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PostHeaderIcon Illuminati adquire ainda mais força no Brasil com a compra da CVC

Ela criou um fundo no México. Ela criou dois fundos no Japão. Ela criou ainda outro no Oriente Médio. E, após criar o fundo para a América do Sul, o Carlyle Group faz seu movimento no Brasil.

carlyle cvc Illuminati adquire ainda mais força no Brasil com a compra da CVC

A empresa americana de private equity The Carlyle Group anunciou, (07/01/10), que comprou 63,6% da CVC Turismo, maior operadora de viagens da América Latina.

Segundo a nota à imprensa, o capital necessário para a compra veio dos fundos Carlyle Partners V – o principal fundo do grupo, com patrimônio de 13,7 bilhões de dólares – e Carlyle South America Buyout Fund I. O valor do negócio não foi divulgado, mas o mercado avalia que a cifra poderia alcançar 250 milhões de dólares.

O Carlyle Group negociava a compra da CVC há cerca de dois anos. Para o fundo americano, há vários motivos para a aquisição. A CVC é a maior operadora de turismo do Brasil em número de fretamentos aéreos – 5.400 voos charters em 2008. Possui 400 lojas e 8.000 agências de viagens credenciadas pelo país, e opera viagens para mais de 80 destinos nacionais e no exterior.

Mas à parte do lucrativo negócio, quais os reais motivos da compra feita pelo Carlyle Group? Ao ter controle da empresa que mais freta vôos no Brasil, não teria poder para influenciar ao menos indiretamente – a aviação brasileira, o setor de hospitalidade e seus mercados dependentes, da forma que lhe for mais conveniente? Da mesma forma que teve influência decisiva nas guerras do Golfo, Iraque e Afeganistão, não seria essa uma forma de manipular parte da economia e política nacionais?

Um pouco sobre o Carlyle Group:

O Grupo Carlyle é a maior corporação de investimentos de capital do mundo, com amplas ramificações políticas que afetam nosso cotidiano. É uma das maiores contratantes mundiais da indústria de militar de defesa e telecom, dentre outras.

O Carlyle Group foi iniciado em 1987 por Steven Morris, um membro da familia que controla a Marriot Corporation – gigante da indústria da hospitalidade. Seu conselho de administração é composto por políticos, ex-políticos bem como servidores públicos de governos do mundo inteiro. Frank Carlucci, Secretário de Defesa durante o governo Reagan foi ex-presidente do Conselho, assim como o ex-Diretor da CIA e ex-Presidente George H. W. Bush, que atualmente ocupa o cargo de Conselheiro Sênior. Outro ex-presidente do grupo, Louis V. Gerstner, Jr. é um conhecido membro do clube Bilderberg. Da mesma forma, muitos ex-políticos ou são consultores do Grupo ou estão nas folhas de pagamento das corporações “irmãs”, recebendo benefícios acionários nas várias corporações que o Grupo Carlyle investe. Alguns dos nomes incluem John Major, ex-Premier britânico; Fidel Ramos, ex-presidente das Filipinas; Park Tae Joon, ex-Primeiro Ministro koreano; o Príncipe saudita Al-Walid; Colin Powell, membro do Bilderberg e ex-Secratário de Estado americano; James Baker III, também ex-Secretário de Estado

Secretary of State; Caspar Weinberger, former Defense Secretary; Richard Darman, former White House Budget Director; the billionaire George Soros, and even some bin Laden family members.

O documentário a seguir – exibido em 2004 pela VPRO Netherlands TV - mostra a face oculta do Carlyle Group e sua forma de agir. Até o minuto 1:47 é narrado em holandês, o restante está em inglês.

Transcrevo, abaixo, o trecho narrado em holandês:

“A Guerra no Iraque não parece ter acabado, mas nesse meio tempo a reconstrução já começou. Isso trouxe uma forte competição pelos contratos de reconstrução, que são, em sua maioria, vencidos por empresas americanas.

O que é notável sobre essas companhias, é que elas possuem em sua folha de pagamento, pessoal proveniente da política americana e das forças armadas dos EUA. Trata-se de um conflito de interesse, ou é esse a nova maneira global de fazer negócios?

[texto na tela: 'o Triângulo de Ferro']

Uma das empresas que opera desse modo é o Carlyle Group.

Em sua folha de pagamento constam pessoas como George Bush (Sr.), James Baker III e o antigo Primeiro Ministro John Major.

O Carlyle Group é um banco privado de investimentos que não chama a atenção pública com frequencia, mas é um dos maiores investidores americanos na indústria de defesa, telecom, setor imobiliário e serviços financeiros.


O que é o Carlyle Group? Quem são as pessoas por trás do nome? E quanto poder o grupo possui?”

PostHeaderIcon Presidente do Federal Reserve admite: Nós criamos a Grande Depressão de 1929

Que o Federal Reserve Bank – o Banco Central Americano – foi o responsável por uma série de problemas que vivenciamos no século passado e também agora nesse, muitos de nós já sabemos.

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Jekyll Island Club - o local onde o FED surgiu

Afinal, se o banco central de uma nação – que na verdade é uma empresa privada – foi estruturado às escondidas na Ilha Jekyll em 1908 (e criado em 1913), qualquer um pode deduzir que nada de bom poderia sair dali. Ou ao menos nada de bom para nós, toda essa imensa massa mundial que não faz parte da pequenina elite global.

O que pouca gente sabe, é da confissão de um dos membros do Federal Reserve sobre a maior crise do mundo moderno industrializado: A Grande Depressão de 1929, que durou dez anos e veio a resultar na 2ª Guerra Mundial.  E quem confessou o fato foi ninguém menos que Ben Bernanke, presidente do FED, membro do Bilderberg Group e uma das peças-chave no colapso dos EUA que está para ocorrer.

Ainda que originada nos Estados Unidos, a Grande Depressão causou desemprego severo e extrema deflação em praticamente todo o mundo.

Mas o que exatamente causou esse tsunami econômico que devastou os EUA e boa parte do planeta? David Kupelian, jornalista e autor do excelente livro “O Marketing do Mal”, nos explica:

“No livro A História Monetária dos Estados Unidos, o economista e vencedor do prêmio Nobel Milton Friedman, juntamente com a co-autora Anna J. Schwartz, colocam toda a responsabilidade pela mega catástrofe da Grande Depressão nos pés do Federal Reserve.

Vejamos como Friedman sintetizou suas idéias sobre o FED e a Depressão, em uma entrevista feita em 2000 com a PBS:

A recessão foi um ciclo de negócio comum. Tivemos repetidas recessões durnte centenas de anos, mas o que converteu [esta] em uma grande depressão foi a péssima política monetária.

E o que aconteceu foi que [o FED] seguiu políticas que levaram ao declínio na quantidade de dinheiro em um terço. Para cada $100 em papel moeda, em depósitos, em dinheiro, em câmbio, em existência em 1929, ao chegar em 1933 havia apenas $65, $66 restantes. E que o colapso extraordinário no sistema bancário, com aproximadamente um terço dos bancos falhando do início ao fim, com milhões de pessoas tendo suas economias essensialmente devastadas, esse declínio foi completamente desnecessário.

Em todas as vezes, o Federal Reserve teve o poder e o conhecimento para ter parado a crise. E havia pessoas na ocasião que a todo tempo pressionavam o FED para fazê-lo. Então, na minha opinão, foi um claro erro de política que levou à Grande Depressão.

O Sistema de Reserva Federal foi estabelecido para impedir o que veio a acontecer. Ele foi desenvolvido para evitar uma situação não qual bancos teriam de ser fechados, na qual teria uma crise bancária. E ainda, sob o Sistema da Reserva Federal, houve a pior crise bancária em toda a história dos Estados Unidos. Não há outro exemplo que eu possa pensar, de um medida de governo que claramente produziu os resultados opostos aos que pretendiam.

PBS: Você escreveu que o que realmente causou a Depressão foram os erros do governo. Olhando para trás agora, qual foi a real causa, em sua opinião?

Friedman: Bem, temos que distinguir entre a crise de 1929, os estágios iniciais e a conversão dessa recessão em uma catástrofe maior.

Embora economistas tenham por décadas apontado sobre essa ou aquela causa da Grande Depressão, mesmo o atual Presidente do FED Ben Bernanke, concorda com a avaliação de Friedman que o FED causou a grande depressão.

Em 8 de novembro de 2002, em uma conferência para honrar o 90º aniversário de Friedman, Bernanke, então um governador da Reserva Federal, proferu um discurso no velho quartel-general de Friedman, a Universidade de Chicago. Eis aqui um pouco do que Bernanke, o homem que agora preside o FED – e portanto, um dos homens mais poderosos do mundo – tinha a dizer naquele dia:

Eu não posso pensar em honra maioe do que ser convidado para falar na ocasião do nonagésimo aniversário de Milton Friedman. Entre os intelectuais econômicos, Friedman não possui similares. Hoje eu gostaria de honar Milton Friedman ao falar sobre uma das suas maiores contribuições para a economia, feita em colaboração com sua distinta co-autora, Anna J. Schwartz. Essa conquista é nada menos do que fornecer o que ser tornou a melhor e mais persuasiva explicação sobre o pior distastre econômico na história americana, o início da grande Depressão – ou, como Friedman e Schwartz apelidaram, a Grande Contração de 1929-33.

… Como todos aqui sabem, eu seu livro “Historia Monetária” Friedman e Schwartz defendem que o colapso econômico de 1929-33 foi um produto do mecanismo monetário da nação que deu errado. Contradizendo a sabedoria recebida na época em que escreveram, consideraram que o dinheiro foi um ator passivo nos eventos da década de 1930, Friedman e Schwartz argumentaram que “a contração é de fato um trágico testemunho da importancia das forças monetárias.”

Após citar como Friedman e Schwartz documentaram a contínua contração do fornecimento de dinheiro durante a Depressão e suas consequências causadas pelo FED – e o subsequente abandono do padrão-ouro por muitas nações de forma a parar a devastadora contração mundial – Bernanke complementa:

Em resumo, de acordo com Friedman e Schwartz, por causa das mudanças institucionais e doutrinas mal elaboradas, a crise bancária da Grande Contração foi muito mais severa e ampla do que teria normalmente ocorrido durante uma recessão. [...]

[...] Antes da criação do Federal Reserve, Friedman e Schwartz observaram que os pânicos bancários eram tipicamente  gerenciados pelos próprios bancos – por exemplo, através de consórcios urbanos de bancos privados chamados de câmaras de compensação. Se a corrida a um ou mais bancos na cidade começasse, a câmara de compensação poderia declarar a suspensão dos pagamentos, significando que, temporariamente, depósitos não seriam convertidos em dinheiro. Bancos maiores e mais fortes iriam então tomar a liderança, primeiro, ao determinar que os bancos sob ataque eram de fato fundalmentalmente solventes, e segundo, ao emprestar dinheiro para esses bancos que precisavam fazer retiradas. Embora não fosse uma solução inteiramente satisfatória, a suspensão de pagamentos por várias semanas foi uma dificuldade significativa para o público – o sistema de suspensão de pagamentos normalmente impedia o pânico em bancos locais se espalhasse ou persistisse. Bancos grandes e solventes tinham um incentivo em participar da cura dos pânicos porque eles sabiam que um pânico nãop verificado poderia ameaçar de forma significativa seus próprios depósitos. Foi em grande parte para melhorar o gerenciamento das crises bancárias que o Federal Reserve foi criado em 1913. Todavia, como Friedman e Schwartz discutem em detalhes, no início da década de 1930 o FED não servia à essa função. O problema dentro do FED foi em grande parte doutrinária: Oficiais do FED apareceram para assinar a infame tese liquidacionista do Secretário de Tesouro Andrew Mellon (N.T. – tambpem fundador da Alcoa, a mesma empresa que passou a distribuir o cloro – refugo tóxico de alumínio para uso pela saúde em todo o mundo), que dizia que eliminar os bancos “fracos” era um requisito duro mas necessário para recuperar o sistema bancário. Além disso, a maioria dos bancos quebrados eram bancos pequenos (o oposto do que agora chamamos de bancos money center, os grandes e poderosos bancos)  e não membros do Sistema da Reserva Federal. Assim o FED não via necessidade em tentar diminuir a crise. Ao mesmo tempo, os grandes bancos – que teriam feito a intervenção antes da fundação do FED – sentiram que proteger seus “irmãos menores” não era mais responsabilidades deles. De fato, desde que os grandes bancos sentiram-se confiantes que o FED os protegeria se fosse necessário, a eliminação dos pequenos competidores foi algo bom, no ponto de vista desses bancos.

Meus melhores votos aos seus próximos noventa anos.

Permitam-me terminar meu discurso abusando levemente do meu status como representante oficial do Federal Reserve. Eu gostaria de dizer à Milton e Anna: à respeito da Grande Depressão, vocês estavam certos, nós a criamos. Pedimos desculpas. Mas graças à vocês, não faremos isso novamente.

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O FED foi decisivo para a vinda da crise da bolha imobiliária de 2008

Hoje, todo o mundo financeiro ocidental prende a respiração cada vez que o Presidente do FED paz um pronunciamento, tamanha a influência que as decisões do banco central tem nos mercados, taxas de juros e na economia em geral. Ainda que o FED, supostamente criado para suavizar os ciclos de negócios e impedir crises econômicas perturbadoras como a Grande Depressão, na verdade tem feito exatamente o oposto.

Exemplos modernos de que o FED diz uma coisa é faz o oposto são a crise imobiliária de 2008 e a próxima Grande Depressão que está por vir. Tenha em mente que da mesma forma que em 1923 houve um prelúdio da crise de 1929. É isso que a crise imobiliária de 2008 foi, um prelúdo do que veremos em um futuro bem próximo.

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Uma das faces de Ben Bernanke

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A outra face

PostHeaderIcon Cientista político afirma que Banco Santander é controlado pela Nobreza Britânica e lesa inclusive o Brasil

santander Cientista político afirma que Banco Santander é controlado pela Nobreza Britânica e lesa inclusive o BrasilLyndon LaRouche, aclamado cientista político americano, afirma que o maior banco espanhol, Santander, é na realidade controlado pelo Royal Bank of Scotland.

Os fundos do Banco Central Europeu (BCE) para o Santander ajudaram a resgatar a faília real britânica.

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Lyndon LaRouche

4 de fevereiro de 2010 (LPAC) – Ao final de 2007, os bancos espanhóis, como o gigante Banco Santander – controlado por Londres – criaram massivamente valores financeiros que não possuiam mercado, com o único propósito de depositá-los no Banco Central Europeu, depois que o BCE emitiu novas normas para garantias. Isso não foi mais do que um resgate do setor bancários espanhol orquestrado pelo BCE. Vale saber que somente em dezembro de 2007 os bancos espanhóis emprestaram 63 bilhões de euros através dos mecanismos do BCE.

Em março de 2008, a revista EIR escreveu: “A partir de setembro passado, só os bancos espanhóis representavam 9% do volume de refinanciamentos realizados pelo BCE, enquanto que antes disso, representavam somente 4 ou 5%”. O comentário de LaRouche foi: estão resgatando para a nobreza britânica”. Os bancos espanhóis obtiveram 27,7 bilhões de euros em injeções d eliquidez do BCE desde meados de 2008, de acorco com uma publicação do banco Santander – o banco número um na zona do euro,  controlado e manipulado por interesses financeiros britânicos, como o Royal Bank of Scotland (Banco Real da Escócia) e velhas fortunas venezianas (as fondis, como são chamadas na Itália) como a Assicurazioni Generali di Venecia. (…)


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Isso equivale a 12,1% do total das injeções do BCE na zona do euro. A Alemanha, que é duas vezes maior que a Espanha, obteve apenas pouco mais dessa quantia, 28,5 bilhões de euros. Irlanda obteve 60 bilhões (26,2%) e França 40,1 bilhões d eeuros (17,5%)l ….

Desde 2007-2008, no setor da construção espanhol, ao menos 1 milhão de pessoas perderam seus empregos. Foi uma perda maior que todos os demais setores juntos. O setor imobiliário da Espanha caiu “apenas” 20%, assim que ainda há um longo caminho a percorrer. As pessoas começam a se perguntar: quem mantém o Santander na superfície, sem afundar como tantos outros? Isso para não falar de sua ascenção para converter-se no banconúmero um da zona do euro?

A resposta se encontra em Londres. Santander tem funcionado nos últimos anos como uma repartição ao estilo AIG (American International Group) em favor dos interesses financeiros britânicos, participando das atividades mais turbulentas e mesmo assim, de algum modo, sempre sai ileso.

Hoje em dia, o Santander reporta seus maiores ingressos de atividades na Grã Bretanha, onde agora possui uma posição dominante na bolha de especulação imobiliária, através da compra de três bancos britânicos. Em 2009, Santander emitiu 20% de todos os novos empréstimos para habitação na Grã Bretanha.

A outra grande fonte de ganhos que o Santander possui são os saques ao Brasil, principalmente mediante o investimento em títulos do governo brasileiro, que pagam as maiores taxas de juros do mundo.

generali do brasil Cientista político afirma que Banco Santander é controlado pela Nobreza Britânica e lesa inclusive o Brasil

Generali do Brasil, saquendo o patrimônio brasileiro desde 1925

Fontes: http://spanish.larouchepac.com/news/2010/02/05/el-sindrome-santander-una-estrategia-para-tontos.html

http://www.conspiracyarchive.com/Blog/?p=778

PostHeaderIcon Hugo Chávez – É louco, palhaço ou realmente sabe do que fala?

O ano de 2009 marca o décimo ano Hugo Chávez  no poder da Venezuela.

Aproveito para falar dele, justamente quando está prestes a fazer parte do Mercosul.

Personagem controverso do cenário mundial, Chávez é um misto de socialista, ditador, herói nacional e guerrilheiro contra a Nova Ordem Mundial dos banqueiros mundiais.

Em março desse ano o jornal O Globo fez um infográfico com cenas do presidente venezuelano ano a ano, que aproveito para reproduzir aqui. Contudo, vale lembrar que o material foi feito pela mídia manipulada.

Vale contextualizar que Hugo Chávez governa um país onde três por cento da população, de descendência de brancos europeus, são donos de 77% das terras. Nas décadas recentes milhões de camponeses migraram para Caracas e outras cidades por perderem suas terras para a elite, e passaram a viver em favelas de papelão com esgoto a céu aberto. Chávez então começou a transferir os campos de fazendas gigantes que estivessem abandonadas ou em desuso para os camponeses, e ainda que os senhores de terra tenha respondido com alarmes e alardes, o presidente prometeu novas distribuições.

Embora Hugo Chávez tenha resistido a sucessivos ataques da administração Bush que tenvavam tirá-lo do poder para que a elite do óleo – a Big Oil – colocasse seu representante na presidência, Chávez parece ter caído em algumas das armadilhas dos globalistas. Para se proteger de novos ataques, agora da gestão Obama, o presidente venezuelano tem feito alianças estratégicas com países como Irã e Brasil. O único problema disso é que ambos os presidentes, Ahmadinejad e Lula, jogam o jogo dos globalistas do Bilderberg group.
chavez ahmadinejad Hugo Chávez   É louco, palhaço ou realmente sabe do que fala?

Será que mais uma vez estamos vendo as ações da técnica da Grande Mentira, que consiste em: quanto mais tempo uma pessoa acreditar em uma mentira, mais difícil será ela admitir que foi enganada?

Inocência, ou Hugo Chávez finalmente sucumbiu ao lado negro, bastando que se substituisse Bush por Obama e acreditasse uma nova estratégia?

Pior ainda: será esse o papel verdadeiro desde sempre?

O que mais parece é  que ou ele sucumbiu aos interesses globalistas ou está na agenda deles há muito tempo, pois é o mais forte defensor da Unasur, um bloco composto por 12 países:Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Isso inclui ter seu próprio presidente e eleições, dando mais um passo para o governo global com os continentes como super estados, exatamente como  David Rockefeller “previu” em seu livro Memoirs (Memórias).

Teremos de continuar assistindo essa novela para chegarmos a uma conclusão final.

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A moderna educação universitária praticamente prepara uma pessoa para adquirir uma mentalidade canina com a qual aceite o serviço de um amo superior. Depois de concluir uma má chamada educação, as supostas pessoas educadas vão, tais quais cachorros, de porta em porta, preenchendo solicitações de emprego, e na maioria dos casos são postas para fora depois de informadas que não há vagas. Assim como os cachorros são animais que servem a seus amos por migalhas de pão, o homem serve fielmente a um amo sem receber recompensas suficientes. A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
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