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Posts Tagged ‘Big Pharma’

PostHeaderIcon O Gengibre e o Doril

A Farmáfia faz propaganda como ninguém. Tá certo que utilizam agências com as melhores cabeças para enganar a população exatamente como as outras indústrias sacanas, como a do cigarro, do álcool (principalmente a cerveja) e tantas outras, mas a Farmáfia ganha de longe.

Pense bem, ela consegue nos vender, durante uma vida inteira, venenos (para doenças criadas tambêm pela mesma indústria farmacêutica) que nos matam à longo prazo, disfarçados de “saúde”. E tudo isso sem usar um monte de mulheres gostosas e seminuas  na tela de uma tv.

As cabeças pensantes e propagandistas da Farmáfia preferem uma abordagem diferente dos outros segmentos Illuminati, mais cara a cara. A Farmáfia quer conhecer muito bem o seu cliente – a saber, jovens e velhos médicos, químicos, farmacêuticos e donos de drogarias, empresas de planos de saúde e hospitais, etc. E a melhor forma de se fazer isso não é através da tv ou outra mídia, mas através do lobby, em seus mais diversos níveis que vão desde a pequena comissão para o proprietário de uma drogaria até a compra de um governo para a aprovação de um medicamento.

E nós, a população, não somos vistos como seres que devam ser saudáveis física, mental, emocional e espiritualmente. Nós somos os consumidores, apenas isso. Para que serviríamos se estivéssemos todos muito saudáveis? E se alguém vende algo ruim por tanto tempo, é claro que se tornou um grande mestre em como disfarçar coisas ruins em coisas maravilhosas.

Uma parte principal dessa estratégia é o cerne de toda estratégia Illuminati: suprimir as informações verdadeiras, mantendo a população na ignorância o máximo possível.

Por quanto tempo não fomos bombardeados com chavões como “tomou doril, a dor sumiu”? E agora, a sionista Globo continua seguindo sua agenda pró novo Codex Alimentarius e colocou novamente o Dráuzio Varela – o mesmo que diz que trata a AIDS em presídios mas ao mesmo tempo é um grande disseminador das manipulações Illuminati, graças ao seu jeito meio manso, seu tipo magrinho e seu enorme carisma – para pregar o novo Codex Alimentarius sem que a maior parte da população sequer perceba. Para fazer com que engulamos, gole a gole, a estupidez que proporciona enorme$ cifra$ de que as plantas só são boas depois de imensamente estudadas, registradas e terem seus compostos patenteados. É o mesmo que dizer que a natureza só é medicinalmente boa se estiver em um comprimido…

Cada um de nós sabe que a natureza tem sempre algo a nos oferecer, independente do que seja. Apenas não buscamos esse tipo de informação, ou, quando a obtemos, não colocamos o aprendizado em prática.

Quanto você ou sua família gasta mensalmente com farmácia? O que você toma quando tem aquela dor, seja de cabeça ou muscular? Tomou Doril e a dor sumiu? Não seria “tomou Doril, a dor dormiu”??? 

Reproduzo abaixo uma matéria muito interessante sobre o gengibre e as dores.

***

(Natural News) Esqueça a aspirina e outros comrpimidos da Big Pharma para dores musculares. De acordo com um novo estudo recém publicado no Journal of Pain, produzido pela American Pain Society, doses diárias de gengibre cru ou tratado com calor efetivamente alivia dores musculares e desconforto – e isso inclui dor severa causadas por exercícios estenuosos.

Por séculos o gengibre é usado por praticantes da medicina chinesa e pelos métodos tradicionais indianos e japoneses para tratar um paciente com condições que incluem vômito e náusea, tosse crônica, enjôo matinal, cólicas intestinais e enxaqueca. Também tem sido usado para tratar tanto artrite reumatóide quanto osteoartrite. Contudo, a medicina ocidental só agora começou a estudar sériamente as qualidades medicinais do gengibre.

Até o momento, vários estudos mostram que o gengibre parece possuir proriedades anti-inflamatórias e analgésicas similares a drogas anti-inflamatórias sem esteróides, mas sem os efeitos colaterais (que podem incluir sangramento gastrointestinal e úlceras). Em um estudo, tomando uma dose diária de gengibre (30 a 500 mg) de quatro a trinta e seis semanas reduziram com sucesso as dores em joelhos em pessoas que sofrem de osteoartrite.
Agora, em uma nova pesquisa da University of Georgia and Geogia College and State University (GCSU), cientistas encontraram ainda mais evidências de que o gengibre é um excelente aliviador muscular. Os cientistas trabalharam com 74 estudantes voluntários que foram divididos em três grupos. Um grupo tomou gengibre cru, o segundo, gengibre aquecido e o terceiro grupo recebeu um placebo.

A dor muscular foi induzida nos voluntários através de 18 exercícios exêntricos. Eles então foram testados durante 11 dias consecutivos para verificar se aqueles que tomavam gengibre tiveram as dores reduzidas. E foram reduzidas dramaticamente.
Os estudos mostraram que tanto o gengibre cru quanto o aquecido reduziram a intensidade da dor muscular em 25 e 23 porcento, respectivamente.

Outra novidade sobre o gengibre: em um estudo publicado no Pediatric Blood and Cancer Journal, pesquisadores do All India Institute of Medical Sciences em Nova Delhi, documentaram que o gengibre reduziu significativamente vômitos e náuseas em crianças sujeitas à quimioterapia para o câncer. Um outro estudo publicado esse mês no jormal Molecular Vision sugere que o gengibre pode prevenir ou atrasar o desenvolvimento de cataratas em diabéticos.

PostHeaderIcon TV Ecocidio – Canal #1: A Verdade Sobre a Maconha

CANAL #1 -  A VERDADE SOBRE A MACONHA

Compilação de material informativo sobre a planta medicinal mais conhecida e utilizada pela humanidade desde o Egito Antigo, mas excluída e estigmatizada pela sociedade moderna ocidental pelas mesmas razões illuminatis que estamos acostumados a ver: poder, controle e dinheiro!

A planta da maconha, o cânhamo, tem o poder de, sozinha, afetar uma série de indústrias-chave, e logo, seus donos – gordos, gananciosos, elitistas e escravagistas – pois é uma planta completa. Além de seu inestimável valor medicinal (inalado ou utilizando seu óleo tópicamente ou ingerido), com o cânhamo produz-se papel, tecidos, construções, resinas, isolantes, painéis de automóveis (a fibra do cânhamo não quebra como o plástico e é usado na indústria automotiva euroéia desde 2002), laminados e… alimentos (leite, tofu, farinha, azeite, semente frita…), todos com qualidade superior, baixo custo de produção e mínimo impacto ambiental.

GRASS – Documentário extremamente esclarecedor que nos mostra uma das reais razões dos EUA terem proibido a maconha, criado toda uma fraudulenta indústria governamental anti-drogas utilizando a maconha como pretexto, e mais, como eles exportaram esse modelo para mais de 100 países, incluindo o Brasil, fazendo com que o dinheiro público seja usado para a promoção de violência e não a solução de problemas. Explica claramente e sob diferentes perspectivas, como a maconha – mesmo a fumada – não deveria ser tratada como uma droga, muito menos como ilícita.

OS BARÕES DA MACONHA – Um documentário produzido pela TV Record, expondo a produção da maconha do Paraguai, o maior produtor de maconha da América Latina e o segundo do mundo. Apresenta os quarenta anos em que o Baronato permaneceu paraguaio, e, em certo sentido, propiciava melhor qualidade de vida para uma cidade. Esse panorama mudou dramáticamente com a chegada de Fernandinho Beira-Mar, sua cocaína e o estilo brasileiro de traficar. Vale lembrar que todo o dinheiro gasto inutilmente pelos governos com o combate ao tráfico se deve justamente aos próprios governos, com suas leis e mentalidades antiquadas, dominadoras, escravagistas e claro, feita de e para a elite, a mesma elite que controla os governos e o tráfico organizado (um comércio monopolizado).

Rick Simpson e seu óleo de maconha que cura o câncer e outras enfermidades, sem oferecer efeitos colaterais. O óleo é proibido e Rick foi preso. Por que será?!

RUN FOR THE CURE – O documentário mais incômodo para os Institutos de Câncer, os Ministérios da Saúde e as indústrias farmacêuticas de todo o mundo. Enquanto esses seguem com sua falsa história de que buscam o tratamento do câncer, mas fazem exatamente o contrário – alimentam a indústria dos falsos remédios e curas, e promovem mais mortes do que soluções efetivas – o documentário de Rick Simpson mostra sua luta para tentar apresentar ao governo canadense e instituições de saúde a cura natural do câncer (uma das várias) e de muitas outras enfermidades, e o preço que pagou por isso.

Está mais do que na hora de vencermos preconceitos idiotas, pautados em falsos estudos oriundos da ganância extrema de uma elite opressora, que insiste em deter o controle total dos recursos naturais da terra, e nos oferecendo em troca venenos químicos das mais variadas formas, violência e outros males que nos mantêm na posição de dominados, e não de seres livres, o estado natural do ser humano.

PostHeaderIcon BigPharma/Farmáfia exposta – Como os remédios são “testados”

A Face Oculta da Indústria Farmacêutica, da Medicina e da Ciência

Por: Sonia Shah

A indústria multinacional farmacêutica gasta quase 40 bilhões de dólares por ano para desenvolver novos medicamentos. Para isso, mobiliza uma crescente parcela dos cientistas mais experientes do mundo e a mais sofisticada tecnologia médica.

Com tal investimento maciço poderia se esperar um aumento do número de medicamentos de impacto dirigidos para os flagelados da humanidade. No entanto, esse ano, só a malária atingirá 500 milhões de pessoas no mundo, e matará cerca de três milhões. Os remédios mais modernos de que os médicos dispõem para tratá-los são anti-diluvianos: um medicamento chinês de mil anos, que substitui uma droga desenvolvida há mais de 50 anos [1].

A indústria famacêutica não desprezou as partes do mundo assoladas por doenças como a malária. Pelo contrário: nunca antes os fabricantes de remédios deram tanta atenção aos pobres do mundo. Os grandes laboratórios estão realizando milhares de ensaios clínicos nos países em desenvolvimento — Bulgária, Zâmbia, Brasil e Índia, por exemplo. Aninhado contra as favelas enegrecidas de fuligem em Mumbai ergue-se o reluzente prédio branco da Novartis, onde os pesquisadores franzem as sobrancelhas na busca de novas drogas. Ao redor das que se espalham cercando a Cidade do Cabo, ficam os cintilantes laboratórios de teste da Boehringer Ingelheim. Recentemente, a Pfizer, a Glaxosmithline (GSK) e a Astrazeneca instalaram centros globais de testes clínicos na Índia. Ano passado, a GSK realizou mais da metade dos seus testes de drogas novas fora dos mercados ocidentais, escolhendo em particular países de “baixo custo” para os testes “deslocalizados” [2].

As empresas não estão lá para curar os males dos doentes pobres que fazem fila em suas reluzentes clínicas de pesquisa. Os fabricantes de drogas foram aos países em desenvolvimento para fazer experimentos com as multidões de doentes miseráveis. Utilizam-se deles para produzir os remédios destinados às pessoas cada vez mais saudáveis em outros lugares, em particular ocidentais ricos que sofrem os desgastes da idade, como doenças cardíacas, artrite, hipertensão e osteoporose. Essa tendência — desenvolver drogas para os ricos globais testando-as nos pobres globais — além de não ser um investimento de recursos científicos preciosos, ameaça os direitos humanos e a saúde pública global.

Num mercado de bilhões, 100 mil “voluntários” para cada droga

Os Estados Unidos são o maior mercado de remédios do mundo. O norte-americano médio leva para casa dez receitas médicas por ano. Desde 2000, a indústria farmacêutica cresceu 15% por ano, triplicando o lançamento de drogas experimentais entre 1970 e 1990. Isto se deve, em grande parte, a mudanças nos regulamentos dos EUA sobre remédios. Em 1984, a agência norte-americana de medicamentos e alimentação (Food and Drug Administration, FDA) estendeu as patentes dos fabricantes para novas drogas; em 1992, começou a aceitar pagamentos de fabricantes em troca do exame e liberação mais rápida de suas drogas novas e, em 1997, suprimiu as regras que baniam anúncios de televisão para os remédios novos. Essa mudança bastou para trazer uma grande transformação na indústria. Pela primeira vez, permitiu-se aos fabricantes de remédios dirigir as propagandas mais atraentes dos remédios novos diretamente a um grande número de consumidores, sem a mediação cética de um médico.

Há muito dinheiro a ganhar vendendo remédios para norte-americanos: a indústria de medicamentos é uma das mais lucrativas do mundo. O problema é que quanto mais apreciam remédios, menos pessoas estão dispostas a se inscrever nos testes clínicos exigidos para desenvolver os novos. Cada droga nova exige cerca de quatro mil voluntários para os testes clínicos, o que por sua vez significa que 100 mil pessoas têm de ser atraídas para os ensaios iniciais. Por que tantos? Porque não é fácil desenvolver novos remédios para doenças do coração, artrite, hipertensão e outras condições crônicas não contagiosas.

Apesar do máximo esforço da indústria, a maioria das novas drogas destinadas a tratar dessas doenças tem eficácia apenas marginal. Algumas são similares a uma pílula de placebo. “Você sempre tem que batalhar para encontrar uma diferença” entre os pacientes tratados e não-tratados, diz um pesquisador clínico veterano. Não é preciso testar muitos pacientes para provar a eficácia, por exemplo, da insulina para pessoas em coma diabético, porque o efeito da droga é muito visível. Mas provar que drogas de baixa ação, como antialérgicos, medicamentos para o coração ou pílulas antiinflamatórias têm uma eficácia real exige um grande número de pessoas testadas.

A necessidade da indústria encontrar voluntários para experimentos é imensa. Entretanto, pouco mais de um em vinte norte-americanos estão dispostos a participar de testes clínicos. A razão é óbvia. Por que se expor a compostos experimentais, não testados, quando o leque de alternativas comprovadas está ao alcance das mãos?

Quanto mais doenças e “eventos”, mais fáceis e rápidos os testes

Para resolver o problema, os fabricantes das drogas fazem testes para comparar o efeito dos seus remédios novos com o de um placebo. Basta provar à FDA que um medicamento novo funciona melhor do que nenhum. É um padrão simples que dá um resultado mais claro em menos tempo. O único problema com os testes de placebo é que exigem um número suficiente de pessoas que queiram participar de um experimento em que podem não receber tratamento algum – uma tarefa cada vez mais impossível, especialmente no Ocidente mergulhado em remédios.

Como resultado, 80% dos testes clínicos da indústria farmacêutica falham em cumprir os prazos de recrutamento. Para cada dia de atraso no desenvolvimento de uma droga, as companhias perdem cerca de um milhão de dólares em vendas, enquanto seus concorrentes ganham mercado.

Se as pessoas nos países em desenvolvimento estivessem sofrendo apenas de malária e doença do sono, é claro que não interessaria fazer testes nesses lugares. Mesmo que cada doente de malária tivesse um dólar para gastar com remédios – o que não acontece – esse mercado não seria grande o bastante para deslocar pesquisadores da indústria para laboratórios. Um mercado de 200 milhões de dólares, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) [3], é o mínimo necessário para despertar o interesse da indústria.

Não importa. Atualmente, além de malária e tuberculose, as pessoas dos países em desenvolvimento sofrem das doenças nas quais os fabricantes de drogas dos mercados ocidentais estão mais interessados. De acordo com a OMS, 80% das mortes por doenças crônicas não contagiosas, como males cardíacos e diabetes, agora ocorrem nos países em desenvolvimento. Há mais diabetes tipo II na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Em alguns lugares da África, uma em cada cinco pessoas sofre de diabetes e 20 milhões de africanos padecem de hipertensão [4].

África do Sul: “um país ótimo para a AIDS”…

De acordo com a OMS, as implicações desse fenômeno para a saúde pública “são inquietantes e já estão aparecendo”. Por serem pobres e sofrerem incômodos de saúde mais prementes, poucos pacientes são tratados. Inevitavelmente, sofrem mais complicações do que os pacientes bem tratados do Ocidente. Isto oferece uma oportunidade para os testes industriais. Para provar que um remédio para o coração funciona, por exemplo, é preciso mostrar que quem não toma esse remédio sofre mais “eventos” — sejam ataques cardíacos ou mortes — do que quem toma o remédio. Os testes nos países pobres podem completar-se muito mais depressa. Como observou um executivo de uma companhia de testes clínicos, durante uma conferência sobre a adequação dos países pobres para testes clínicos: “se não houver eventos suficientes, você nunca vai terminar seu teste”.

Outro executivo de companhia de testes clínicos afirmou: “A África do Sul é um país ótimo [para AIDS]”, por causa do grande número de pacientes infectados pelo HIV ainda não tratados com drogas anti-virais. Com freqüência os fabricantes de drogas ficam frustrados em suas tentativas de provar que as novas drogas funcionam nos corpos impregnados de medicamentos dos ocidentais testados. Há tantas drogas em seus organismos que é cada vez mais difícil observar o efeito do composto experimental. Assim, os pacientes-virgens – pessoas doentes pobres demais para obter tratamento médico – são altamente valorizados nos testes clínicos.

Mas o grande atrativo para a localização dos testes em países mais pobres é a rapidez. Na indústria farmacêutica de hoje, onde os fabricantes de remédios manobram para ser os primeiros do mercado com a última insulina aspirada ou o novíssimo anti-depressivo, a velocidade é essencial. Nos países ocidentais, recrutar um número suficiente de voluntários para testes pode levar meses e até anos. Nos países em desenvolvimento, o recrutamento é rápido. Na África do Sul, a Quintiles alistou três mil pacientes para testar uma vacina experimental em nove dias. Em doze dias, recrutou 1.388 crianças para outro teste. Além do mais, no Ocidente, de 40 a 60% dos inscritos são instáveis e acabam largando os testes clínicos, incomodados por efeitos colaterais desagradáveis ou pelo inconveniente de se deslocar até a clínica. Em lugares como a Índia, as companhias de testes clínicos dizem que conservam 99,5% dos voluntários inscritos [5].

Não é fácil para os fabricantes de drogas ocidentais levarem seu negócio de testes clínicos para os países pobres. Muitas vezes, eles precisam traduzir documentos, equipar clínicas e hospitais sem recursos, treinar os médicos locais e lidar com uma burocracia estrangeira e freqüentemente corrupta. Mas, apesar desses desafios, para a maior parte dos grandes fabricantes de drogas, realizar os experimentos em países em desenvolvimento tornou-se uma necessidade. Empresas que oferecem consultoria sobre como realizar testes nesses países floresceram, tornando-se uma indústria secundária.

Grandes empresas de testes multiplicam filiais no Sul do planeta

As companhias de testes clínicos (também chamadas organizações de contratos de pesquisa, ou CROs) como a Quintiles e a Covance ostentam escritórios e consultórios por toda parte dos países em desenvolvimento. A Quintiles tem clínicas no Chile, México, Brasil, Bulgária, Estônia, Romênia, Croácia, Letônia, África do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Tailândia. A Covance alardeia que pode fazer testes em 25 mil centros médicos, em uma dezena de países. A imprensa comercial da indústria dos testes clínicos exalta-se com entusiásticos artigos como “Sucesso com testes na Polônia” e “Oportunidades de um bilhão de dólares em pesquisa clínica na Índia”. “Descubra a Rússia”, diz uma manchete de uma revista de propaganda, que lembra estranhamente a exuberância de um guia turístico, “para fazer pesquisa clínica”. “Vá esquiar onde existe neve”, recomenda outro anúncio de uma companhia que vende serviços de testes clínicos em países pobres. “E vá fazer testes clínicos onde existem doentes”.

E então, qual é o problema? Os testes clínicos oferecem por toda a parte melhor tratamento do que as clínicas regulares, que fazem os pacientes esperar o dia inteiro em seus consultórios quase vazios. Os pacientes pobres poderiam considerar-se com sorte por participar de testes clínicos – e a alegria com que eles acorrem sugere que sabem disso. Ainda por cima, as clínicas e hospitais nos países pobres têm acesso a tecnologia avançada e freqüentemente capitalizam-se com o novo equipamento que os fabricantes de drogas trazem para que realizem os testes. “Recebemos alguns equipamentos”, lembra um pesquisador clínico da Índia, “e eles não os pediram de volta”.

Ser uma cobaia humana pode ser um papel que os ocidentais não querem mais fazer, mas isso não quer dizer que não é um bom negócio para os pobres. Por que não mandar os testes para lá, do mesmo jeito que mandamos as fábricas tóxicas e as sweatshops? [6] É melhor do que nada. “Disseram [que eu] estava levando vantagem!”, queixou-se um pesquisador industrial criticado por fazer testes em países pobres. “Mas sem o teste, aquelas crianças morreriam!” Na incansável análise custo-benefício tão popular nos Estados Unidos, exportar desagradáveis testes clínicos para países pobres faz sentido. “Acho que em geral é bom para as pessoas participar de testes clínicos”, diz o diretor médico da FDA, Robert Temple. “Metade das pessoas recebe medicamentos ativos e melhor tratamento”, diz ele. “A outra metade…[recebe] melhor tratamento”.

Entretanto, oferecer o corpo à ciência não é o mesmo que dar um dia de trabalho numa fábrica. Mesmo o emprego superexplorado no sweatshop, seja como for, oferece benefícios palpáveis ao indivíduo, ainda que magros: trabalho, um pequeno contracheque. O teste clínico não garante nada. Na escala da comunidade, os pesquisadores podem equilibrar os riscos e benefícios. Mas não há garantia de que um voluntário será mais beneficiado do que prejudicado num experimento (O fato de que existe uma incerteza, naturalmente, é parte da razão pela qual uma experiência é realizada).

Eles têm mais disposição para ser cobaias”

O pré-requisito absoluto à procura ética sobre os seres humanos – como está codificado em inúmeros documentos, inclusive na Declaração de Helsinki [7], da Associação Médica Mundial e no Código de Nuremberg [8] – pressupõe que os recrutados para a pesquisa sejam informados e consintam voluntariamente. A condição de voluntário significa que a pessoa pode entrar ou sair: não pode haver coerção, ainda que sutil — seja sob a forma de um pacote de compensações excessivamente generoso ou do acesso a cuidados médicos de outro modo inatingíveis, para influenciar indevidamente a decisão potencial do voluntário de expor-se a um teste experimental (Quando ativistas contra a AIDS pediram que os pesquisadores garantissem tratamento por toda a vida para os voluntários que fossem infectados durante o teste de alguma vacinas, os pesquisadores argumentaram que tal exigência violaria o princípio do consentimento voluntário. O negócio ficaria bom demais: até gente não infectada poderia inscrever-se só para conseguir remédio de graça).

E ainda assim, um crescente conjunto de evidências sugere que os voluntários em países em desenvolvimento não consentem espontaneamente em ser testados. Especialistas em bioética rastreiam o número de pessoas que se recusam a participar ou que desistem dos testes como uma espécie de indicador a posteriori. Nessas duas ocasiões, mostram que entendem que sua participação nos testes é voluntária. As taxas de recusa e desistência nos testes ocidentais podem atingir 40% ou mais. Mas, quando a Comissão Consultiva Nacional de Bioética da França realizou um estudo anônimo com os pesquisadores clínicos atuantes nos países em desenvolvimento, 45% deles disseram que os voluntários nunca se recusavam a participar dos testes.

A grande velocidade de recrutamento nestes testes – três mil voluntários para um teste de vacina, em nove dias, ou mil e trezentas crianças para um teste, em 12 dias – sugere, do mesmo modo, que não há desistências ou recusas. Eram muito poucos, se é que havia, os que diziam “não”. [9]

Num estudo sobre a qualidade do consentimento de voluntários alistados em testes de prevenção contra o HIV, na África do Sul, mais de 80% dos voluntários disseram que não sabiam que podiam desistir do teste se quisessem. Resultados similares foram obtidos num teste em Bangladesh [10]. Essa prova de coerção seria motivo para realizar poucos testes nessa população, mas está sendo usada para realizar mais testes. O fato de que os potenciais recrutados não dizem “não” é um aspecto vendável para as companhias de testes clínicos em atividade nos países em desenvolvimento. De acordo com um artigo no Applied Clinical Trials, os voluntários russos “não faltam às consultas, tomam todas as pílulas necessárias e só muito raramente voltam atrás. Os russos fazem o que os médicos mandam. Que fenômeno!”. Uma história de Centro de Vigilância sobre Testes, na China notou, do mesmo modo, que “os chineses não estão completamente emancipados como nos EUA. Eles têm mais disposição para serem cobaias”.

Agências de supervisão fecham os olhos para testes em países pobres

A supervisão européia e norte-americana destes testes é mínima. Quando um fabricante de drogas decide lançar uma experiência clínica nos Estados Unidos ou na Europa, primeiro precisa alertar as autoridades reguladoras e enviar todos os dados pré-clínicos – dados de laboratório e de testes com animais, junto com planos detalhados de como planeja usar a droga experimentalmente em seres humanos. Dados de testes no exterior são aceitos pelas autoridades reguladoras norte-americanas e européias, mas nenhuma exige que os fabricantes de drogas alerte-as antes de iniciarem os experimentos no exterior. Para esses testes, a única exigência é que a Declaração de Helsinki ou regras locais que por acaso garantam mais proteção sejam observadas. Se falharem – e 90% das drogas que entram nos testes clínicos falham em obter a aprovação regulatória – e não forem usados para apoiar o lançamento no mercado, então não há de fato controle norte-americano ou europeu sobre os experimentos. Sem descrição em parte alguma, os testes que fracassam nos países pobres simplesmente desaparecem sem deixar traços.

Nesse caso, a Declaração de Helsinki é suficiente? Poderia ser. O principal mecanismo de força da Declaração de Helsinki está nos comitês independentes – comitês de ética – que devem aprovar e supervisionar testes clínicos para assegurar que os direitos dos voluntários sejam protegidos. Seria ótimo se a infraestrutura ética e regulatória nesses países estivesse à altura da tarefa. Mas há provas indicando que em pelo menos alguns desses países, provavelmente não é assim. A Índia é um exemplo.

Funcionários do governo na Índia estão interessados na expansão dos testes clínicos, pois vêem uma possibilidade de lucro. Vários funcionários dizem que esperam expandir testes patrocinados pela indústria – de U$ 70 milhões para U$ 1 bilhão por ano. Eles instituíram várias mudanças em suas regras para facilitar os testes clínicos. As drogas experimentais não precisam demonstrar nenhum “valor especial” para a Índia, como antes. E as companhias que investem em pesquisa e desenvolvimento gozam de isenções de impostos por 10 anos [11]. A indústria dos testes clínicos é vista como um bom negócio para a Índia. De acordo com o Economic Times, o principal jornal de negócios do país, “as oportunidades são grandes, as multinacionais estáo ávidas, as companhias da Índia estão querendo. Temos as competências, as pessoas e temos uma vantagem que a China não tem e provavelmente nunca terá. O melhor é que esse é um tipo de deslocalização contra a qual os trabalhadores americanos não estão inclinados a protestar.”

O conflito de interesses dos reguladores do governo indiano não é insuperável. Uma possível abordagem seria aumentar a supervisão sobre os voluntários de testes. Mas, ao contrário, em quase todas as áreas de prática e pesquisa médica da Índia existe uma clara lacuna de regulamentos.

Índia, o laboratório ideal: não há código de ética médica

O ensino médico é pouco regulamentado. Escolas de Medicina foram flagradas contratando professores falsos para tapear inspetores, vendendo matrículas e leiloando títulos. Uma vez diplomados, os médicos, na Índia, não precisam demonstrar competência.

A prática clínica é insuficientemente normatizada. A Associação Médica Indiana não adota código de ética algum, de modo que quando três quartos dos médicos em Surat fugiram da cidade, durante um surto de peste – que poderia ser tratada por antibióticos se houvesse médicos para receitá-los –, as autoridades médicas nacionais ficaram em silêncio.

O mercado farmacêutico é notoriamente sub-regulamentado. Há cerca de 70 mil marcas de remédios disponíveis, com apenas 600 inspetores. Em um estudo, descobriram-se cerca de 70 combinações de remédios ineficazes ou perigosas no mercado (continuam a ser vendidas sob mais de mil marcas diferentes). Vendem-se remédios para indicações mal definidas como “queda intelectual”, “desajuste social” e “deterioração do comportamento”. Uma pesquisa de uma revista, em 2003, descobriu que um em cada quatro dos remédios que estavam disponíveis eram falsos ou abaixo dos padrões. Numa batida em 2003, na cidade de Patna, sete entre nove farmácias estavam operando sem licença. Pelo país afora, receitas de remédios são rotineiramente conseguidas por cima do balcão [12].

No entanto, de acordo com o conhecido perito em drogas Chandra Gulhati, editor do Monthly Index of Medical Specialties in Índia, “mesmo que uma companhia faltosa seja apanhada com a boca na botija em atividades ilegais, é liberada, por razões melhor conhecidas pelos reguladores, com uma ligeira advertência”.

De acordo com o principal bioeticista do país, Amar Jesani, “não há cultura ética na profissão” na Índia. Foram necessárias três décadas, após a primeira formulação da idéia do consentimento informado – durante o julgamento dos médicos nazistas em Nuremberg nos anos 1940 –, para que os Estados Unidos lhe dessem força de lei. Levou mais duas décadas para que a instituição da pesquisa médica dos EUA incorporasse os novos padrões em seu licenciamento, ensino e práticas clínicas. Esse processo tinha que ser iniciado em países como a Índia, onde em 2003, nenhuma escola de Medicina dava cursos de ética médica. Para supervisionar testes clínicos patrocinados pela indústria, comitês de ética são devidamente organizados, mas de acordo com o ativista da saúde Sandhya Srinivasan, eles não funcionam para proteger voluntários e sim para “possibilitar a divulgação”.

Esterilizações involuntárias, doentes de lepra sem tratamento

Não é surpreendente que tenha havido uma série de escândalos na pesquisa e prática médica por todo o país. Nos anos 1970, a quinacrina, remédio contra a malária, foi distribuído para milhares de mulheres sem instrução, provocando-lhes a esterilização permanente. A droga tinha sido desaprovada para esse uso e muitas das mulheres disseram, posteriormente, que tinham sido enganadas para tomá-la. Nos anos 1980, um anticoncepcional injetável — já retirado do mercado — foi testado em aldeãs que declararam que “não faziam idéia de que estavam participando de um teste”. Num experimento com a lepra, patrocinado pelo governo em 1991-1999, voluntários disseram que não sabiam que o teste era com placebo.

No fim dos anos 1990, pesquisadores do governo realizaram tratamento de 1100 mulheres analfabetas com lesões pré-cancerosas nas vértebras cervicais para estudar a progressão da doença. Mais tarde, descobriu-se que as pessoas não tinham sido informadas e não tinham dado consentimento. Em 2001, um pesquisador da Johns Hopkins foi apanhado testando uma droga anti-câncer experimental em pacientes com câncer no estado indiano do Kerala, antes da droga ter sido experimentada em animais. Em 2003, um remédio experimental contra câncer foi administrado em mais de 400 mulheres que procuravam aumentar sua fertilidade. A droga era tóxica para os embriões [13].

Países ocidentais também tiveram suas próprias histórias de transgressões, e entre as mais infames delas está o estudo sobre a sífilis do Serviço de Saúde Pública norte-americano de Tuskegee. O tratamento para a sífilis foi negado a dezenas de negros pobres do Alabama rural. O estudo sobre sífilis, quando exposto, levou às primeiras proteções legais a pessoas estudadas em pesquisas nos Estados Unidos, em 1974. Nenhum dos escândalos de pesquisas na Índia, por mais que tenham sido publicizados na imprensa, levou a qualquer proteção legal para os voluntários. Esses fatos não são novidade para os reguladores do FDA, que demonstram uma grande confiança na habilidade dos voluntários em se auto-proteger, oferecendo ou retirando seu próprio consentimento informado voluntário.

Uma prática que solapa a legitimidade da medicina ocidental

Contudo, testes clínicos realizados de forma não-ética fazem mais do que minar os direitos humanos: solapam a legitimidade da medicina ocidental, de modo mais geral. A crise de confiança entre muitas pessoas no mundo em desenvolvimento e a medicina estilo ocidental aprofunda-se diariamente. O espectro de uma explosão de testes clínicos secretos pouco controlados inflama tais reações. Muitos fabricantes de drogas e pesquisadores clínicos concordam que a coerção e a falta de informação são problemas óbvios, mas alegam que as grandes esperanças com a pesquisa biomédica compensam os riscos e sustentam que, se a regulamentação for exagerada, os testes clínicos e o ritmo da inovação médica vão se reduzir e mais pessoas vão morrer.

Esse argumento é fraco, mas comum e poderoso. Pode ser verdade que a qualidade do atendimento nos testes clínicos seja freqüentemente superior ao tratamento normal e que os médicos encarregados dos ensaios tenham acesso à mais recente tecnologia, instrumentos e recursos que eles podem destinar ao cuidado dos pacientes. Esses são benefícios concretos dos testes clínicos. Mas os dados em si não podem significam automaticamente progresso da medicina (qualquer um que tenha visto as mais modernas vacinas apodrecendo em almoxarifados tropicais pode confirmar). O progresso da medicina requer a implementação da pesquisa, não apenas testes, e isso exige que governos, programas de saúde, pacientes e muitos outros atores tenham de fato algo a ver com os dados.

Devíamos exigir que os voluntários pelo menos tivessem acesso aos métodos comprovados nos seus testes, não apenas num futuro hipotético, mas aqui e agora. Com excessiva freqüência, novas drogas desenvolvidas com experimentos em habitantes dos países pobres não são licenciadas para uso nesses países, têm preços proibitivos, ou não são utilizáveis porque a droga não é importante de um ponto de vista clínico. Precisaríamos exigir, também, alguma forma de confirmação ou validação para que o consentimento informado fosse de fato informado e voluntário.

Tais medidas poderiam acabar com alguns testes. Mas como disse o bioético Jonathan Moreno, seria parte do preço que pagamos para reconhecer que há uma diferença entre um rato de laboratório – que não precisa ser consultado se quer participar de um experimento [14] – e um ser humano.

Tradução: Betty Almeida

Notas:
[1] Sonia perfect predator,” Orion magazine, November/December 2006
[2] Ler Jean-Philippe Chippaux, “As vítimas da Big Pharma”, Le Monde Diplomatique-Brasil, junho de 2005.
[3] A OMS foi criada em sete de abril de 1948, com o objetivo de que todos os povos atinjam o mais alto grau de saúde, definida como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença (N.T.).
[4] A chamada “transição nutricional” que originou novos padrões de doenças foi detalhada por completo em: Benjamin Caballero e Barry M. Popkin eds., The Nutrition Transition: Diet and Disease in the Developing World (Londres: Academic Press, 2002)
[5] A rapidez com que as listas são completadas e o grande número de inscritos são informados em sitesî das Organizações de Contratos de Pesquisa (CRO). Ver, por exemplo www.quintiles.com e, também, “Lifting India’s Barriers to Clinical Trials,” CenterWatch, agosto de 2003.
[6] Sweatshops, no original. Em 1850, os suadouros eram fábricas de roupas populares com péssimas condições e salários para os trabalhadores. Hoje, são estabelecimentos que não respeitam direitos dos trabalhadores, empregam trabalho infantil ou escravo e cometem violações graves de leis trabalhistas (N.T.).
[7] A primeira Declaração de Helsinki, que regula a pesquisa médica com seres humanos, data de 1964 e já foi atualizada em 1975, 1983, 1989 e 1996. A Associação Médica Mundial estabelece o compromisso do médico com as seguintes palavras: “A Saúde do meu paciente será minha primeira consideração”. Na versão de 1996, a declaração recomenda o respeito ao bem-estar dos animais utilizados e à integridade do meio ambiente (N.T.).
[8] O Código de Nuremberg, criado em 1947, durante os julgamentos de médicos nazistas que faziam experimentos com seres humanos em campos de concentração, impõe o consentimento dos seres humanos para participar de testes e pesquisas médicas (N.T.)
[9] Ver National Bioethics Advisory Commission, Ethical and Policy Issues in International Research: Clinical Trials in Developing Countries, abril de 2001.
[10] Quarraisha Abdul Karim et al, “Informed consent for HIV testing in a South African hospital: is it truly informed and truly voluntary?” American Journal of Public Health, 1º de abril de 1998, 637-40; e Niels Lynoe et al, “Obtaining informed consent in Bangladesh,” New England Journal of Medicine, 8 de fevereiro de 2001, 460-61
[11] Ken Getz, da consultoria de testes clínicos Center Watch, disse que foi recebido na Índia, como se fosse um chefe de estado. Ver também Narayan Kulkarni, “The trials leader,” Biospectrum, 10 de junho de 2003.
[12] Chandra Gulhati, editor da Monthly Index of Medical Specialties in India, descreve em detalhe as transgressões da indústria farmacêutica indiana. Ver, por exemplo, Chandra Gulhati, “Irrational fixed-dose combinations: a sordid story of profits before patients,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2003. Ver também Arindam Mukherjee, “Pills that kill,” Outlook, 22 de setembro de 2003, 52; e Daniel Pearl e Steve Stecklow, “Drug firms’ incentives fuel abuse by pharmacists,” Indian Express, 17 de agosto de 2001.
[13] Ver Alix M. Freedman, “Population bomb: two Americans export chemical sterilizations to the Third World,” Wall Street Journal, 8 de junho de 1998, A1; Sanjay Kumar, “Sterilization by quinacrine comes under fire in India,” The Lancet, 17 de maio de 1997; Laxmi Murthy, “Contraceptive research: need for a paradigm shift,” One India, One People, julho de 2001; M.D. Gupte e D.K. Sampath, “Ethical issues considered in Tamil Nadu leprosy vaccine trial,” Indian Journal of Medical Ethics, janeiro/março de 2000; Amit Sen Gulpta, “Research on hire,” Indian Journal of Medical Ethics, outubro/dezembro de 2001; e Ganapati Mudur, “Johns Hopkins admits scientist used Indian patients as guinea pigs,” BMJ, 24 de novembro de 2001, 1204.
[14] Ver Libertar os animais, reumanizar a vida, Le Monde Diplomatique-Brasil. E, também, o Manifesto pela Libertação dos Animais, na edição de setembro do LMD, síntese das teorias do professor americano Garry Francione sobre a abolição da exploração animal (N.T.).

Fonte: http://diplo.uol.com.br/2007-05,a1564

Sonia Shah é Jornalista canadense, autora de The Body Hunters: Testing New Drugs on the World’s Poorest Patients, traduzido para o francês por Pierre Saint-Jean, a ser publicado em outubro pela editora Demopolis, de Paris; e de Crude: The Story of Oil (Seven Stories, 2004). Sonia Shah está escrevendo um livro sobre a história e a política da malária.

PostHeaderIcon Fundação Bill e Melinda Gates patrocina uso de nanotecnologia em vacinas

E a onda de novas vacinas – e novos efeitos – continua…

Eles deram $24 Bilhões. Aqui está o porquê.

Já vimos, em vídeo apresentado há pouco tempo aqui no blog, que Bill Gates “ama” vacinas e que essas seriam um meio eficiente de abordar a questão da depopulação humana e esterilidade.

A Fundação Bill e Melinda Gates vem mesmo ganhando a reputação de financiar tecnologias desenvolvidas para a implementação de esterilização em massa e programas de vacinação em todo o mundo. Um dos programas recentemente financiados pela Fundação é um programa de esterilização, que utiliza disparos de ultrasom direcionados ao escroto do homem, para deixá-lo infértil por seis meses. Realmente, trata-se de uma tecnologia de castração temporária…

Agora, a fundação financiou um “novo programa de aplicação de vacinas” baseado em nanopartículas penetrando a pele humana. A tecnologia é descrita como “…um meio de desenvolver nanopartículas que penetrem a pele através dos folículos capilares e explodam em contato com o suor humano, para liberar as vacinas.”

O dinheiro aportado para a pesquisa vai para Carlos Alberto Guzman do Helmholtz Centre for Infection Research na Alemanha e para Claus-Michael Lehr e Steffi Hansen do Helmholtz-Institute for Pharmaceutical Research.

Tudo isso – pesquisadores e instituições – faz parte no envolvimento da Fundação Gates no programa “Grand Challenges Explorations” que clama estar trabalhando para “alcançar grandes desenvolvimentos na saúde global.”

Mas esperem aí… desenvolvimentos significativos como esterilização em massa e vacinas de nanopartículas, cujas partículas podem ser administradas dissimuladamente, mesmo sem seu conhecimento ou consentimento. Imaginem, por exemplo, nanopartículas serem aplicadas em cada passageiro em aeroportos, através de uma nuvem de spray, quando esses passageiros passarem pela segurança aeroportuária. Ou ainda, essas nanopartículas poderiam ser aspergidas através dos sistemas de ventilação em edifícios corporativos ou em escolas públicas. Você nem saberia que está sendo vacinado!

Reputado como um dos homens mais ricos do mundo, Bill Gates está ajudando a financiar a ONU em seus programas de vacinação. Gates, um judeu secular, sionista, já disse que não acredita em Deus. Ele participa regularmente do Fórum do Estado Mundial, realizado anualmente por Mikhail Gorbachev, que acontece na antigo base militar Presidio, na Califórnia.

Pois bem, em um mundo onde restringem nossos direitos, nossa liberdade, nosso crescimento, uma tecnologia como essa pode ser potencialmente muito perigosa para a liberdade de nossa saúde. Ao usá-la, governos ou empresas da Big Pharma – os quais estão juntos no mesmo caminho – bem poderiam criar uma vacina em forma de creme para a pele, que seria vendido como hidratante ou bloqueador solar – pelo simples fato que nanotecnologias não precisam ser descritas em rótulos ou na lista de composição dos produtos. Então, quando alguém estiver usando um “hidratante” ou “protetor solar”, ela poderá estar, em realidade, se auto-vacinando, pois, juntamente com o efeito de proteção solar ou de hidratação, as nanopartículas contidas no produto se enterrarão sob a pele do usuário e estourarão, liberando DNA estrangeiro em seu corpo.

Bem, daí logo virá alguém perguntando: Por que o governo faria algo assim, injetando substâncias e drogas nas pessoas, sem que tenha o consentimento delas? Ora, e eles já não fazem isso, utilizando o flúor na água?? O Fluoreto é uma droga, e os governos nacionais e estaduais em todo o mundo utilizam seus sistemas de abastecimento de água como meio de administrar a droga flúor à população, precise ela ou não, e sem qualquer prescrição ou diagnóstico médico – base para administração de qualquer droga…

Então, se os governos já estão por aí medicando pessoas de forma dissimulada, colocando o flúor na água, agora eles estão no estágio de vacinação em massa através de outras formas similares, como o sistema de ar condicionado central em edifícios, aeroportos e outras grandes construções.

É disso que realmente deveríamos estar falando, quando tratando de “grandes desenvolvimentos na saúde global”? Definitivamente, não.

E graças a Bill Gates, a nanotecnologia necessária para implementar esse programa agora já possui fundos. É melhor defendermos os nossos!

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Ainda somos escravos. Mas na época da escravidão negra, onde havia grandes plantações, os escravos eram mais unidos do que jamais fomos, agora que somos escravos nas plantações de dinheiro. É novamente hora de união para destronarmos os algozes do mundo. ************ A conexão integral entre a coerência de nossos pensamentos e emoções, transforma a energia em matéria mediante a expressão do verbo e da ação. Quando ação e verbo não são coerentes com o pensamento, a densidade da energia aumenta. Quando a densidad aumenta, somos menos luz - Rafael López Guerrero ************ A moderna educação universitária praticamente prepara uma pessoa para adquirir uma mentalidade canina com a qual aceite o serviço de um amo superior. Depois de concluir uma má chamada educação, as supostas pessoas educadas vão, tais quais cachorros, de porta em porta, preenchendo solicitações de emprego, e na maioria dos casos são postas para fora depois de informadas que não há vagas. Assim como os cachorros são animais que servem a seus amos por migalhas de pão, o homem serve fielmente a um amo sem receber recompensas suficientes - A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
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