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Terremoto atinge a Austrália e trás surpresas!
Em janeiro desse ano, três imagens muito estranhas foram captadas pelo Australian Bureau of Meteorology – BoM. As anomalias, como vemos abaixo, apresentam um padrão circular, e posteriormente foram retiradas do site do governo australiano.
E no último dia 20 de abril, ocorreu um terremoto de 5.3 graus perto de Perth, lado oeste da Austrália. A foto segue abaixo:
Acontece que o terremoto ocorreu na mesma região que os satélites detectaram a primeira anomalia, em 15/01/10. Fica a pergunta no ar: o terremoto ocorrido faz parte da história da anomalia, ou seria ele próprio A história?
Para entender um pouco mais sobre o ocorrido, as imagens que mostram as anomalias não contêm nuvens que possam justificar o estranho fenômeno, e fazendeiros informaram que os dias inteiros (dias 15 e 22) estiveram muito quentes, bem acima da temperatura normal, ainda que a meteorologia tenha informado que seriam dias normais.
É claro que, para o BoM, as anomalias nas imagens de satélite são, na verdade, interferências ainda sem explicação, e que estão trabalhando para que o “problema” seja corrigido.
É interessante notar que as outras anomalias, ocorridas na costa leste, também estavam situadas em áreas sísmicas muito ativas. Na semana passada, as autoridades australianas informaram que estão preparando a evacuação de milhares de pessoas caso o vulcão Gaua, situado em Vanuatu, no nordeste da Austrália, se torne perigoso.
E agora, vejam só o que foi detectado na região do vulcão:
Coincidência também???
Há algum tempo eu reportei que um amigo neozelandês me havia contado sobre os bombardeios de chemtrails, sobre a presença de navios da marinha americana na região e sobre a estranha névoa que não sai mais do horizonte. Agora, apenas alguns meses depois, a Austrália é vítima de um terremoto, justamente quando há a presença da US Navy por lá, que tem uma base de testes perto de Exmouth, na Austrália.
Para mim, está claro que foi mais um terremoto provocado pelo HAARP. E, pelo que tudo indica, há um consórcio entre os EUA e a Austrália, para a implantação de uma “filial” australiana do HAARP.
Para quem não acredita no HAARP, deixo uma última imagem, obtida do próprio Bureau of Meteorology. As vezes, uma imagem vale mais que mil palavras…
See : 128km Radar Loop for Broome, 21:00 21/01/2010 to 21:00 22/01/2010 UTC
O Vulcão, a ONU e os Jogos de Guerra Illuminati
O grande jogo armado fica cada vez mais evidente. Já sabemos muitas coisas, que, se dependesse do lado sujo do mundo e seus orquestradores, ficaríamos ainda sem saber do que realmente interessa nesse mundo.
Temos acompanhado o Sol afetar todo o globo. Também temos visto o homem brincando com o HAARP e tantos outros instrumentos e técnicas, manipulando e afetando o Sol e a Terra.
O último evento, as erupções de fumaça e lava no glaciar do estrato-vulcão Eyjafjallajökull (pronuncia-se “Eia fiatlai ohut”), provocou o cancelamento de 17000 vôos em apenas três dias, causando transtornos pessoais e empresariais para diversas localidades mundiais.
Tal cancelamento em massa se deveu à grande quantidade de fumaça gerada pelo vulcão, que poderia avariar as turbinas dos aviões comerciais.
Mas isso é um problema civil ou comercial nosso. No mundo Illuminati, nada foi afetado. Ou melhor, prevendo ou criando o evento finlandês que afetou o mundo, os Illuminati iniciaram mais um dos jogos militares promovidos pela sua sucursal ONU.
Muito curiosamente, uma enorme frota de navios de guerra, submarinos, fragatas e aviões de 10 países da ONU e mais 1 país parceiro, se reuniram em Jever, Alemanha, para fazerem parte do exercício marítimo “Brilliant Mariner” no Mar Báltico.
O treinamento multinacional começou no dia 12 de abril e tem duração de 10 dias. O exercício tem o objetivo de fazer as tropas da ONU responderem a várias ameaças, incluindo assimetria ou ameaças terroristas, operações de segurança marítima e operações de embargo em “um cenário realista”, conforme anunciou a ONU.
O exercício conta com a participação de 6,500 agentes de defesa, 31 navios de guerram 28 aviões e 4 submarinos que estão operando nos mares e céus do Norte da Europa. Ops, onde é que a Islândia está mesmo?
A Marinha Francesa, comandante desse exercício militar, enviou 10 dos 31 navios de guerra e praticamente todos os aviões.
Para ficar mais legal ainda nessa partida de WAR Illuminati, a França levou a campo o avião cargueiro Charles de Gaulle, o navio anfíbio Mistral, seu submarino de 1ª geração – Emeraude, entre outras fragatas. Já na aviação, contaram com jatos Mirage, a aeronave de reconhecimento Hawkeye e o avião de patrula marítima Atlantique 2, dentre outras aeronaves. TODAS essas aeronaves estão voando sem problemas durante todo o episódio vulcânico, sabem por que? A razão é que as cinzas vulcânicas não são perigosas tão perigosas para as aeronaves comerciais (quanto mais as militares), conforme exposto pelos fabricantes de motores aéreos – argumento decisivo para a reabertura do aeroporto de Londres e dar fim ao prejuizo de US$1,6 bilhões causados em apenas 6 dias. Trata-se do inimigo brincando de ativar vulcões e causar novas e variadas crises, dando continuidade no roteiro já apresentado no card game Illuminati: New World Order?
A carta a que me refiro é “Desastres Combinados”, mas a sequência abaixo muito me parece a que estamos vivenciando nesse mundo pós 11 de Setembro.
Os países que participaram dessa manobra militar global pró Nova Ordem Mundial foram: Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Estônia, EUA, França, Holanda, Noruega, Polônia, Reino Unido e a Suécia, sendo que esse último não é membro da ONU, mas participou como “Parceiro para a Paz”.
Para conferir a agenda de exercícios militares pelo mundo afora, eis o link.
Ahmadinejad anuncia que poderá haver terremotos em Teerã
Parece que o presidente iraniano está se preparando, após ser ameaçado pelo Secretário de Defesa Americano, durante o encontro ocorrido entre os dois no Afeganistão, que o Irã poderia ser a próxima vítima do HAARP.
Ao que parece, o Irã não foi o alvo imediatamente posterior ao terremoto na Turquia, pois ontem mesmo a China foi novamente alvo de um grande terremoto com origens muito mais que naturais. Hoje em dia, terremotos e outros eventos climáticos são tão comuns que deveriam sair de seus atuais campos de estudo e serem reunidos em apenas um: geopolítica.
Mas, ainda que o país não tenha sido o próximo alvo, isso não quer dizer que não esteja na lista… e o presidente iraniano pensa da mesma forma, ou não teria dito aos iranianos da província de Teerã que estocassem mantimentos e saíssem da região, sob a desculpa oficial de que Teerã está situada sobre várias falhas geológicas. Embora isso seja verdade, porque um súbito aviso para que ao menos 5 milhões de pessoas se desloquem da região, inclusive oferecendo empréstimos de 4% ao ano para facilitar essa operação?
Vejam que curioso: em um mesmo dia, um ciclone atinge uma região pobre da Índia; um vulcão entra em erupção e derrete uma geleira, matando e ferindo muitos em uma região pobre da Islândia; e um terremoto de 6.9 graus – coisa que já é “normal” – atinge uma região pobre da China. E isso acontecendo exatamente antes da reunião do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China, que, entre outras coisas, pretende dar início a discussão do uso de uma moeda única nos negócios entre os países membros. Se levarmos em consideração que há poucos dias houve o atentado de falsa-bandeira na Rússia, e que no Brasil temos presenciado super tempestades e também os já “habituais” ciclones extra tropicais, todos os países do BRIC já receberam seus avisos, da mesma forma que o Irã recebeu o dele, para que se comportem direitinho e façam suas devidas partes no esquema pró NOM.
Experimentos ionosféricos ocorrem no Brasil desde a década de 80
Com tantas ocorrências anômalas ocorrendo recentemente no Brasil – e também no mundo (vide caso da Austrália, onde em um período de dias, choveu o equivalente a um ano inteiro), acredito que é válido buscarmos explicações para os fatos que vem ocorrendo. A pesquisa à nível de Brasil é especialmente importante, se considerarmos que a maioria das informações obtidas geralmente vem de fontes internacionais.
Pesquisando mais sobre o assunto, e sobre o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, já que ele é o organismo oficial de pesquisas espaciais no Brasil, encontrei informações que acredito que sejam desconhecidas pela maioria de nós.
Da mesma forma que existe o Eletrojato Auroral – o principal “campo de estudo” do HAARP e SURA – também há o Eletrojato Equatorial que é uma intensa corrente elétrica situada na altura de ~100Km, numa faixa de ~600Km de largura (ou seja, 6° de latitude) centrado em torno do equador magnético, que atravessa o Brasil em direção aproximadamente leste-oeste. O campo elétrico do dínamo ionosférico, que controla o eletrojato, é responsável também pelo “efeito fonte” do plasma, o qual resulta na formação da anomalia ionosférica caracterizada pela ocorrência de dois picos na densidade de plasma, localizado em baixas latitudes. O observatório ionosférico de Cachoeira Paulista se localiza num dos picos da anomalia, ou seja numa região de maior intensidade de ionização em escala global. A anomalia ocorre tanto durante o dia quanto à noite, ao passo que o fenômeno de irregularidades de bolhas de plasma (ou seja o “Spread-F” equatorial) é um fenômeno noturno, e exerce forte influência nas telecomunicações ionosféricas e transionosféricas. A anomalia do Atlântico Sul, caracterizada pela baixa intensidade do campo geomagnético (o mínimo global) tem grande influência em todos os processos aeronômicos da região brasileira (fonte: INPE).
Foi nessa anomalia, que houve o incidente do vôo Air France 447.
Aqui no hemisfério sul, em especial no Brasil, ainda há outro ponto muito interessante: o fenêmeno das bolhas ionosféricas.
As bolhas de plasma são enormes regiões de vazio de plasma e surgem após o pôr-do-sol (elas nunca ocorrem durante o dia) e podem se estender por milhares de quilômetros ao longo das linhas de força do campo magnético terrestre. A ocorrência das bolhas está aproximadamente restrita à região inter tropical devido às condições físicas locais que favorecem a geração do fenômeno. As bolhas ionosféricas foram descobertas em 1976 por dois cientistas do INPE.
Acontece que essas bolhas causam pertubações nas telecomunicações por satélite, e tais perturbações podem ser extremas a ponto de causar um blackout nas telecomunicações. Algo muito interessante para a US Navy estudar, não?
Em 1982, a Marinha Americana, em parceria com o INPE, conduziu um projeto intitulado BIME – Brazilian Ionospheric Modification Experiments, que tinha por objetivo estudar e estimular a criação de bolhas ionosféricas (ou bolhas de plasma) na atmosfera.
Curiosamente, em 1983, o ex-presidente Ronald Reagan lançou o projeto Star Wars, que cujo objetivo, além de interceptar mísseis nucleares inimigos, era de afetar o sistema de telecomunicações via satélite.
E essa não foi a única vez que o fenômeno foi investigado e manipulado. Em 1994 a NASA, em parceria com o INPE, conduziu a Campanha Guará, que tinha por objetivo estudar quatro fenômenos: 1. a eletrodinâmica do sistema termosfera/ionosfera ao pôr do Sol; 2. as bolhas ionosféricas; 3. o eletrojatoequatorial; e 4. a zona de transição mesosfera-termosfera. Além da marinha americana, outras agências e os russos seguem interessados no assunto.
O artigo abaixo foi elaborado por um dos descobridores das bolhas de plasma, e aborda em maior detalhe o interesse estrangeiro nos acontecimentos brasileiros.
Fica a minha ressalva, de que, cessados os estudos americanos, e lançamentos de seus foguetes através da Base Aeroespacial de Alcântara, no Maranhão, esta inexplicavelmente explodiu em 2003, três dias antes do foguete brasileiro VLS ser lançado. E, mesmo com fortes suspeitas de sabotagem (eu diria que foi uso do HAARP, da mesma forma que ocorreu com o ônibus espacial Columbia), até hoje nenhuma investigação conclusiva foi feita.
Vale lembrar que a base de Alcântara é considerada o melhor espaçoporto do mundo em localização geográfica. Por estar próxima da linha do Equador (e num local onde o campo eletromagnético da Terra é mais fraco) , permite uma economia de até 30% de combustível nos foguetes. Na prática, isso significa gastar menos ou poder mandar para o espaço cargas mais pesadas. Como os Estados Unidos são os donos da maior parte do lucrativo mercado de lançamento de satélites comerciais, eles tentaram, em 2001, fechar um acordo para “alugar” a base brasileira para seus lançamentos. Mas havia vários detalhes importantes no acordo de salvaguardas tecnológicas proposto. Um deles determinava que nenhum brasileiro poderia fazer inspeções no que estivesse sendo trazido dos Estados Unidos para Alcântara. A proposta gerou muitos debates no Congresso e foi engavetada como violação da soberania nacional.
Menos de uma semana após a explosão em Alcântara, a tese de sabotagem tomou vulto em duas notinhas da coluna do jornalista Cláudio Humberto – publicada em vários jornais do país. No dia 27 de agosto, foi citado Ronaldo Schlichting, pesquisador da corrida espacial e perito em armas. Dizia a nota: “Schlichting sugere bala do fuzil Barret .50, que alcança 3 quilômetros, como possível ‘impacto de objeto no foguete’”. No dia seguinte, outra referência à sabotagem, desta vez nas palavras de um professor do Centro Tecnológico da Aeronáutica. “O cientista Edison Bittencourt nega ‘ignição espontânea’ num dos quatro motores do foguete que explodiu em Alcântara. Sugere onda eletromagnética disparada do espaço ou de pequeno dispositivo, inserido no motor e controlado a distância”, escreveu o colunista.
Resumindo. Vieram para o Brasil, fizeram suas pesquisas, aprenderam como manipular as bolhas de plasma e afetar os sistemas de telecomunicações via satélite ( e a como impedir que seus próprios sistemas sejam afetados), tentaram conseguir nosso centro de lançamento de foguetes. Como não conseguiram, e o Brasil estava prestes a lançar seu primeiro foguete que iria realmente decolar, o explodiram antes mesmo de ser lançado. Para eles, e para o governo do Brasil, caso arquivado.









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