro que protege Israel e os sionistas. Roberts informa que apenas um pequeno grupo dentro de Israel quer a guerra com o Iraque. Jones então fala sobre as elites Fabianas, Straussianas, divergência entre elites, dando a impressão que Israel é vítima de um pequeno grupo de pessoas más.
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4. Em um de seus vídeos, Terror Storm, Alex Jones explica quem esteve por trás do ataque ao USS Liberty e outros crimes.
Abaixo, a transcrição do trecho em que ele explica o ataque ocorrido em 1967 :
“Em resumo, foi isso o que aconteceu. O Presidente Johnson tinha controle pessoal sobre o navio, o atracou no Mediterrâneo, fez um acordo secreto com Israel para que o navio fosse atacado com ordens para matar todos a bordo. Então o Egito levaria a culpa pelo ataque e os EUA entrariam em guerra, para tomar todo o Oriente Médio.”
Agora, analisemos o que ele quis dizer:
A) Presidente Johnson tinha controle pessoal sobre um navio da Marinha – Porque as Forças Armadas americanas dariam a Johnson “controle pessoal” sobre um de seus navios? Houve algum presidente com controle pessoal sobre qualquer navio da marinha, jato da força aérea ou tanque do exército?
B) Johnson fez um acordo secreto com Israel para atacar o navio e matar todos a bordo – Jones não fornece nenhuma evidência de que houve um “acordo secreto”. Não mostra documentos ou sequer explica como Johnson convenceu os israelenses a cometerem um crime contra seu melhor amigo, os EUA.
Se nos colocarmos na posição de Israel, a coisa fica ainda mais absurda. Afinal, por que Israel arriscaria sua longa amizade com outro país em prol de um presidente, quando presidentes vem e vão, e a relação EUA-Israel é de longa data e para que continuará assim?
O que Jones quer que pensemos é que o governo e as forças armadas israelenses são vitmas inocentes e submissas dos cruéis oficiais americanos (não que muitos oficiais americanos não sejam cruéis.
Há quem diga que o apoio do Presidente Johnson na guerra do Vietnam é sinal de que ele queria guerra, mas evidências sugerem que Johnson foi mais um criminoso promovido a presidente porque seguiria de bom grado as ordens dos líderes Sionistas.
Além disso, de acordo com Kay Griggs e outros estudiosos do assunto, a guerra do Vietnam foi promovida por judeus Sionistas como Henry Kissinger e Walt Whitman Rostow (trechos da entrevista dela aqui). Os oficiais do governo americano, a mídia e a indústria do entretenimento estão sobo controle sionista, e não o contrário.
C) Os EUA tomariam todo o Oriente Médio – Se o ataque ao USS Liberty tivesse o objetivo de permitir um ataque ao Oriente Médio como Alex Jones afima, isso significaria que os EUA lutariam em dois grandes fronts, pois já estava em guerra com o Vietnam. Mas não há provas de que esse era o plano.
5. Alex Jones trabalha com a John Birch Society – Em abril de 2006, Alex entrevistou John McManus, presidente da JBS, outra instituição reconhecida por mentir sobre o episódio de 9/11 e outros crimes (apesar de já ter sido uma instituição honesta em outros tempos, assim como tantas outras).
Na ocasião, Jones disse a McManus: “Eu quero trabalhar com vocês, rapazes, para vê-los crescer.”
E John McManus respondeu que “estava ansioso para ver o relacionamento continuar“.
Que relacionamento é esse? E porque Jones quer trabalhar com uma instituição como a JBS, que supostamente vai contra o que ele, Jones, defende (a luta contra o império)? Será que Alex é tçao cego assim??? Dificilmente.
É interessante notar que Alex Jones evita artigos de Bollyn ou Hufschmid, que atacam o sionismo, e promove artigos da John Birch Society, como este artigo sobre o dia da independência americana.
Outro ponto curioso: Bob Dacy, amigo e associado de Alex Jones, admite ser parte da John Birch Society. Em 2007, durante o programa de rádio de Jones, Dacy afirma que “nós (a JBS e ele fazendo parte dela) somos a organização anti-totalitária mais efetiva dos Estados Unidos da America“.
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Podemos concluir que, sendo Bob Dacy – um colaborador bastante próximo de Jones – um membro da JBS, devemos assumir que Alex Jones também o seja. A JBS parece ser outra das muitas organizações judias sionistas planejadas para controlar, manipular e nos confundir.
6. Alex Jones é casado com uma judia… e até isso ele já negou!
O fato de que sua esposa seja judia não prova que Jones seja um criminoso, mas oferece uma explicação plausível do porquê dele proteger os crimes sionistas. Especificamente, ele não pode ser subornado, chantageado ou ter medo de judeus.
Em uma conversa de aproximadamente oito minutos em seu programa, Jones diz que sua esposa não é judia, e segundos depois ele informa que sua esposa possui ascendência judia polonesa.
Declaração nº 1: “Minha esposa não é judia.”
Dclaração nº 2: “Na família de minha esposa… sabe… um lado da família dela tem mesmo parentes judeus da Polônia.”
Notem que a segunda declaração é um pouco disconexa (fica mais evidente no vídeo). Alex Jones fala desse modo quando mente ou conta meias verdades, como nesse caso, onde diz que a esposa é parcialmente judia.
O nome do pai da esposa de Jones é Edmund Lowe Nichols, e de sua mãe é Sandra Heiligman. “Lowe” e “Heiligman” são quase que exclusivamente nomes judeus. Isso implica que ambos os pais de Violet (que na verdade chama-se Kelly Rebecca Nichols) são judeus, o que quer dizer que a esposa de Alex Jones é 100% judia.
E o documento do Departamento de Justiça Americano nos diz mais sobre o pai de Edmund Lowe, sogro de Alex Jones e então Ministro-Conselheiro para Assuntos de Agricultura das Missões Americanos na Comunidade Européia e Espanha, mostrando que ele não é uma pessoa tão boa assim, já que foi condenado por fazer pagamentos à sua esposa através de uma empresa fantasma, para fornecer serviços à festas oficiais que ele mesmo promovia! Lowe tentou lesar o Estado e, após devolver parte do dinheiro e pedir sua exoneração, para evitar pena maior, foi condenado a um ano de prisão, multa de US$2.500,00 e 200 horas de trabalho comunitário.
7. Alex Jones é um negador do Sionismo
Há um padrão óbvio e definitivo em Alex Jones. Ele estã constantemente tirando a culpa de Israel e dos Sionistas, e a colocando nos Goyim (não judeus) ou outras entidades misteriosas (que não atingiremos até que percebamos que são Sionistas) como a Nova Ordem Mundial.
Como um investigador tão experiente como Alex Jones pode estar tão cego sobre o papel do Sionismo na corrupção do mundo? Como ele pode realmente acreditar que todos os problemas do mundo advém dos não judeus?
Só há uma explicação para a negação de Alex Jones sobre o Sionismo: Ele próprio é um sionista, o que faz com que sua organização baseada em Austin, Texas, seja uma célula terrorista sionista.
8. Israel é inocente?
Com Jones estudando os crimes e a corrupção mundiais por tantos anos, ele deveria entender o papel do Sionismo muito melhor do que nós.
Contudo, Alex Jones não acredita que os sionistas tenham muita influência na América (o que me faz rir, basta pensar em Hollywood, a indústria musical americana, na mídia, bancos e corporações líderes em seus segmentos).
Como exemplo temos um programa de 2006, onde responde a um ouvinte que quer saber mais sobre este artigo que afirma que Israel influencia a política exterior americana.
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Ele começa respondendo a pergunta, mas subitamente passa a culpa dos problemas mundiais para outros grupos, como os Chineses:
“senhor, escute, os chineses comunistas detém todos nossos grandes portos[...]”
e o Rei da Espanha:
“[...] nossas vias expressas foram tomadas pelo rei da Espanha[...]”
Então ele pergunta a seu convidado, David Ray Griffin, que escreveu O Novo Pearl Harbor, mas este também não fala sobre o Sionismo. De fato, ninguém que vai ao programa de Alex Jones fala abertamente e de modo sério sobre o Sionismo. Coincidência? Não para mim.
Também em 2006, em uma entrevista com Robert Gaylon Ross, várias vezes Jones parece fazer seu “controle de dano”, ao levar as críticas para longe do Sionismo e de Israel.
Por exemplo, no trecho abaixo, Jones fala sobre os “Controladores Luciferianos”,responsáveis pelos problemas mundiais.
Jones fala sobr eo raio-x de 110.000,00 crianças judias sefarditas, mas diz que o governo americano pagou pela operação. Isso implica que os americanos de alguma forma estão envolvidos. Mas, Jones falha em não dizer quem no governo americano ajudou a financiar a operação e porque ajudaram.
O provável é que o financiamento tenha vindo de Sionistas, Crypto Judeus, Judeus Sionistas ou suas marionetes dentro do governo americano. Contudo, ao dizer que o governo financiou, Jones tira a culpa dos Sionistas e joga diretamente no colo do Governo Americano.
E então Jones diz: “Por que, por que eles sempre tentam matar os judeus?”
Isso faz com que os judeus sejam eternas vítmas dos misteriosos “eles”.
E assim, a cortina de fumaça continua…
Estes foram apenas alguns exemplos que mostram que devemos duvidar do que Alex Jones diz, e não sairmos propagando suas informações como ele sugere.
Devemos sim, ver seu movimentos, analisar suas observações, mas sempre tendo em mente que ele em si é um agente da desinformação, e que sempre tentará tirar os Sionistas de foco, atribuindo a culpa a outros.
Como vemos, Jones e sua família realmente não são o que aparentam ser.
Terremoto no Haiti – mais um exemplo do PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO
PROBLEMA-REAÇÃO-SOLUÇÃO
A manipulação dos Illuminati é feito através da mente e das emoções. Existem muitas pessoas e muitos poucos Illuminati para controlar as pessoas fisicamente, exceto em pequena escala. Eles tem de manipular o que as massas pensam e sentem, para que possamos viver nossas vidas e ver o mundo da maneira que os Illuminati querem que vejamos.
O método preferido dos Illuminati fazerem seus movimentos conforme o planejado é chamado de Problema-Reação-Solução, e funciona assim:
Digamos que você queira começar algo que você sabe que as pessoas não irão gostar. Isso pode ser dar mais poder a polícia, continuar tirando nossos direitos básicos, começar uma guerra, inocular a população com doenças ou mesmo invadir um local estratégico. Você sabe que se anunciar essas políticas publicamente, a sociedade certamente irá contra.
Assim, primeiro você cria um PROBLEMA – aumento da criminalidade, atentados terroristas, o colapso de algum governo, arruma alguma marionete como Saddam Hussein para ir à guerra, ou cria uma falsa organização terrorista como Osama Bin Laden e a Al Qaeda, para fazer a sua própria empreitada bélica.
Tenha certeza que você tem alguém para ser culpado pelo problema, e não você – a real pessoa por trás de tudo. Então você cria um bode expiatório – como os políticos brasileiros são experts em fazê-lo – e usa sua mídia para dizer as pessoas o que elas devem pensar sobre esse seu evento manipulado e quem eles devem culpar. Dá-se início à segunda parte, a REAÇÃO da população – que costuma ser: “Isso não pode ficar assim! O que ELES irão fazer à respeito?
Bingo. Examente o que queriam. Isso permite que ELES (na verdade, você) ofereçam a SOLUÇÃO para os problemas que eles mesmos criaram – uma nova legislação que continua avançando na consolidação do poder global ou na erosão de mais direitos básicos ou da soberania de um país. Essa técnica tem sido usada há muito tempo – Dioclesiano já fazia isso em Roma. Em tempos modernos, vimos isso no Holocausto, no Bombardeio de Oklahoma City, no 11 de Setembro, no furacão Katrina em Nova Orleans, no ataque do PCC em São Paulo, a Pandemia do H1N1 e, mais recentemente, no HAITI.
O país obviamente não representa uma ameaça para os EUA, tampouco possui recursos naturais que atraiam os americanos e seus associados. Contudo, se considerarmos o contexto latinoamericano, que vive o auge em seu processo de recuperação de soberania, o Haiti possui uma posição geográfica chave no Caribe na vigilância e manutenção do estado de controle.
Além disso, sendo o Haiti um dos países mais pobres do mundo, é tratado pelos Illuminati como um campo de experiências – semelhante à África.
Vejamos então à quem, e como tudo isso interessa.
O HAARP é usado. Apenas 48 horas depois do mundo conhecer as consequências de um terremoto de 7.3 graus na escala Ritcher* registrado no Haiti, Barack Obama anunciava que 3 mil e 500 soldados americanos partiriam de imediato para o Haiti em um gesto de “solidaridade”. Hoje o número passa de 10000 soldados.
O Brasil, que passou anos administrando aquele pepino que é o Haiti (e feliz da vida, porque a ONU deu uma missão “importante”), rapidamente foi tirado do comando. Com a tragédia gerando “solidariedade” de dezenas de países (os Amigos do Haiti, que já fizeram um compromisso “solidário” de 10 anos onde reconstruirão, desenvolverão e lucrarão muito com o país), o aeroporto de Port au Prince não aguentou e entrou em colapso. De imediato os EUA assumiram controle direto do aeroporto.
Nos EUA e em outras localidades, ONGs estão incentivando a adoção de haitianos. O que não se comenta é que o número de haitianos desaparecendo é muito maior do que os que estão sendo oficialmente enviados para outros países.
Nesse ínterim, as Forças de Defesa de Israel montam seu hospital militar não-autorizado em um campo de futebol, e logo dá-se início ao roubo de orgãos e tecidos para transplantes.
Como vemos, todos os ramos dos Illuminati ganham: a indústria médica e farmacêutica, construção, segurança e inteligência, controle do espaço aéreo, mídia, dentre outras. Quem nada ganha com isso é o Haiti e seu povo.
* Para terem uma idéia de que falamos, segundo Roger Searle, professor de geofísica na Universidade de Dirham (Reino Unido), o terremoto de Haiti foi 35 vezes mais potente que a bomba de Hiroshima. Também comparou a energia liberada pelo terremoto com a explosão de meio milhão de toneladas de TNT.
Contudo, segundo a tese de Searle, a energia liberada no terremoto do Haiti foi uma centésima parte do que ocorreu durante o Tsunami na denominada Banda Aceh, ao sul da Ásia (também causado pelo HAARP, mas com um “erro de dosagem”).





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