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Posts Tagged ‘Ecologia’

PostHeaderIcon Meio Ambiente: Opinião de uma sacola plástica

Como disse um camarada meun o facebook, não havia visto a coisa por esse prisma. Ótimo trabalho, bem humorado, que mostra como somos facilmente enrolados, bastando um blá blá blá massivo via diversas mídias. Nesse caso, fazendo com que as pessoas simplesmente desconsiderem todos os outros impactos causados pelos outros plásticos – inclusive alguns tóxicos para seres vivos e que são usados inclusive em mamadeiras – colocando todo o foco em um único alvo, sem que se resolva problema algum, quanto mais a causa de todos eles.


PostHeaderIcon Capitalismo: risco de ecocídio, biocídio e geocídio, artigo de Leonardo Boff

Leonardo Boff. Vale a pena ler esse e outros artigos dele. Os destaques e a [ ] são meus.

 

O capitalismo é um modo de produção social e uma cultura. Como modo de produção destruiu o sentido originário de economia que desde os clássicos gregos até o século XVIII significava a técnica e a arte de satisfazer as necessidades da oikos, Quer dizer, a economia tinha por objetivo atender satisfatoriamente as carências da casa, que tanto podia ser a moradia mesma, a cidade, o país quanto a casa comum, a Terra. Com sua implantação progressiva a partir do século XVII do sistema do capital – a expressão capitalismo não era usada por Marx, mas foi introduzida por Werner Sombart 1902 – muda-se a natureza da economia. A partir de agora ela representa uma refinada e brutal técnica de criação de riqueza por si mesma, desvinculada do oikos, da referência à casa. Antes pelo contrário, destruindo a casa em todas as suas modalidades. E a riqueza que se quer acumular é menos para ser desfrutada do que para gerar mais riqueza numa lógica desenfreada e, no termo, absurda.

A lógica do capital é essa: produzir acumulação mediante a exploração. Primeiro, exploração da força de trabalho das pessoas, em seguida a dominação das classes, depois a submissão dos povos e, por fim, a pilhagem da natureza. Funciona aqui uma única lógica linear e férrea que a tudo envolve e que hoje ganhou uma dimensão planetária.

Uma análise mesmo superficial entre ecologia e capitalismo identifica uma contradição básica. Onde impera a prática capitalista se envia ao exílio ou ao limbo a preocupação ecológica. Ecologia e capitalismo se negam frontalmente. Não há acordo possível. Se, apesar disso, a lógica do capital assume o discurso ecológico ou é para fazer ganhos com ele, ou para espiritualizá-lo e assim esvaziá-lo ou simplesmente para impossibilitá-lo e, portanto, destruí-lo. O capitalismo não apenas quer dominar a natureza. Quer mais, visa arrancar tudo dela. Portanto se propõe depredá-la.

Hoje, pela unificação do espaço econômico mundial nos moldes capitalistas, o saque sistemático do processo industrialista contra natureza e contra a humanidade torna o capitalismo claramente incompatível com a vida. A aventura da espécie homo sapiens e demens é posta em sério risco. Portanto, o arquiinimigo da humanidade, da vida e do futuro é o sistema do capital com a cultura que o acompanha.

Coloca-se assim uma bifurcação: ou o capitalismo triunfa ao ocupar todos os espaços como pretende e então acaba com a ecologia e assim põe em risco o sistema-Terra ou triunfa a ecologia e destrói o capitalismo ou o submete a tais transformações e reconversões que não possa mais ser reconhecível como tal. Desta vez não há uma arca de Noé que salve a alguns e deixe perecer os outros. Ou nos salvamos todos ou pereceremos todos.

Esta é a singularidade de nosso tempo e a urgência das reflexões e dos alarmes que aqui são partilhados.

Dizíamos que o capitalismo produziu ainda uma cultura, derivada de seu modo de produção, assentado na exploração e na pilhagem. Toda cultura cria o âmbito das evidências cotidianas, das convicções inquestionáveis e, como tal, gesta uma subjetividade coletiva adequada a ela. Sem uma cultura capitalista que veicula as mil razões justificadoras da ordem do capital, o capitalismo não sobreviveria. A cultura capitalista exalta o valor do indivíduo, garante a ele a apropriação privada da riqueza, feita pelo trabalho de todos, coloca como mola de seu dinamismo a concorrência de todos contra todos, visa maximalizar os ganhos com o mínimo de investimento possível, procura transformar tudo em mercadoria, desde a mística, o sexo até o lazer para ter sempre benefícios e ainda instaura o mercado, hoje mundializado, como o mecanismo articulador de todos os produtos e de todos os recursos produtivos.

Se alguém buscar solidariedade, respeito às alteridades, com-paixão e veneração face à vida e ao mistério do mundo não os busque na cultura do capital. Errou de endereço, pois ai encontra tudo ao contrário. George Soros, um dos maiores especuladores das finanças mundiais e profundo conhecedor da lógica da acumulação sem piedade (ele vive disso), afirma claramente que o capitalismo mundialmente integrado ameaça a todos os valores societários e democráticos, pondo em risco o futuro das sociedades humanas. Essa é, segundo ele, a crise do capitalismo (é o título de seu livro) que exige urgente solução para não irmos ao encontro do pior.

O capitalismo, como modo de produção e como cultura, inviabiliza a ecologia tanto ambiental, quanto social e a mental ou profunda. Deixado à lógica de sua voracidade, pode cometer o crime da ecocídio, do biocídio e, no limite, do geocídio. Razão suficiente para os humanos que amam a vida e que querem herdar aos seus filhos e filhas e netos uma casa comum habitável se oporem sistematicamente às suas pretensões.

Entretanto, há sinais de esperança. Já a partir dos inícios deste século, o paradigma moderno começou, teoricamente, a ser erodido pela física quântica, pela teoria da relatividade, pela nova biologia, pela ecologia e pela filosofia crítica. Estava surgindo então um novo paradigma. Ele tem um caráter contrário àquele capitalista; é holístico, sistêmico, inclusivo, pan-relacional e espiritual. Entende o universo não como uma coisa ou justaposição de coisas e objetos. Mas como um sujeito no qual tudo tem a ver com tudo, em todos os pontos, em todas as circunstâncias e em todas as direções, gerando uma imensa solidariedade cósmica. Cada ser depende do outro, sustenta o outro, participa do desenvolvimento do outro, comungando de uma mesma origem, de uma mesma aventura e de um mesmo destino comum.

Ao invés de ser um universo atomístico, composto de partículas discretas – universo cuja complexidade cabe ser quebrada em componentes menores e mais simples – agora este universo é considerado como um todo relacional, inter-retro-conectado com tudo e maior que a soma de suas partes. A natureza da matéria, quando analisada com mais profundidade, não aparece como estática e morta, mas como uma dança de energias e de relações para todas as direções. A Terra não é mais vista como um conglomerado de matéria inerte (os continentes) e água (os oceanos, lagos e rios), mas como um superorganismo vivo, Gaia, articulando todos os elementos, as rochas, a atmosfera, os seres vivos e a consciência num todo orgânico, dinâmico, irradiante e cheio de propósito, parte de um todo ainda maior que nos inclui: o universo em cosmogênese, em expansão e perpassado de consciência.

Esta visão fornece a base para uma nova esperança, para uma sabedoria mais alta e para um projeto civilizacional alternativo àquele dominante hoje, o do capitalismo mundialmente integrado. Ela nos permite passar do sentimento de perda e de ameaça, que o cenário atual nos provoca ao sentimento de pertença, de promessa e de um futuro melhor.

Quatro eixos dão consistência ao novo paradigma, que se distancia enormemente do capitalismo:
  1. a busca da sustentabilidade ecológica e econômica, baseada numa nova aliança de fraternidade/sororidade para com a natureza e entre os seres humanos;
  2. a acolhida da diversidade biológica e cultural, fundada na preservação e no respeito a todas as diferenças e no desenvolvimento de todas as culturas;
  3. o incentivo à participação nas relações sociais e nas formas de governo, inspiradas na democracia sem fim, como diria sociólogo português Boaventura de Souza Santos, entendida como valor universal a ser vivido em todas as instâncias (família, escola, sindicatos, igrejas, movimentos de base, nas fábricas e nos aparelhos de estado) e com todo o povo;
  4. o cultivo da espiritualidade como expressão da profundidade humana, que se sente parte do todo, capaz de valores, de solidariedade, de compaixão e de diálogo com a Fonte originária de todos os seres.

Este novo paradigma não é ainda hegemônico. Perdura vastamente ainda aquele da modernidade burguesa e capitalista, atomístico, mecânico, determinístico e dualista, apesar de sua refutação teórica e prática. Perdura porque é funcional aos propósitos das classes dominantes mundiais. Elas mantém o povo e até pessoas de formação elevada na ignorância acerca da nova visão do mundo. Continua a impôr um sistema global cujos frutos maiores são a dominação, a exclusão e a destruição.

Mas a crise ecológica mundial, expressa especialmente pelo aquecimento global [perdoem esse pequeno deslize do autor], e o curto prazo que dispomos para as mudanças necessárias conferem atualidade e vigor ao novo paradigma. Ele é subversivo para a ordem vigente. Precisamos de uma nova revolução, uma revolução civilizacional. Ela será de natureza diversa daquelas nascidas a partir da revolução do neolítico, especialmente daquela propiciada pela cultura do capital. Terá por base e inspiração a nova cosmologia.

Mas para isso, temos que mudar nossa forma de pensar, de sentir, de avaliar e de agir. Dentro do sistema do capital não há salvação para as grandes maiorias da humanidade, para os ecossistemas e para o planeta Terra. Devemos ter mais sabedoria que poder, mais veneração que saber, mais humildade que arrogância, mais vontade de sinergia que de auto-afirmação, mais vontade de dizer nós do que dizer eu como o faz sistematicamente a cultura do capital. Por estas atitudes os seres humanos poderão se salvar e salvar o seu belo e radiante Planeta.

Esposamos a idéia de que estamos na crise de parto, do nascimento de um novo patamar de hominização. Podemos, sim, nos destruir. Criamos para isso a máquina de morte. Mas ela pode ser sustada e transformada. O mesmo foguete gigante que transporta ogivas atômicas, pode ser usado para mudar a rota de asteróides e meteoros ameaçadores da Terra. É a hora de darmos o salto de qualidade e inaugurarmos uma aliança nova com a Terra. A chance está criada. Depende de nós sua realização feliz ou o seu inteiro fracasso. Desta vez não nos é permitido nem protelar nem errar de objetivo.

Leonardo Boff é Teologia e Filosofia e autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Ecologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística. A maioria de sua obra está traduzida nos principais idiomas modernos.

EcoDebate, 18/03/2011

PostHeaderIcon Golfo do México: Cientistas contam o que os Illuminati não querem divulgar

Enquanto o Barack Obama faz o joguinho dele, indo à público para dizer que a BP terá de pagar por todo o dano causado pelo vazamento de petróleo, além de assumir o compromisso de reconstruir as regiões afetadas, alguns cientistas estão se pronunciando em um tom completamente destoante do governo americano.

Ainda que os autores do artigo não tenham se identificado, uma vez que as agências americanas e a BP, corporação Illuminati, estão fazendo toda a pressão possível para que somente dados manipulados tornem-se públicos, vale muito à pena conhecer o ponto de vista apresentado pelo Dr. James P. Wickstrom, que, além de ser bastante coerente (para  minha interpretação de leigo no assunto), apresenta um panorama totalmente novo – e infelizmente, bem mais aterrador – para o que já é o maior desastre causado pelo homem em toda nossa história conhecida.

Em síntese, eis o que realmente estaria acontecendo:

O petróleo jorra a uma pressão altíssima (70.000 psi) através da crosta terrestre e libera entre 80 e 100 mil barris por dia.

O fluxo de petróleo e gases tóxicos está liberando também rochas e areia, o que faz com que o fluxo cria um efeito de jato de areia no dispositivo que está na cabeça do poço, que efetivamente está aborsorvendo uma pequena parte do petróleo que está vazando.

À medida que a cabeça do poço se desgasta, graças ao constante jateamento de areia e pedras, um fluxo maior ainda é liberado. Mesmo que a BP seja capaz de colocar um sifão para escoar o petróleo como afirmam querer fazer, isso não será totalmente possível, pois a cabeça do poço está ficando mais larga à medida que a pressão causa a erosão das bordas e do dispositivo.

A tubulação da cabeça do poço tinha originalmente duas polegadas de diâmetro. Agora, ela pode ter menos de uma polegada e se desgasta ainda mais com o passar dos dias. O petróleo já alcançou a Corrente do Golfo e está penetrando na corrente oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte que a Corrente do Golfo. Isso significa que todo esse petróleo pode alcançar todos os oceanos do planeta em apenas 18 meses.

Coloco abaixo um vídeo da NASA, mostrando o avanço do vazamento. Vale lembrar que o vídeo cobre apenas o período de 20 de abril, data da explosão da Deepwater Horizon, até 24 de maio de 2010. De lá para cá, a sopa tóxica já se espalhou ainda mais:


O petróleo, juntamente com os gases, incluindo o benzeno e outras toxinas, está eliminando o oxigênio da água, o que está aniquilando todos os tipos de vidas oceânicas nas regiões afetadas. Além disso, há o petróleo que chega às costas, que causará danos ainda mais terríveis para os habitantes terrestres.

Com a situação atual exposta, chega o momento das expectativas:

Em algum momento, o buraco escavado na terra por baixo da cabeça do poço ficará tão grande e frágil, que a intensa pressão empurrará a cabeça do poço para cima, permitindo a total fuga do petróleo, sem restrição alguma.

O buraco continuará aumentando em tamanho e permitindo que mais e mais petróleo escape para o Golfo do México. Depois que forem liberados alguns bilhões de barris no mar, a pressão dentro do enorme buraco por baixo do solo oceânico começará a estabilizar.

Isso permitirá que a água, que está sob intensa pressão a 1600 metros de profundidade, penetre no buraco e na cavidade onde se encontrava o petróleo que foi liberado. A temperatura nessa profundidade é de aproximadamente 400 graus Celsius, possivelmente mais.

Nessa temperatura, a água se vaporizará e voltará à corrente, criando uma força colossal, que levantará o solo do Golfo. É difícil calcular a quantidade de água que se deslocará pela coluna e pela cavidade, não sendo então possível calcular exatamente o desnível que o solo marinho sofrerá.

De qualquer modo, o deslocamento criará um tsunami com ondas entre 6 e 24 metros. O solo marinho, agora revirado, cairá sobre a câmara – já sem óleo e sem água super pressurizada. Dessa forma, a natureza selará o buraco.

Mas isso é no mar… Dependendo da altura do tsunami, os restos do oceano, do petróleo e das estruturas existentes que serão arrastadas pelo interior da costa – um perímetro entre 80 e 300 quilômetros desaparecerá completamente. Mesmo que os escombros sejam retirados e toda a área atigida, limpa, os contaminantes que permanecerão no solo e na água tornarão a região impopulável por um número de anos ainda desconhecido.

Fonte: Tom Buyea FL News Service. A Global Research originalmente publicou o artigo, mas não está mais disponível. Info sobre o Dr. Wickstrom aqui.

Ah, só mais um lembrete: O desastre ambiental causado por vazamento de petróleo também já havia sido descrito no game Illuminati: New World Order.

O card game INWO continua atual...

PostHeaderIcon Manobra suja: British Petroleum compra palavras-chave no Google e no Yahoo

Sujos. Imundos. Esses manipuladores euroanglonazisionistas (como diria o Aldo Luiz) definitivamente possuem esses adjetivos impressos em seus DNAs, bem como em seus títulos. Assim, se eu falasse da “nobre” Rainha da Inglaterra, ou do não menos “ilustre” Mayer Rothschild – o escroque mor, o inventor e implantador do sistema monetário moderno, onde os governos não são soberanos – deveria me referir a eles como a Suja Rainha Elizabeth e o Imundo Rothschild.

O Cavaleiro de Malta, o Imundo Mayer Amschel von Rothschild (1744–1812)

Até alguns poucos anos atrás, o plano Illuminati de dominação mundial seguia tranquilo, com a maioria dos pequenos distúrbios, controlados. Mesmo com a internet sendo a principal causadora de tais distúrbios, ela ainda era uma forma de controle muito eficiente, e peça-chave para a tomada do controle global.

Voltando um pouco mais no tempo, na época que a internet ainda era ARPANET e servia somente aos propósitos do DARPA, um dos tentáculos militares dos Illuminati na américa, também eram dados os primeiros passos cibernéticos, rumo ao controle global. A IBM iniciava sua era de ouro, alcançando os lares da população. A estratégia teve continuidade com outras corporações Illuminati, como a Microsoft e a Intel. Com os PCs nas casas de boa parte da população, era chegada a hora de “liberar” o acesso à internet – e dos Illuminati estabelecerem seu domínio no mundo virtual.

No mundo virtual, muito mais dinâmico que nossa “realidade” física, foi em um piscar de olhos que vimos a Microsoft e Internet Explorer destruírem seu rival não Illuminati – o Netscape, o fortalecimento de antigos e a ascensão de novos conglomerados Illuminati, como o Yahoo, o Google,  o Mozilla e vários outros. Foi nesse mesmo dinamismo que a mídia mainstream, que já manipulava os outros meios de comunicação, fincou sua bandeira em terreno cibernético e começou a utilizá-lo para distribuir velhas e novas mentiras.

Já de volta aos nossos dias atuais, o que vivenciamos é o mundo físico, ainda controlado pelo sistema, e o mundo virtual também controlado pelo sistema.

Contudo, tanto no mundo físico quanto no cibernético, existem buracos nas teias do sistema, e nesses buracos residem as mentes livres, não manipuladas – ou não totalmente – pelo sistema. No mundo físico, o sistema elitista sempre conseguiu conter o pensamento livre em uma escala maior. O mundo underground, era realmente underground.

Era.

A internet, criada pela DARPA para ser o agente central de infiltração e controle da sociedade moderna, ironicamente também é criadora do maior buraco que o sistema elitista possui. Um buraco que se tornou tão grande, que está fora do controle elitista, e está até mesmo consumindo o sistema que o gerou.

Na linguagem mainstream, a que está sempre tentando nos iludir, esse buraco “virtual” criado na versão cibernética do sistema – a internet – é como um vírus, que está a consumir as células sadias do sistema – e por isso o buraco aumenta, ameaçando perigosamente o bom funcionamento sistêmico.

Agora, se ao invés de utilizar a falsa verdade que o sistema nos apresenta, e utilizarmos a linguagem do buraco – que é o nosso pensamento livre – percebemos claramente que o então “vírus”, nada mais é que uma célula macrófaga – um agente verdadeiro de defesa do organismo, capaz de conter até mesmo os mais perigosos tipos de câncer. E, ao nos darmos conta disso, finalmente temos a consciência de um quadro aterrador: o então “sistema” é na verdade, uma doença tão aguda, que se apoderou quase completamente do verdadeiro organismo.

Um organismo quase totalmente consumido

Quando chegamos a esse entendimento, que somos células macrófagas devorando um câncer tão avançado que estava a ponto de consumir totalmente o organismo vivo – nós mesmos e nosso planeta, é que percebemos a importância que a internet tem nesse momento em que finalmente estamos nos tornando seres verdadeiramente livres, seres não mais escravos. Em um sentido muito concreto, a internet tornou-se nosso consciente coletivo, algo que por tanto tempo desejamos que existisse. Pois agora não só existe, como é o elemento fundamental para acumular e liberar energia necessária para derrotar definitivamente os escravagistas sionistas que por milênios nos subjugaram.

Mas nem tudo são flores, e o sistema insiste em monitorar, controlar e censurar a internet e seus usuários. Exemplo mais próximo disso são os agentes do Ministério da Saúde – agentes de desinformação – que ficam disparando rajadas de asneira em forma de script, daquela metralhadora verbal que produz sempre o mesmo som: mentira! mentira! mentira!

O tentáculo midiático dos illuminati não poderia agir de forma diferente. Assim, quando o sistema se movimenta em direção a um de seus objetivos, a mídia mainstream usa toda sua força para desinformar, levando seus espectadores, leitores ou internautas à caminhos bem distantes da verdade.

Esse é o caso que gerou esse post.

Enquanto a verdade sobre o desastre ambiental causado pela British Petroleum vem sendo desmascarado, a imunda corporação Illuminati insiste em tentar mostrar o contrário.

A sujeira é tamanha que a BP passou a comprar links patrocinados no Google e no Yahoo. O objetivo é claro, levar os internautas que buscam informações diretamente para o site oficial da BP, para que essa possa desinformar os incautos leitores, apresentando notícias manipuladas como lhes convém.

O fato foi confirmado pelo porta voz da BP, Toby Odone, em entrevista à ABC News.

Dentre os termos comprados, estão “oil spill”, “BP oil spill”, “Deepwater Horizon” e “oil spill response”.

Logo após a explosão do Deepwater Horizon, ocorrido em 20/04/2010, os executivos da BP rapidamente estimaram bastante para baixo o tamanho do vazamento. A razão mais provável é que essa foi uma manobra para reduzir os custos com multas da EPA (Environmental Protection Agency), baseadas em galões. Assim, quanto menos óleo vazando, menores as multas.
Passado um mês, veio à público a informação de que o vazamento era, na verdade, de um milhão de galões por dia. A BP então foi pega em sua própria mentira, quando usou um funil para capturar 5.000 barris de petróleo por dia. Mas como o petróleo que continuava escapando tinha uma vazão nitidamente superior ao que estava sendo coletado, a BP teve de assumir um volume maior de vazamento, para tentar explicar a tamanha discrepância com os seu primeiros cálculos apresentados.

O momento agora já é outro. Conforme os cadáveres de peixes, golfinhos, aves e tartarugas vão chegando a costa, a BP contratou uma empresa de segurança – sua própria “polícia ambiental” – para manter fotógrafos e jornalistas distantes da verdadeira face causada pelo vazamento de petróleo. Esses fatos, e a imensa quantidade de gosma preta que chega com as ondas não é a imagem que o CEO da BP, Tony Hayward, quer mostrar.

Mas como tudo está sendo observado por aviões, barcos e satélites, e essas informações estão sendo divulgadas pelos pensadores livres, não é comprando links patrocinados que a BP vai conseguir esconder a verdade do horror que causou com sua plataforma de petróleo e sua louca e desenfreada ganância.

Os céticos certamente discordarão. Para esses, eu pergunto: Por qual outra razão a BP compraria links patrocinados nos dois sistemas de busca mais usados no mundo?

euroangloamericananazisionista
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Ainda somos escravos. Mas na época da escravidão negra, onde havia grandes plantações, os escravos eram mais unidos do que jamais fomos, agora que somos escravos nas plantações de dinheiro. É novamente hora de união para destronarmos os algozes do mundo. ************ A conexão integral entre a coerência de nossos pensamentos e emoções, transforma a energia em matéria mediante a expressão do verbo e da ação. Quando ação e verbo não são coerentes com o pensamento, a densidade da energia aumenta. Quando a densidad aumenta, somos menos luz - Rafael López Guerrero ************ A moderna educação universitária praticamente prepara uma pessoa para adquirir uma mentalidade canina com a qual aceite o serviço de um amo superior. Depois de concluir uma má chamada educação, as supostas pessoas educadas vão, tais quais cachorros, de porta em porta, preenchendo solicitações de emprego, e na maioria dos casos são postas para fora depois de informadas que não há vagas. Assim como os cachorros são animais que servem a seus amos por migalhas de pão, o homem serve fielmente a um amo sem receber recompensas suficientes - A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
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