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Golfo do México: Cientistas contam o que os Illuminati não querem divulgar
Enquanto o Barack Obama faz o joguinho dele, indo à público para dizer que a BP terá de pagar por todo o dano causado pelo vazamento de petróleo, além de assumir o compromisso de reconstruir as regiões afetadas, alguns cientistas estão se pronunciando em um tom completamente destoante do governo americano.
Ainda que os autores do artigo não tenham se identificado, uma vez que as agências americanas e a BP, corporação Illuminati, estão fazendo toda a pressão possível para que somente dados manipulados tornem-se públicos, vale muito à pena conhecer o ponto de vista apresentado pelo Dr. James P. Wickstrom, que, além de ser bastante coerente (para minha interpretação de leigo no assunto), apresenta um panorama totalmente novo – e infelizmente, bem mais aterrador – para o que já é o maior desastre causado pelo homem em toda nossa história conhecida.
Em síntese, eis o que realmente estaria acontecendo:
O petróleo jorra a uma pressão altíssima (70.000 psi) através da crosta terrestre e libera entre 80 e 100 mil barris por dia.
O fluxo de petróleo e gases tóxicos está liberando também rochas e areia, o que faz com que o fluxo cria um efeito de jato de areia no dispositivo que está na cabeça do poço, que efetivamente está aborsorvendo uma pequena parte do petróleo que está vazando.
À medida que a cabeça do poço se desgasta, graças ao constante jateamento de areia e pedras, um fluxo maior ainda é liberado. Mesmo que a BP seja capaz de colocar um sifão para escoar o petróleo como afirmam querer fazer, isso não será totalmente possível, pois a cabeça do poço está ficando mais larga à medida que a pressão causa a erosão das bordas e do dispositivo.
A tubulação da cabeça do poço tinha originalmente duas polegadas de diâmetro. Agora, ela pode ter menos de uma polegada e se desgasta ainda mais com o passar dos dias. O petróleo já alcançou a Corrente do Golfo e está penetrando na corrente oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte que a Corrente do Golfo. Isso significa que todo esse petróleo pode alcançar todos os oceanos do planeta em apenas 18 meses.
Coloco abaixo um vídeo da NASA, mostrando o avanço do vazamento. Vale lembrar que o vídeo cobre apenas o período de 20 de abril, data da explosão da Deepwater Horizon, até 24 de maio de 2010. De lá para cá, a sopa tóxica já se espalhou ainda mais:
O petróleo, juntamente com os gases, incluindo o benzeno e outras toxinas, está eliminando o oxigênio da água, o que está aniquilando todos os tipos de vidas oceânicas nas regiões afetadas. Além disso, há o petróleo que chega às costas, que causará danos ainda mais terríveis para os habitantes terrestres.
Com a situação atual exposta, chega o momento das expectativas:
Em algum momento, o buraco escavado na terra por baixo da cabeça do poço ficará tão grande e frágil, que a intensa pressão empurrará a cabeça do poço para cima, permitindo a total fuga do petróleo, sem restrição alguma.
O buraco continuará aumentando em tamanho e permitindo que mais e mais petróleo escape para o Golfo do México. Depois que forem liberados alguns bilhões de barris no mar, a pressão dentro do enorme buraco por baixo do solo oceânico começará a estabilizar.
Isso permitirá que a água, que está sob intensa pressão a 1600 metros de profundidade, penetre no buraco e na cavidade onde se encontrava o petróleo que foi liberado. A temperatura nessa profundidade é de aproximadamente 400 graus Celsius, possivelmente mais.
Nessa temperatura, a água se vaporizará e voltará à corrente, criando uma força colossal, que levantará o solo do Golfo. É difícil calcular a quantidade de água que se deslocará pela coluna e pela cavidade, não sendo então possível calcular exatamente o desnível que o solo marinho sofrerá.
De qualquer modo, o deslocamento criará um tsunami com ondas entre 6 e 24 metros. O solo marinho, agora revirado, cairá sobre a câmara – já sem óleo e sem água super pressurizada. Dessa forma, a natureza selará o buraco.
Mas isso é no mar… Dependendo da altura do tsunami, os restos do oceano, do petróleo e das estruturas existentes que serão arrastadas pelo interior da costa – um perímetro entre 80 e 300 quilômetros desaparecerá completamente. Mesmo que os escombros sejam retirados e toda a área atigida, limpa, os contaminantes que permanecerão no solo e na água tornarão a região impopulável por um número de anos ainda desconhecido.
Fonte: Tom Buyea FL News Service. A Global Research originalmente publicou o artigo, mas não está mais disponível. Info sobre o Dr. Wickstrom aqui.
Ah, só mais um lembrete: O desastre ambiental causado por vazamento de petróleo também já havia sido descrito no game Illuminati: New World Order.
Manobra suja: British Petroleum compra palavras-chave no Google e no Yahoo
Sujos. Imundos. Esses manipuladores euroanglonazisionistas (como diria o Aldo Luiz) definitivamente possuem esses adjetivos impressos em seus DNAs, bem como em seus títulos. Assim, se eu falasse da “nobre” Rainha da Inglaterra, ou do não menos “ilustre” Mayer Rothschild – o escroque mor, o inventor e implantador do sistema monetário moderno, onde os governos não são soberanos – deveria me referir a eles como a Suja Rainha Elizabeth e o Imundo Rothschild.
Até alguns poucos anos atrás, o plano Illuminati de dominação mundial seguia tranquilo, com a maioria dos pequenos distúrbios, controlados. Mesmo com a internet sendo a principal causadora de tais distúrbios, ela ainda era uma forma de controle muito eficiente, e peça-chave para a tomada do controle global.
Voltando um pouco mais no tempo, na época que a internet ainda era ARPANET e servia somente aos propósitos do DARPA, um dos tentáculos militares dos Illuminati na américa, também eram dados os primeiros passos cibernéticos, rumo ao controle global. A IBM iniciava sua era de ouro, alcançando os lares da população. A estratégia teve continuidade com outras corporações Illuminati, como a Microsoft e a Intel. Com os PCs nas casas de boa parte da população, era chegada a hora de “liberar” o acesso à internet – e dos Illuminati estabelecerem seu domínio no mundo virtual.
No mundo virtual, muito mais dinâmico que nossa “realidade” física, foi em um piscar de olhos que vimos a Microsoft e Internet Explorer destruírem seu rival não Illuminati – o Netscape, o fortalecimento de antigos e a ascensão de novos conglomerados Illuminati, como o Yahoo, o Google, o Mozilla e vários outros. Foi nesse mesmo dinamismo que a mídia mainstream, que já manipulava os outros meios de comunicação, fincou sua bandeira em terreno cibernético e começou a utilizá-lo para distribuir velhas e novas mentiras.
Já de volta aos nossos dias atuais, o que vivenciamos é o mundo físico, ainda controlado pelo sistema, e o mundo virtual também controlado pelo sistema.
Contudo, tanto no mundo físico quanto no cibernético, existem buracos nas teias do sistema, e nesses buracos residem as mentes livres, não manipuladas – ou não totalmente – pelo sistema. No mundo físico, o sistema elitista sempre conseguiu conter o pensamento livre em uma escala maior. O mundo underground, era realmente underground.
Era.
A internet, criada pela DARPA para ser o agente central de infiltração e controle da sociedade moderna, ironicamente também é criadora do maior buraco que o sistema elitista possui. Um buraco que se tornou tão grande, que está fora do controle elitista, e está até mesmo consumindo o sistema que o gerou.
Na linguagem mainstream, a que está sempre tentando nos iludir, esse buraco “virtual” criado na versão cibernética do sistema – a internet – é como um vírus, que está a consumir as células sadias do sistema – e por isso o buraco aumenta, ameaçando perigosamente o bom funcionamento sistêmico.
Agora, se ao invés de utilizar a falsa verdade que o sistema nos apresenta, e utilizarmos a linguagem do buraco – que é o nosso pensamento livre – percebemos claramente que o então “vírus”, nada mais é que uma célula macrófaga – um agente verdadeiro de defesa do organismo, capaz de conter até mesmo os mais perigosos tipos de câncer. E, ao nos darmos conta disso, finalmente temos a consciência de um quadro aterrador: o então “sistema” é na verdade, uma doença tão aguda, que se apoderou quase completamente do verdadeiro organismo.
Quando chegamos a esse entendimento, que somos células macrófagas devorando um câncer tão avançado que estava a ponto de consumir totalmente o organismo vivo – nós mesmos e nosso planeta, é que percebemos a importância que a internet tem nesse momento em que finalmente estamos nos tornando seres verdadeiramente livres, seres não mais escravos. Em um sentido muito concreto, a internet tornou-se nosso consciente coletivo, algo que por tanto tempo desejamos que existisse. Pois agora não só existe, como é o elemento fundamental para acumular e liberar energia necessária para derrotar definitivamente os escravagistas sionistas que por milênios nos subjugaram.
Mas nem tudo são flores, e o sistema insiste em monitorar, controlar e censurar a internet e seus usuários. Exemplo mais próximo disso são os agentes do Ministério da Saúde – agentes de desinformação – que ficam disparando rajadas de asneira em forma de script, daquela metralhadora verbal que produz sempre o mesmo som: mentira! mentira! mentira!
O tentáculo midiático dos illuminati não poderia agir de forma diferente. Assim, quando o sistema se movimenta em direção a um de seus objetivos, a mídia mainstream usa toda sua força para desinformar, levando seus espectadores, leitores ou internautas à caminhos bem distantes da verdade.
Esse é o caso que gerou esse post.
Enquanto a verdade sobre o desastre ambiental causado pela British Petroleum vem sendo desmascarado, a imunda corporação Illuminati insiste em tentar mostrar o contrário.
A sujeira é tamanha que a BP passou a comprar links patrocinados no Google e no Yahoo. O objetivo é claro, levar os internautas que buscam informações diretamente para o site oficial da BP, para que essa possa desinformar os incautos leitores, apresentando notícias manipuladas como lhes convém.
O fato foi confirmado pelo porta voz da BP, Toby Odone, em entrevista à ABC News.
Dentre os termos comprados, estão “oil spill”, “BP oil spill”, “Deepwater Horizon” e “oil spill response”.
Logo após a explosão do Deepwater Horizon, ocorrido em 20/04/2010, os executivos da BP rapidamente estimaram bastante para baixo o tamanho do vazamento. A razão mais provável é que essa foi uma manobra para reduzir os custos com multas da EPA (Environmental Protection Agency), baseadas em galões. Assim, quanto menos óleo vazando, menores as multas.
Passado um mês, veio à público a informação de que o vazamento era, na verdade, de um milhão de galões por dia. A BP então foi pega em sua própria mentira, quando usou um funil para capturar 5.000 barris de petróleo por dia. Mas como o petróleo que continuava escapando tinha uma vazão nitidamente superior ao que estava sendo coletado, a BP teve de assumir um volume maior de vazamento, para tentar explicar a tamanha discrepância com os seu primeiros cálculos apresentados.
O momento agora já é outro. Conforme os cadáveres de peixes, golfinhos, aves e tartarugas vão chegando a costa, a BP contratou uma empresa de segurança – sua própria “polícia ambiental” – para manter fotógrafos e jornalistas distantes da verdadeira face causada pelo vazamento de petróleo. Esses fatos, e a imensa quantidade de gosma preta que chega com as ondas não é a imagem que o CEO da BP, Tony Hayward, quer mostrar.
Mas como tudo está sendo observado por aviões, barcos e satélites, e essas informações estão sendo divulgadas pelos pensadores livres, não é comprando links patrocinados que a BP vai conseguir esconder a verdade do horror que causou com sua plataforma de petróleo e sua louca e desenfreada ganância.
Os céticos certamente discordarão. Para esses, eu pergunto: Por qual outra razão a BP compraria links patrocinados nos dois sistemas de busca mais usados no mundo?
Goldman Sachs: Eles sabiam que o vazamento no Golfo do México iria ocorrer
Desde sempre, é a mesma coisa.
Para que a Grande Depressão ocorresse conforme o plano dos elitistas, J.P. Morgan, o pior dos banqueiros, criou um boato, retirou-se sorrateiramente do mercado, e a bomba explodiu.
Já em tempos modernos, o Goldman Sachs foi acusado (e com razão) de ser o maior responsável pela crise imobiliária (subprime), ocorrida em 2008/09.
Agora, vem a notícia de que o Goldman Sachs vendeu mais de 40% de suas ações da British Petroleum, três semanas antes que houvesse a explosão da plataforma, e o consequente desastre ambiental que estamos presenciando no Golfo do México.
Vejam a info abaixo:

Goldman Sachs vende 43.7% de suas ações da British Petroleum pouco tempo antes da crise ambiental ocorrer.
A tabela original pode ser visualizada aqui.
Qual a razão do Goldman Sachs vender quase metade de suas ações de uma empresa lucrativa como a BP? E ainda mais há apenas três semanas do desastre ocorrer? É óbvio que eles sabiam muito bem o que estava por vir, e fizeram uma “retirada estratégica” para minimizarem seus prejuízos com a desvalorização das ações da BP, o que ocorreu imediatamente após ter iniciado o vazamento de petróleo no Golfo do México.
É assim que a coisa funciona para eles. Primeiro, criam uma crise (ou a agravam). Depois, pedem dinheiro ao governo, que pega o dinheiro da população e repassa aos banksters. Com seus bolsos mais cheios, elaboram uma “nova estratégia” onde possam faturar mais e mais e mais.
Tomara que tenham uma indigestão depois de “paparem” tanto dinheiro alheio.
British Petroleum – Será mesmo que ela quer conter o vazamento de petróleo no Golfo do México?
Ando acompanhando esse incidente ocorrido no Golfo do México, prestes a completar dois meses.
Independentemente da razão do vazamento, seja ele um acidente, ou ainda, um atentado da Coréia do Norte, como algumas fontes apontam, o fato é que o desastre ocorreu, e está despejando milhares de barris de petróleo diariamente. Isso requer uma ação imediata por parte dos envolvidos.
Mas quem são os envolvidos no que se tornou o maior desastre ambiental da história? Apenas a British Petroleum e o governo americano?
Engraçado que, quando tratamos de desastres “naturais”, como o terremoto do Haiti, o mundo inteiro se mobilizou. Agora, quando tratamos de um desastre biológico com potencial de destruição MUITÍSSIMO maior que o terremoto do Haiti – já que atinge uma área muito maior, e também um enorme número de seres vivos – o assunto passa a ser de competência apenas dos EUA e da BP??
Não se enganem, há muito mais aqui do que nossos olhos humanos podem ver…
Vimos as tentativas frustradas da BP, ao tentar conter o vazamento. Ao jogar dispersantes químicos no vazamento, estes apenas contribuíram para que a situação ficasse ainda pior. Com o petróleo apenas vazando, esse tende a ir para a superfície e chegar às costas. Mas, ao adicionarem os dispersantes nessa fórmula, a sopa química gerada não só quebra o petróleo em partes menores e libera imensas quantidades de tóxicos nas águas (cuja parte será ingerida por animais), mas também fizeram com que o óleo, que ficaria na superfície, afundasse, atingindo profundidades maiores – levando a sopa química mortal cada vez mais perto das correntes marítimas e oceânicas.
A segunda tentativa foi ainda mais ridícula. Qualquer um que tenha visto as imagens liberadas pela BP, viu também a enorme força com que o petróleo sai à superfície, graças às altas pressões envolvidas. Tendo esse como o cenário, é óbvio, até para os alunos de ensino médio, que recém tiveram contato com a Física e a dinâmica de fluidos, que bolinhas de golfe e pedaços de borracha triturada jamais poderiam conter um vazamento dessa magnitude.
Bem, como a BP mesma informou, essa tentativa também não deu certo.
Resultado? O vazamento continuará pelo menos até agosto, quando a BP em teoria terminará de construir seu aparelho de contenção do petróleo que está vazando.
Isso me faz perguntar: Será que a BP quer mesmo conter o vazamento?
A resposta depende do que entendemos por contenção.
Se o que entendemos por contenção do vazamento significa destruir o poço de petróleo, então a resposta é um grande NÃO.
Mas, se contenção significar salvar o poço para que o petróleo continue a ser coletado e vendido, então podemos dizer que SIM, a BP quer mesmo conter o vazamento.
Estou falando bobagem? Afinal, o que estou dizendo vai diretamente na contra-mão do que a British Petroleum vem afirmando, que insiste em dizer que está tentando inutilizar o poço de petróleo Deep Water Horizon.
Contudo, analisando as ações tomadas pela BP, está cada vez mais claro que o que ela realmente quer fazer é direcionar o óleo para que seja bombeado até os navios-tanques e vendido. Essa é uma tarefa simples para as companhias petroleiras – separar o petróleo da água. Então, se puderem fazer isso também com o petróleo desse poço – a BP poderá, não somente deixar de perder o que foi investido na construção do poço, mas também vender o petróleo, faturando assim mais alguns bilhões de dólares…
Sintetizando, é de interesse financeiro da British Petroleum:
1 – Evitar tampar o poço;
2 – Dizer que o poço não pode ser tampado ou bloqueado;
3 – Ganhar tempo, através da afirmação acima, até a BP
4 – Baixar um “dispositivo de captura e contenção” até o poço, para direcionar todo o petróleo que está vazando direto para seus navios petroleiros.
De repente, tudo faz sentido. Por qual razão uma empresa britânica se preocuparia com um desastre ambiental nos mares e costas americanas em detrimento de seus lucros?
Outra: se o governo americano determina que em casos onde ocorram problemas ambientais, as empresas estão limitadas a pagarem, no máximo, US$40 milhões, para que a BP se preocuparia em encerrar seus lucros com aquele poço? Para a empresa e seus interessados, fica muito mais fácil pagar os US$40mi para não tampar o poço e fazê-lo voltar à atividade.
Ainda não posso provar essa minha teoria, mas acredito que não levará muito tempo até que isso ocorra.




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