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O Vazamento no Golfo do México, “ao vivo” pela CNN
Informação ao vivo, na televisão, deveria significar o que de fato a palavra “ao vivo” sugere – que o que está sendo transmitido é o que ocorre naquele exato momento.
Será?
Já na polêmica chegada do homem à Lua, o sinal “ao vivo” não era realmente em tempo real. As transmissões iam primeiramente para uma estação na América Central, que retransmitia para os EUA (e eles, para o mundo) com um intervalo de sete segundos. De acordo com as informações oficiais, o intervalo de sete segundos era devido a transmissão dos astronautas. Balela. O delay seria compreensível se não houvesse a retransmissão da América Central para os EUA. O fato do sinal original não chegar diretamente aos EUA nunca foi comentado, exceto por um ex-funcionário da NASA, quando já estava fora da Agência e vivia na Espanha. Ou seja: mesmo no início da TV, o ao vivo já era manipulado.
No Brasil, a falsidade do “ao vivo” ficou ainda mais escancarada depois que a justiça determinou que os Estados que tivessem sinais de rádio e TV apenas retransmitidos pela emissora original, esses sinais – a programação – deveriam ser transmitidos de acordo com o horário local, e não no horário determinado pela geradora.
Assim, o resto do Brasil que vive fora do Horário Oficial de Brasília, teve sua programação de TV ou rádio modificada. Aqui no meu caso, Mato Grosso, na rede Bobo, a novela das sete passou a ser transmitida depois do jornal local e do JN, imediatamente antes da novela de maior audiência.
Mas o maior exemplo sobre o “ao vivo” no Brasil pode ser percebido no infame Big Brother Brasil. Por diversas vezes a Rede Globo se esqueceu de retirar a imagem de “ao vivo” do canto da imagem, mesmo quando o público acessava a internet uma hora antes (o verdadeiro horário da transmissão, e não que essa seja genuinamente em tempo real) para conferir qual “brother” havia sido eliminado naquela semana.
É triste, mas é verdade. Transmissões “ao vivo” são tão “verdadeiros” quanto a Falsa Democracia em que vivemos. O “ao vivo” é apenas uma imagem no canto de seu televisor, cujos geradores de imagem decidem quando é conveniente ou não ser inseri-lo. “Ao vivo” não é uma referência de tempo, é uma conveniente ferramenta de manipulação de massas.
E falando em conveniência e manipulação, não poderia deixar de escrever sobre um dos acontecimentos Illuminati atuais – Leia-se British Petroleum e a mídia mainstream.
O vídeo abaixo foi extraído do site da CNN, que, juntamente com a BP, oferece uma transmissão “ao vivo” do vazamento no Golfo Pérsico. Agora atentem para a transmissão entre os segundos 27 e 29, e percebam o quão “ao vivo” é a transmissão da CNN.
Precisa dizer mais? Não, ao menos pelo momento. Mas como estamos acelerando mais e mais em nossas mudanças globais positivas, rumo a liberdade, é apenas uma questão de dias (ou horas) até haver mais um vazamento de informação e essa info vir para aqui no blog.
Golfo do México: Cientistas contam o que os Illuminati não querem divulgar
Enquanto o Barack Obama faz o joguinho dele, indo à público para dizer que a BP terá de pagar por todo o dano causado pelo vazamento de petróleo, além de assumir o compromisso de reconstruir as regiões afetadas, alguns cientistas estão se pronunciando em um tom completamente destoante do governo americano.
Ainda que os autores do artigo não tenham se identificado, uma vez que as agências americanas e a BP, corporação Illuminati, estão fazendo toda a pressão possível para que somente dados manipulados tornem-se públicos, vale muito à pena conhecer o ponto de vista apresentado pelo Dr. James P. Wickstrom, que, além de ser bastante coerente (para minha interpretação de leigo no assunto), apresenta um panorama totalmente novo – e infelizmente, bem mais aterrador – para o que já é o maior desastre causado pelo homem em toda nossa história conhecida.
Em síntese, eis o que realmente estaria acontecendo:
O petróleo jorra a uma pressão altíssima (70.000 psi) através da crosta terrestre e libera entre 80 e 100 mil barris por dia.
O fluxo de petróleo e gases tóxicos está liberando também rochas e areia, o que faz com que o fluxo cria um efeito de jato de areia no dispositivo que está na cabeça do poço, que efetivamente está aborsorvendo uma pequena parte do petróleo que está vazando.
À medida que a cabeça do poço se desgasta, graças ao constante jateamento de areia e pedras, um fluxo maior ainda é liberado. Mesmo que a BP seja capaz de colocar um sifão para escoar o petróleo como afirmam querer fazer, isso não será totalmente possível, pois a cabeça do poço está ficando mais larga à medida que a pressão causa a erosão das bordas e do dispositivo.
A tubulação da cabeça do poço tinha originalmente duas polegadas de diâmetro. Agora, ela pode ter menos de uma polegada e se desgasta ainda mais com o passar dos dias. O petróleo já alcançou a Corrente do Golfo e está penetrando na corrente oceânica, que é pelo menos quatro vezes mais forte que a Corrente do Golfo. Isso significa que todo esse petróleo pode alcançar todos os oceanos do planeta em apenas 18 meses.
Coloco abaixo um vídeo da NASA, mostrando o avanço do vazamento. Vale lembrar que o vídeo cobre apenas o período de 20 de abril, data da explosão da Deepwater Horizon, até 24 de maio de 2010. De lá para cá, a sopa tóxica já se espalhou ainda mais:
O petróleo, juntamente com os gases, incluindo o benzeno e outras toxinas, está eliminando o oxigênio da água, o que está aniquilando todos os tipos de vidas oceânicas nas regiões afetadas. Além disso, há o petróleo que chega às costas, que causará danos ainda mais terríveis para os habitantes terrestres.
Com a situação atual exposta, chega o momento das expectativas:
Em algum momento, o buraco escavado na terra por baixo da cabeça do poço ficará tão grande e frágil, que a intensa pressão empurrará a cabeça do poço para cima, permitindo a total fuga do petróleo, sem restrição alguma.
O buraco continuará aumentando em tamanho e permitindo que mais e mais petróleo escape para o Golfo do México. Depois que forem liberados alguns bilhões de barris no mar, a pressão dentro do enorme buraco por baixo do solo oceânico começará a estabilizar.
Isso permitirá que a água, que está sob intensa pressão a 1600 metros de profundidade, penetre no buraco e na cavidade onde se encontrava o petróleo que foi liberado. A temperatura nessa profundidade é de aproximadamente 400 graus Celsius, possivelmente mais.
Nessa temperatura, a água se vaporizará e voltará à corrente, criando uma força colossal, que levantará o solo do Golfo. É difícil calcular a quantidade de água que se deslocará pela coluna e pela cavidade, não sendo então possível calcular exatamente o desnível que o solo marinho sofrerá.
De qualquer modo, o deslocamento criará um tsunami com ondas entre 6 e 24 metros. O solo marinho, agora revirado, cairá sobre a câmara – já sem óleo e sem água super pressurizada. Dessa forma, a natureza selará o buraco.
Mas isso é no mar… Dependendo da altura do tsunami, os restos do oceano, do petróleo e das estruturas existentes que serão arrastadas pelo interior da costa – um perímetro entre 80 e 300 quilômetros desaparecerá completamente. Mesmo que os escombros sejam retirados e toda a área atigida, limpa, os contaminantes que permanecerão no solo e na água tornarão a região impopulável por um número de anos ainda desconhecido.
Fonte: Tom Buyea FL News Service. A Global Research originalmente publicou o artigo, mas não está mais disponível. Info sobre o Dr. Wickstrom aqui.
Ah, só mais um lembrete: O desastre ambiental causado por vazamento de petróleo também já havia sido descrito no game Illuminati: New World Order.
Manobra suja: British Petroleum compra palavras-chave no Google e no Yahoo
Sujos. Imundos. Esses manipuladores euroanglonazisionistas (como diria o Aldo Luiz) definitivamente possuem esses adjetivos impressos em seus DNAs, bem como em seus títulos. Assim, se eu falasse da “nobre” Rainha da Inglaterra, ou do não menos “ilustre” Mayer Rothschild – o escroque mor, o inventor e implantador do sistema monetário moderno, onde os governos não são soberanos – deveria me referir a eles como a Suja Rainha Elizabeth e o Imundo Rothschild.
Até alguns poucos anos atrás, o plano Illuminati de dominação mundial seguia tranquilo, com a maioria dos pequenos distúrbios, controlados. Mesmo com a internet sendo a principal causadora de tais distúrbios, ela ainda era uma forma de controle muito eficiente, e peça-chave para a tomada do controle global.
Voltando um pouco mais no tempo, na época que a internet ainda era ARPANET e servia somente aos propósitos do DARPA, um dos tentáculos militares dos Illuminati na américa, também eram dados os primeiros passos cibernéticos, rumo ao controle global. A IBM iniciava sua era de ouro, alcançando os lares da população. A estratégia teve continuidade com outras corporações Illuminati, como a Microsoft e a Intel. Com os PCs nas casas de boa parte da população, era chegada a hora de “liberar” o acesso à internet – e dos Illuminati estabelecerem seu domínio no mundo virtual.
No mundo virtual, muito mais dinâmico que nossa “realidade” física, foi em um piscar de olhos que vimos a Microsoft e Internet Explorer destruírem seu rival não Illuminati – o Netscape, o fortalecimento de antigos e a ascensão de novos conglomerados Illuminati, como o Yahoo, o Google, o Mozilla e vários outros. Foi nesse mesmo dinamismo que a mídia mainstream, que já manipulava os outros meios de comunicação, fincou sua bandeira em terreno cibernético e começou a utilizá-lo para distribuir velhas e novas mentiras.
Já de volta aos nossos dias atuais, o que vivenciamos é o mundo físico, ainda controlado pelo sistema, e o mundo virtual também controlado pelo sistema.
Contudo, tanto no mundo físico quanto no cibernético, existem buracos nas teias do sistema, e nesses buracos residem as mentes livres, não manipuladas – ou não totalmente – pelo sistema. No mundo físico, o sistema elitista sempre conseguiu conter o pensamento livre em uma escala maior. O mundo underground, era realmente underground.
Era.
A internet, criada pela DARPA para ser o agente central de infiltração e controle da sociedade moderna, ironicamente também é criadora do maior buraco que o sistema elitista possui. Um buraco que se tornou tão grande, que está fora do controle elitista, e está até mesmo consumindo o sistema que o gerou.
Na linguagem mainstream, a que está sempre tentando nos iludir, esse buraco “virtual” criado na versão cibernética do sistema – a internet – é como um vírus, que está a consumir as células sadias do sistema – e por isso o buraco aumenta, ameaçando perigosamente o bom funcionamento sistêmico.
Agora, se ao invés de utilizar a falsa verdade que o sistema nos apresenta, e utilizarmos a linguagem do buraco – que é o nosso pensamento livre – percebemos claramente que o então “vírus”, nada mais é que uma célula macrófaga – um agente verdadeiro de defesa do organismo, capaz de conter até mesmo os mais perigosos tipos de câncer. E, ao nos darmos conta disso, finalmente temos a consciência de um quadro aterrador: o então “sistema” é na verdade, uma doença tão aguda, que se apoderou quase completamente do verdadeiro organismo.
Quando chegamos a esse entendimento, que somos células macrófagas devorando um câncer tão avançado que estava a ponto de consumir totalmente o organismo vivo – nós mesmos e nosso planeta, é que percebemos a importância que a internet tem nesse momento em que finalmente estamos nos tornando seres verdadeiramente livres, seres não mais escravos. Em um sentido muito concreto, a internet tornou-se nosso consciente coletivo, algo que por tanto tempo desejamos que existisse. Pois agora não só existe, como é o elemento fundamental para acumular e liberar energia necessária para derrotar definitivamente os escravagistas sionistas que por milênios nos subjugaram.
Mas nem tudo são flores, e o sistema insiste em monitorar, controlar e censurar a internet e seus usuários. Exemplo mais próximo disso são os agentes do Ministério da Saúde – agentes de desinformação – que ficam disparando rajadas de asneira em forma de script, daquela metralhadora verbal que produz sempre o mesmo som: mentira! mentira! mentira!
O tentáculo midiático dos illuminati não poderia agir de forma diferente. Assim, quando o sistema se movimenta em direção a um de seus objetivos, a mídia mainstream usa toda sua força para desinformar, levando seus espectadores, leitores ou internautas à caminhos bem distantes da verdade.
Esse é o caso que gerou esse post.
Enquanto a verdade sobre o desastre ambiental causado pela British Petroleum vem sendo desmascarado, a imunda corporação Illuminati insiste em tentar mostrar o contrário.
A sujeira é tamanha que a BP passou a comprar links patrocinados no Google e no Yahoo. O objetivo é claro, levar os internautas que buscam informações diretamente para o site oficial da BP, para que essa possa desinformar os incautos leitores, apresentando notícias manipuladas como lhes convém.
O fato foi confirmado pelo porta voz da BP, Toby Odone, em entrevista à ABC News.
Dentre os termos comprados, estão “oil spill”, “BP oil spill”, “Deepwater Horizon” e “oil spill response”.
Logo após a explosão do Deepwater Horizon, ocorrido em 20/04/2010, os executivos da BP rapidamente estimaram bastante para baixo o tamanho do vazamento. A razão mais provável é que essa foi uma manobra para reduzir os custos com multas da EPA (Environmental Protection Agency), baseadas em galões. Assim, quanto menos óleo vazando, menores as multas.
Passado um mês, veio à público a informação de que o vazamento era, na verdade, de um milhão de galões por dia. A BP então foi pega em sua própria mentira, quando usou um funil para capturar 5.000 barris de petróleo por dia. Mas como o petróleo que continuava escapando tinha uma vazão nitidamente superior ao que estava sendo coletado, a BP teve de assumir um volume maior de vazamento, para tentar explicar a tamanha discrepância com os seu primeiros cálculos apresentados.
O momento agora já é outro. Conforme os cadáveres de peixes, golfinhos, aves e tartarugas vão chegando a costa, a BP contratou uma empresa de segurança – sua própria “polícia ambiental” – para manter fotógrafos e jornalistas distantes da verdadeira face causada pelo vazamento de petróleo. Esses fatos, e a imensa quantidade de gosma preta que chega com as ondas não é a imagem que o CEO da BP, Tony Hayward, quer mostrar.
Mas como tudo está sendo observado por aviões, barcos e satélites, e essas informações estão sendo divulgadas pelos pensadores livres, não é comprando links patrocinados que a BP vai conseguir esconder a verdade do horror que causou com sua plataforma de petróleo e sua louca e desenfreada ganância.
Os céticos certamente discordarão. Para esses, eu pergunto: Por qual outra razão a BP compraria links patrocinados nos dois sistemas de busca mais usados no mundo?


















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