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9/11 – A “verdade” feita por computador
Eu estava fora do Brasil quando ocorreu o atentado ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. Estava trabalhando quando as torres foram atingidas, e acompanhei tudo por um telão imenso. Vi a preocupação de amigos e colegas de trabalho que possuia familiares ou amigos trabalhando no WTC e imediações.
De lá pra cá, já se passaram vários anos, assisti a muitos documentários e li bastante coisa a respeito. Alguns muito bons, outros nem tanto. Contudo, foi só no ano passado que tive contato com o trabalho de Mae Brussel e seus seguidores.
Mae foi uma pesquisadora histórica que começou suas atividades pela ocasião da morte de JFK em 1963. Em 29 de maio 1968, Mae encontrou Rose Kennedy no Aeroporto da Península de Monterry e entregou um bilhete informando que Robert Kennedy logo seria assassinado. Ele foi alvejado mortalmente uma semana depois no Ambassador Hotel em Los Angeles.
Mae Brussel teve vários programas em rádio de 1971 até 1988, quando encerrou suas transmissões em definitivo após várias ameaças de morte. Mae morreu de câncer naquele mesmo ano.
Mas Mae inspirou muitas pessoas, inclusive Tim Canale, webmaster do site maebrussel.com.
Na ocasião do 11 de setembro, Tim gravou por horas as informações sobre o atentado. E eis que descobriu algo importantíssimo em uma fita não editada e sem narração, algo que nenhum outro documentário sobre o 9/11 mostrou.
Alguém já reparou que em documentários como Loose Change e os de Alex Jones, quase nada é mencionado sobre o envolvimento de Israel? Contudo, e os israelenses que foram pegos com uma van cheia de explosivos? E sobre os 200 israelenses deportados por espionarem nas semanas que seguiram o atentado de 9/11? Os cinco israelenses especialistas em explosivos – e disfarçados de árabes – pegos com a van explosiva na base da Washington Bridge e que depois tentaram fugir da polícia de New Jersey, disseram aos policiais, “estamos do seu lado, os Palestinos é que são o problema de vocês”. Mas até o 11 de setembro, nenhum Palestino nunca havia cometido um ato terrorista nos EUA ou contra americanos.
Foi Israel que bombardeou, metralhou e disparou torpedos no navio USS Liberty da marinha americana em 1967. Também foram os israelenses que bombardearam empresas e a embaixada americana no Egito, e jogou a culpa nos egípcios no que depois foi chamado de “Lavon Affair”. Também foram eles que explodiram uma discoteca em Berlin para culpar o Líbano. Os sionistas chegaram a explodir sua própria embaixada na Argentina para tirar o foco dos argentinos nos crimes (principalmente econômicos) que eram cometidos pelos israelenses no país dos hermanos. Também foram eles que lá atrás, em 1948, explodiram o King David Hotel, matando 98 e ferindo centenas de diplomatas ingleses e membros das tropas de paz da ONU. Chegaram a sequestrar um militar britânico de alto escalão e o enforcaram um uma oliveira, mesmo após o Reino Unido tentar uma negociação. [Judeus, sionistas, sempre eles...] E porque a mídia não fala de nada disso?? POR QUE A GRANDE MÍDIA PERTENCE A ELES.
Mas voltando ao assunto em questão, o atentado ao WTC, observem o vídeo abaixo, baseado no em partes do vídeo não editado e sem áudio, mas com os comentários de Tim Canale:
Explosivos previamente colocados e computação gráfica. Essa é a “verdade” do 11 de Setembro.
As diversas caras do Governo Invisível Mundial
Observações rápidas sobre o Governo Invisível e acontecimentos recentes.
HAARP – Operacionalmente controlado pela Marinha dos Estados Unidos (US Navy). A marinha recebe ordens derivadas do Bilderberg Group.
Tribunal Internacional de Crimes de Guerra – que nos EUA é encabeçado pelo Grupo Rockefeller. Este, por sua vez é o principal grupo dos Rothschild – os controladores do sistema financeiro mundial.
Hoje, o patrimônio da família Rothschild supera os 100 trilhões de dólares (US$100.000.000.000.000,00). Ou seja: o que eles e seu clubinho não podem fazer?!?
O Grupo Rockefeller e a CIA (e suas derivações) constituem os braços de inteligência e arma dos Rothschild.
Programa de Depopulação Intencional – Dotado de vários canais e níveis. Um dos canais é o HAARP, como recentemente vimos; Outro é o uso de armas com urânio empobrecido – como visto em cidades do Iraque, onde grande parte da nova população pós guerra possui deformações (há casos de bebês com duas cabeças dentre outros casos). O uso de armas com urânio empobrecido é um crime de guerra de primeira ordem. Vale lembrar que em apenas sete dias esse material radiativo contido no ar iraquiano alcança até mesmo a Espanha e o Reino Unido. A radiação do urânio empobrecido é tão maligna que é a grande causa do aumento de casos de diabetes no mundo (muito diferente da desculpa oficial – a má alimentação).
De onde vem esse urânio empobrecido usado pelos EUA? Do Canadá. O uso é ilegal, já que as leis canadenses proíbem o uso de urânio canadense em armas. Contudo, como o Primeiro Ministro desse país é membro do grupo Bilderberg, as leis são desrespeitadas sem qualquer pudor, uma vez que os interesses são de globalistas, e não de um país ou outro. O urânio (juntamente com o ópio e o petróleo) é a razão pela qual os EUA estão no Afeganistão – que juntamente com o Canadá são os dois maiores exportadores mundiais de urânio.
Percebam que ele está /esteve em diversas guerras: Iraque, Afeganistão, Gaza, Kosovo… esse urânio empobrecido viaja pelo ar e pelas correntes marítimas, atingindo plantas e animais (inclusive os que comemos). Cientistas já provaram que esse urânio causa diversos males, afetando diretamente o DNA. Casos já foram levados para o Tribunal de Crimes de Guerra de Kuala Lumpur e foram arquivados, sob a alegação que os estudos científicos não eram conclusivos.
Abaixo imagens impactantes:
Escândalo provado e documentado! Um dos maiores TRAIDORES do Brasil é um ex-Presidente!!!
Livro revelador conta parte da história do Brasil e nos revela um dos grandes TRAIDORES brasileiros: o ex-Presidente da Rebública Fernando Henrique Cardoso, que sempre esteve à serviço da CIA e do grupo Bilderberg!
Reproduzo abaixo um ótimo comentário acerca do livro:
Nunca engoli essa história de Fernando Henrique exilado. Não me passava pela cabeça que um filho de um graduado militar do exército (General) viesse a ser exilado. Exilado para o Chile, onde outra ditadura militar governava? Porque não teve o destino dos outros exilados, tal como: Cuba, União Soviética etc?
Isto sempre me cheirou mal. Hoje tenho absoluta convicção que ele sempre esteve a serviço de interesses outros que não os do Brasil. Vou providenciar a compra imediata desse livro, com certeza.
É SEMPRE BOM LEMBRAR O QUE FEZ O FHC NA PRESIDÊNCIA!!! FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O “maior estadista do mundo” foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império Anglo-saxão. DEVEMOS LER ESTE LIVRO!!! OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA, que não se deixou levar pelo lobby bandido.
Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato e a CIA.
LIVRO BOMBA ACUSA FHC DE RECEBER MILHÕES DE DÓLARES DA CIA ! Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da culturajá se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano. A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: Quem “pagava a conta” era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa. “Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto.
São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: “Consistente e fascinante” (The Washington Post).
“Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA” (Spectator).
“Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente” (The Times).
DINHEIRO DA CIA PARA FHC – “Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap”. Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro “Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível”, da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O “inverno do ano de 1969″ era fevereiro de 69.
FUNDAÇÃO FORD – Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento).O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
AGENTE DA CIA – Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina”, em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma “personalidade internacional” e passou a dar “aulas” e fazer “conferências” em universidades norte-americanas e européias. Era “um homem da Fundação Ford”. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.
MILHÕES DE DÓLARES 1 – “A Fundação Farfield era uma fundação da CIA… As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos… permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas” (pág. 153).
2 – “O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça…” (pág. 152). “A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria” (pág. 443).
3 – “A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares… Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos… com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos” (pág. 147).
FHC FACINHO
4 – “Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante” (pág. 123).
5 – “Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil” (pág. 119).
6 – “A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana” (pág. 45).
Fernando Henrique foi facinho.
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João Claúdio Platenik Pitillo
REDE PÚBLICA do MORENA – Círculos Bolivarianos morena.circulosbolivarianos@gmail.com
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Você não lembra de mim, mas da minha barba…
Alguém conhece esse rosto aqui?

O sujeito barbudo chama-se Tim Osman, um agente da CIA designado para treinar e liderar afegãos contra a invasão da ex-União Soviética ao Afeganistão em 1979. Essa “resistência” afegã chamava-se mujaheddin e tinha como mentor o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Zbigniew Brzeziński. Os mujaheddin, mais vistos como terroristas do que como resistência, contaram com todo o apoio que a CIA pode oferecer, isso é recursos, formação e equipamento de ponta.
Tim Osman teve um papel decisivo no conflito Afeganistão-URSS. É sabido que fez viagens aos EUA em busca de recursos para que a guerra contra os “infiéis soviéticos”. Inclusive há evidências de que Tim Osman esteve em bases militares e na Casa Branca, conforme documento abaixo nos mostra:
Tim Osman não era um guerrilheiro qualquer. Na verdade nem afegão ele era. Descende de uma riquissima família saudita, uma das mais poderosas desse país com fortes ligações e negócios com a familia Bush nos EUA, familia essa que há muito tempo é ligada à inteligência dos EUA ( Gerge Bush pai foi director da CIA antes de ser vice-Presidente na Administração Reagan).
Mas voltemos ao Brzezinski (atual conselheiro do presitente Obama) e seu “aluno” Osman. A foto abaixo mostra os dois conversando durante uma instrução:

Opa!!!
Você pode estar se perguntando: Osama Bin Laden?? Eu li isso mesmo???
Pois sim, o guerrilheiro/agente da CIA Tim Osman é ninguem menos que Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, e nunca, repito, NUNCA deixou de ser agente da CIA.
Façamos uma comparação para aqueles que duvidam:

Outro fato interessante que a mídia (inclusive a Globo) “esqueceu” de nos contar é que o governo americano sabia do paradeiro de Bin Laden antes, durante e logo após o ataque de 11/09. Em julho de 2001 Osama esteveem umhospital na Arábia Saudita, sua terra natal, ára uma sessão de hemodiálise. Isso não é tudo. Um dia antes do ataque às torres gêmeas, Bin Laden esteve em outro hospital, dessa vez no país aliado dos EUA, o Pakistão.
Fontes da Inteligência Militar do Pakistão (ISI) e testemunhas do Rawalpindi informaram a TV CBS sobre Osama:
“Naquela noite,” disse um médico que quis ter sua identidade resguardada, “eles mandaram todo a equipe de plantão para o departamento de urologia e enviaram sua equipe secreta para os substituir.” – CBS
Alguém pode perguntar: Ora, se Osman/Bin Laden são a mesma pessoa, e se sabiam onde Osama estava antes do ataque, porque ninguém fez nada, inclusive em relação ao 11 de Setembro?
Meus caros, a resposta é simples. Terrorismo real não existe. Não do jeito que a imprensa nos conta. O ataque foi planejado e executado pela CIA, com o total apoio do presidente George W. Bush.
Os verdadeiros terroristas não estão no Oriente Médio ou na Ásia, mas sim no governo dos Estados Unidos. Até hoje.







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