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Goldman Sachs: Eles sabiam que o vazamento no Golfo do México iria ocorrer
Desde sempre, é a mesma coisa.
Para que a Grande Depressão ocorresse conforme o plano dos elitistas, J.P. Morgan, o pior dos banqueiros, criou um boato, retirou-se sorrateiramente do mercado, e a bomba explodiu.
Já em tempos modernos, o Goldman Sachs foi acusado (e com razão) de ser o maior responsável pela crise imobiliária (subprime), ocorrida em 2008/09.
Agora, vem a notícia de que o Goldman Sachs vendeu mais de 40% de suas ações da British Petroleum, três semanas antes que houvesse a explosão da plataforma, e o consequente desastre ambiental que estamos presenciando no Golfo do México.
Vejam a info abaixo:

Goldman Sachs vende 43.7% de suas ações da British Petroleum pouco tempo antes da crise ambiental ocorrer.
A tabela original pode ser visualizada aqui.
Qual a razão do Goldman Sachs vender quase metade de suas ações de uma empresa lucrativa como a BP? E ainda mais há apenas três semanas do desastre ocorrer? É óbvio que eles sabiam muito bem o que estava por vir, e fizeram uma “retirada estratégica” para minimizarem seus prejuízos com a desvalorização das ações da BP, o que ocorreu imediatamente após ter iniciado o vazamento de petróleo no Golfo do México.
É assim que a coisa funciona para eles. Primeiro, criam uma crise (ou a agravam). Depois, pedem dinheiro ao governo, que pega o dinheiro da população e repassa aos banksters. Com seus bolsos mais cheios, elaboram uma “nova estratégia” onde possam faturar mais e mais e mais.
Tomara que tenham uma indigestão depois de “paparem” tanto dinheiro alheio.
British Petroleum – Será mesmo que ela quer conter o vazamento de petróleo no Golfo do México?
Ando acompanhando esse incidente ocorrido no Golfo do México, prestes a completar dois meses.
Independentemente da razão do vazamento, seja ele um acidente, ou ainda, um atentado da Coréia do Norte, como algumas fontes apontam, o fato é que o desastre ocorreu, e está despejando milhares de barris de petróleo diariamente. Isso requer uma ação imediata por parte dos envolvidos.
Mas quem são os envolvidos no que se tornou o maior desastre ambiental da história? Apenas a British Petroleum e o governo americano?
Engraçado que, quando tratamos de desastres “naturais”, como o terremoto do Haiti, o mundo inteiro se mobilizou. Agora, quando tratamos de um desastre biológico com potencial de destruição MUITÍSSIMO maior que o terremoto do Haiti – já que atinge uma área muito maior, e também um enorme número de seres vivos – o assunto passa a ser de competência apenas dos EUA e da BP??
Não se enganem, há muito mais aqui do que nossos olhos humanos podem ver…
Vimos as tentativas frustradas da BP, ao tentar conter o vazamento. Ao jogar dispersantes químicos no vazamento, estes apenas contribuíram para que a situação ficasse ainda pior. Com o petróleo apenas vazando, esse tende a ir para a superfície e chegar às costas. Mas, ao adicionarem os dispersantes nessa fórmula, a sopa química gerada não só quebra o petróleo em partes menores e libera imensas quantidades de tóxicos nas águas (cuja parte será ingerida por animais), mas também fizeram com que o óleo, que ficaria na superfície, afundasse, atingindo profundidades maiores – levando a sopa química mortal cada vez mais perto das correntes marítimas e oceânicas.
A segunda tentativa foi ainda mais ridícula. Qualquer um que tenha visto as imagens liberadas pela BP, viu também a enorme força com que o petróleo sai à superfície, graças às altas pressões envolvidas. Tendo esse como o cenário, é óbvio, até para os alunos de ensino médio, que recém tiveram contato com a Física e a dinâmica de fluidos, que bolinhas de golfe e pedaços de borracha triturada jamais poderiam conter um vazamento dessa magnitude.
Bem, como a BP mesma informou, essa tentativa também não deu certo.
Resultado? O vazamento continuará pelo menos até agosto, quando a BP em teoria terminará de construir seu aparelho de contenção do petróleo que está vazando.
Isso me faz perguntar: Será que a BP quer mesmo conter o vazamento?
A resposta depende do que entendemos por contenção.
Se o que entendemos por contenção do vazamento significa destruir o poço de petróleo, então a resposta é um grande NÃO.
Mas, se contenção significar salvar o poço para que o petróleo continue a ser coletado e vendido, então podemos dizer que SIM, a BP quer mesmo conter o vazamento.
Estou falando bobagem? Afinal, o que estou dizendo vai diretamente na contra-mão do que a British Petroleum vem afirmando, que insiste em dizer que está tentando inutilizar o poço de petróleo Deep Water Horizon.
Contudo, analisando as ações tomadas pela BP, está cada vez mais claro que o que ela realmente quer fazer é direcionar o óleo para que seja bombeado até os navios-tanques e vendido. Essa é uma tarefa simples para as companhias petroleiras – separar o petróleo da água. Então, se puderem fazer isso também com o petróleo desse poço – a BP poderá, não somente deixar de perder o que foi investido na construção do poço, mas também vender o petróleo, faturando assim mais alguns bilhões de dólares…
Sintetizando, é de interesse financeiro da British Petroleum:
1 – Evitar tampar o poço;
2 – Dizer que o poço não pode ser tampado ou bloqueado;
3 – Ganhar tempo, através da afirmação acima, até a BP
4 – Baixar um “dispositivo de captura e contenção” até o poço, para direcionar todo o petróleo que está vazando direto para seus navios petroleiros.
De repente, tudo faz sentido. Por qual razão uma empresa britânica se preocuparia com um desastre ambiental nos mares e costas americanas em detrimento de seus lucros?
Outra: se o governo americano determina que em casos onde ocorram problemas ambientais, as empresas estão limitadas a pagarem, no máximo, US$40 milhões, para que a BP se preocuparia em encerrar seus lucros com aquele poço? Para a empresa e seus interessados, fica muito mais fácil pagar os US$40mi para não tampar o poço e fazê-lo voltar à atividade.
Ainda não posso provar essa minha teoria, mas acredito que não levará muito tempo até que isso ocorra.
O Neto de Jacques Cousteau mergulha no local do Desastre Ambiental no Golfo do México
O neto de Jacques Cousteau, Philippe Cousteau Jr, juntamente com Sam Champion do Good Morning America, mergulha no Golfo do México – local do acidente ambiental causado pelo colossal vazamento de petróleo – e registra cenas impressionantes.
Apesar de não registrar o vazamento em si, pois somente a British Petroleum obteve o direito de gerar imagens, Philippe Cousteau nos mostra exatamente o contrário de que a mídia mainstream vem falando – enquanto a mídia e o governo americano, corroborados por seus “experts” afirmam que os dispersantes químicos eliminam o petróleo – as imagens mostram exatamente o contrário. Os dispersantes aglutinam o petróleo, quebrando em pedaços menores. Mas a combinação dos dispersantes com o petróleo transforma tudo em uma sopa química que é mais perigosa do que o próprio vazamento. E ainda tem mais… diferente do petroleo em si, que vai para a superfície, a sopa química causada pelos dispersantes está atingindo profundidades cada vez maiores, de forma que a sopa poderia atingir correntes oceânicas, e aí sim, espalhar o terror pela fauna e flora marítima de muitíssimas outras localidades.
O vídeo está em inglês, sem legendas, mas as imagens já dizem tudo.
Em tempo: A cara de pau da Rede Globo, através do também cara de pau William Waack, informou nessa última edição do Jornal da Globo que o vazamento de petróleo está ocorrendo há duas semanas, quando na verdade ocorre desde o início da segunda quinzena de abril – contabilizando mais de um mês, o que difere muito da matemática da Globo, que segundo o William Bonner, apresenta um telejornal para os Homer Simpsons do Brasil.



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