Posts Tagged ‘HAARP’
Ahmadinejad anuncia que poderá haver terremotos em Teerã
Parece que o presidente iraniano está se preparando, após ser ameaçado pelo Secretário de Defesa Americano, durante o encontro ocorrido entre os dois no Afeganistão, que o Irã poderia ser a próxima vítima do HAARP.
Ao que parece, o Irã não foi o alvo imediatamente posterior ao terremoto na Turquia, pois ontem mesmo a China foi novamente alvo de um grande terremoto com origens muito mais que naturais. Hoje em dia, terremotos e outros eventos climáticos são tão comuns que deveriam sair de seus atuais campos de estudo e serem reunidos em apenas um: geopolítica.
Mas, ainda que o país não tenha sido o próximo alvo, isso não quer dizer que não esteja na lista… e o presidente iraniano pensa da mesma forma, ou não teria dito aos iranianos da província de Teerã que estocassem mantimentos e saíssem da região, sob a desculpa oficial de que Teerã está situada sobre várias falhas geológicas. Embora isso seja verdade, porque um súbito aviso para que ao menos 5 milhões de pessoas se desloquem da região, inclusive oferecendo empréstimos de 4% ao ano para facilitar essa operação?
Vejam que curioso: em um mesmo dia, um ciclone atinge uma região pobre da Índia; um vulcão entra em erupção e derrete uma geleira, matando e ferindo muitos em uma região pobre da Islândia; e um terremoto de 6.9 graus – coisa que já é “normal” – atinge uma região pobre da China. E isso acontecendo exatamente antes da reunião do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China, que, entre outras coisas, pretende dar início a discussão do uso de uma moeda única nos negócios entre os países membros. Se levarmos em consideração que há poucos dias houve o atentado de falsa-bandeira na Rússia, e que no Brasil temos presenciado super tempestades e também os já “habituais” ciclones extra tropicais, todos os países do BRIC já receberam seus avisos, da mesma forma que o Irã recebeu o dele, para que se comportem direitinho e façam suas devidas partes no esquema pró NOM.
Experimentos ionosféricos ocorrem no Brasil desde a década de 80
Com tantas ocorrências anômalas ocorrendo recentemente no Brasil – e também no mundo (vide caso da Austrália, onde em um período de dias, choveu o equivalente a um ano inteiro), acredito que é válido buscarmos explicações para os fatos que vem ocorrendo. A pesquisa à nível de Brasil é especialmente importante, se considerarmos que a maioria das informações obtidas geralmente vem de fontes internacionais.
Pesquisando mais sobre o assunto, e sobre o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, já que ele é o organismo oficial de pesquisas espaciais no Brasil, encontrei informações que acredito que sejam desconhecidas pela maioria de nós.
Da mesma forma que existe o Eletrojato Auroral – o principal “campo de estudo” do HAARP e SURA – também há o Eletrojato Equatorial que é uma intensa corrente elétrica situada na altura de ~100Km, numa faixa de ~600Km de largura (ou seja, 6° de latitude) centrado em torno do equador magnético, que atravessa o Brasil em direção aproximadamente leste-oeste. O campo elétrico do dínamo ionosférico, que controla o eletrojato, é responsável também pelo “efeito fonte” do plasma, o qual resulta na formação da anomalia ionosférica caracterizada pela ocorrência de dois picos na densidade de plasma, localizado em baixas latitudes. O observatório ionosférico de Cachoeira Paulista se localiza num dos picos da anomalia, ou seja numa região de maior intensidade de ionização em escala global. A anomalia ocorre tanto durante o dia quanto à noite, ao passo que o fenômeno de irregularidades de bolhas de plasma (ou seja o “Spread-F” equatorial) é um fenômeno noturno, e exerce forte influência nas telecomunicações ionosféricas e transionosféricas. A anomalia do Atlântico Sul, caracterizada pela baixa intensidade do campo geomagnético (o mínimo global) tem grande influência em todos os processos aeronômicos da região brasileira (fonte: INPE).
Foi nessa anomalia, que houve o incidente do vôo Air France 447.
Aqui no hemisfério sul, em especial no Brasil, ainda há outro ponto muito interessante: o fenêmeno das bolhas ionosféricas.
As bolhas de plasma são enormes regiões de vazio de plasma e surgem após o pôr-do-sol (elas nunca ocorrem durante o dia) e podem se estender por milhares de quilômetros ao longo das linhas de força do campo magnético terrestre. A ocorrência das bolhas está aproximadamente restrita à região inter tropical devido às condições físicas locais que favorecem a geração do fenômeno. As bolhas ionosféricas foram descobertas em 1976 por dois cientistas do INPE.
Acontece que essas bolhas causam pertubações nas telecomunicações por satélite, e tais perturbações podem ser extremas a ponto de causar um blackout nas telecomunicações. Algo muito interessante para a US Navy estudar, não?
Em 1982, a Marinha Americana, em parceria com o INPE, conduziu um projeto intitulado BIME – Brazilian Ionospheric Modification Experiments, que tinha por objetivo estudar e estimular a criação de bolhas ionosféricas (ou bolhas de plasma) na atmosfera.
Curiosamente, em 1983, o ex-presidente Ronald Reagan lançou o projeto Star Wars, que cujo objetivo, além de interceptar mísseis nucleares inimigos, era de afetar o sistema de telecomunicações via satélite.
E essa não foi a única vez que o fenômeno foi investigado e manipulado. Em 1994 a NASA, em parceria com o INPE, conduziu a Campanha Guará, que tinha por objetivo estudar quatro fenômenos: 1. a eletrodinâmica do sistema termosfera/ionosfera ao pôr do Sol; 2. as bolhas ionosféricas; 3. o eletrojatoequatorial; e 4. a zona de transição mesosfera-termosfera. Além da marinha americana, outras agências e os russos seguem interessados no assunto.
O artigo abaixo foi elaborado por um dos descobridores das bolhas de plasma, e aborda em maior detalhe o interesse estrangeiro nos acontecimentos brasileiros.
Fica a minha ressalva, de que, cessados os estudos americanos, e lançamentos de seus foguetes através da Base Aeroespacial de Alcântara, no Maranhão, esta inexplicavelmente explodiu em 2003, três dias antes do foguete brasileiro VLS ser lançado. E, mesmo com fortes suspeitas de sabotagem (eu diria que foi uso do HAARP, da mesma forma que ocorreu com o ônibus espacial Columbia), até hoje nenhuma investigação conclusiva foi feita.
Vale lembrar que a base de Alcântara é considerada o melhor espaçoporto do mundo em localização geográfica. Por estar próxima da linha do Equador (e num local onde o campo eletromagnético da Terra é mais fraco) , permite uma economia de até 30% de combustível nos foguetes. Na prática, isso significa gastar menos ou poder mandar para o espaço cargas mais pesadas. Como os Estados Unidos são os donos da maior parte do lucrativo mercado de lançamento de satélites comerciais, eles tentaram, em 2001, fechar um acordo para “alugar” a base brasileira para seus lançamentos. Mas havia vários detalhes importantes no acordo de salvaguardas tecnológicas proposto. Um deles determinava que nenhum brasileiro poderia fazer inspeções no que estivesse sendo trazido dos Estados Unidos para Alcântara. A proposta gerou muitos debates no Congresso e foi engavetada como violação da soberania nacional.
Menos de uma semana após a explosão em Alcântara, a tese de sabotagem tomou vulto em duas notinhas da coluna do jornalista Cláudio Humberto – publicada em vários jornais do país. No dia 27 de agosto, foi citado Ronaldo Schlichting, pesquisador da corrida espacial e perito em armas. Dizia a nota: “Schlichting sugere bala do fuzil Barret .50, que alcança 3 quilômetros, como possível ‘impacto de objeto no foguete’”. No dia seguinte, outra referência à sabotagem, desta vez nas palavras de um professor do Centro Tecnológico da Aeronáutica. “O cientista Edison Bittencourt nega ‘ignição espontânea’ num dos quatro motores do foguete que explodiu em Alcântara. Sugere onda eletromagnética disparada do espaço ou de pequeno dispositivo, inserido no motor e controlado a distância”, escreveu o colunista.
Resumindo. Vieram para o Brasil, fizeram suas pesquisas, aprenderam como manipular as bolhas de plasma e afetar os sistemas de telecomunicações via satélite ( e a como impedir que seus próprios sistemas sejam afetados), tentaram conseguir nosso centro de lançamento de foguetes. Como não conseguiram, e o Brasil estava prestes a lançar seu primeiro foguete que iria realmente decolar, o explodiram antes mesmo de ser lançado. Para eles, e para o governo do Brasil, caso arquivado.
Guerra Climática – documentário do History Channel
Documentário do History Channel abordando a questão da radical mudança climática tendo o homem e suas “máquinas maravilhosas” como as principais causas.
O filme, sendo Illuminati, apresenta distorções, como por exemplo, atribuir a Nikola Tesla a invenção da arma ionosférica. Na verdade, Tesla nunca inventou nada com o intuito de usar suas invenções como arma. Ele foi o primeiro defensor da energia livre. Mas, a CIA, após sua misteriosa morte, rapidamente invadiu seu quarto de hotel e se apropriou da maioria de seus inventos.
Um dos exemplos é atribuir aos russos (mesmo os americanos já tendo usado armas climáticas na década de 60, na guerra do Vietnã) o primeiro uso de ondas de frequência muito baixa como arma, o famoso Pica Pau russo. Contudo, apesar de um grande emissor de ELF realmente existir na ex-União Soviética, muitas fontes indicam que esse foi um ataque de falsa-bandeira orquestrado pela CIA em conjunto com a URSS. Vale lembrar que a guerra fria em grande parte também foi um jogo-experimento Illuminati/Sionista, da mesma forma que a cúpula inglesa, americana e alemã nunca foram realmente inimigas. Mais uma manobra pró Nova Ordem Mundial…
Mas a produção também apresenta verdades contundentes, principalmente na relação de ondas ELF e a produção de terremotos, sobre as chemtrails (ainda que tratem essas últimas como mera “especulação”) e a chuva, como bem estamos percebendo aqui no Brasil, na Nova Zelândia e diversas outras localidades.
O documentário tem cinco partes. Basta reproduzir o primeiro que os outros carregam automaticamente.
HAARP ataca novamente: Hoje, terremoto na Turquia, o próximo será no Irã
Eis mais um terremoto pseudo-natural com fins geopolíticos… Na madrugada de hoje, um tremor de 6 graus na escala Richter assolou a cidade turca de Okcular.
Em uma localidade onde boa parte das construções não é de alvenaria, mas de uma mistura argilosa, um tremor como esse pode causar grande devastação. Entretanto, o terremoto veio ocorrer logo após o Gabinete de Obama condenando o “holocausto armênio” causado pela Turquia no início do século XX. O governo turco suspostamente interpretou como um sinal para aproximar as relações com o também muçulmano Irã, seu tradicional inimigo de outrora.
Um fato intrigante é que o terremoto no Chile, ocorrido há uma semana, aconteceu pouco tempo após a comunidade latino americana ter assinado o acordo do CELC – Comunnity of Latin American and Caribbean States) para se tornar “independente economicamente do Gigante do Norte”.
Ainda na manhã de hoje, agentes do serviços de inteligência russos (GRU) informaram que houve uma reunião no Afeganistão, no gabinete do Presidente Hamid Kazai, entre ninguém menos que Mahmud Ahmadinejad, presidente do Irã e Robert Gates – Secretário de Defesa dos EUA e Chefe da CIA.
De acordo com informações da GRU, Gates advertiu Ahmadinejad que o Irã pode esperar uma catástrofe ainda esse mês, criada pelo HAARP – a máquina de terremotos da Marinha Americana, caso as atividades nucleares naquele país não cessem imediatamente. De acordo com o relatório, Ahmadinejad desdenhou de Robert Gates, dizendo “vocês já erraram” – em referência ao terremoto recém ocorrido na Turquia, país vizinho ao Irã. O Secretário de Defesa de pronto respondeu que “nós nunca erramos”. Tal comentário faz com que a GRU o considerasse como uma admissão que o terremoto da Turquia, assim como os do Chile e Haiti, foram deliberadamente usados como arma pelos Americanos contra aqueles países. Ahmadinejad terminou dizendo que o Irã “nunca aceitará ordens de qualquer regime que assassina deliberadamente seus próprios cidadãos” – uma referência ao atentado de 9/11, que o presidente iraniano dias atrás chamou de “Grande Mentira” e que na verdade trava-se de um “complicado cenário e peça da inteligência” usado como “um pretexto para a guerra ao terror e um prelúdio para a invasão ao Afeganistão”
O que nos resta agora é esperar. Vamos acompanhar os movimentos dos países envolvidos, em especial o Irã, que está disposto a não ceder às pressões americanas. Se um terremoto acontecer no Irã dentro das próximas semanas, esse será a prova irrefutável que os EUA possuem o HAARP como arma climática e de catástrofes e não tem medo, pena ou escrúpulos em utilizá-la como arma de subjugação mundial.





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