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HAITI – Monsanto planta veneno no solo que o HAARP preparou
Monsanto quer doar milho transgênico para Haiti
Thalles Gomes | Porto Príncipe/Haiti
Sementes transgênicas estão sendo doadas ao Haiti pela empresa estadunidense Monsanto.
A denúncia foi feita no último dia 10 de maio em artigo escrito pelo Padre inglês Jean-Yves Urfié, ex-professor de química do Collège Saint Martial, em Porto Príncipe. “A empresa transnacional Monsanto está oferecendo aos agricultores do país um presente mortal de 475 toneladas de milho transgênico, junto com fertilizantes associados e pesticidas, que serão entregues gratuitamente pelo Projeto WINNER [Vencedor, em inglês], com o respaldo da embaixada dos Estados Unidos no Haiti”, alertou Urfiè. Segundo ele, a multinacional Monsanto já começou a distribuir sementes de milho transgênicas nas regiões de Gonaives, Kenscoff, Pétion-Ville, Cabaré, Arcahaie, Croix-des-Bouquets e Mirebalais.
A forte repercussão dessa denúncia obrigou o Ministro da Agricultura do Haiti, Joana Ford, a convocar uma coletiva de imprensa no último dia 12 de maio em Porto Príncipe. “O Haiti não tem a capacidade para gerenciar os OGM [Organismos Geneticamente Modificados]” afirmou o Ministro Ford antes de desmentir que a doação da Monsanto fosse de milho transgênico.
“Nós tomamos todas as precauções antes de aceitar a oferta feita pelo multinacional Monsanto para fazer uma doação de 475,947 kg de sementes de milho híbrido e 2.067 kg de sementes de hortaliças. Devemos também mencionar que, na ausência de uma lei que regulamenta a utilização de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) no Haiti, não posso permitir a introdução de sementes ‘Roundup Ready’ ou qualquer outra variedade de transgênicos“, enfatizou o Ministro.
Segundo Ford, as sementes híbridas oferecidos pela Monsanto são adaptadas às condições tropicais do Haiti. A doação integra uma campanha do Ministério da Agricultura para revitalizar o setor agrícola depois do terremoto de 12 de Janeiro. Para tanto, informa o Ministro, mais de 65 mil hectares de terra estão sendo beneficiados com tratores para o preparo do solo, fertilizantes, defensivos agrícolas e formação para os agricultores.
A própria Monsanto se viu obrigada a se pronunciar sobre o caso. “Nós acreditamos que a agricultura é a chave para a recuperação a longo prazo do Haiti”, afirmou a transnacional em nota publicada em sua página na internet. “Após o desastre, a Monsanto doou dinheiro para a recuperação”, continua a nota, “mas era evidente que a doação de nossos produtos – milho e sementes de hortaliças de qualidade – poderia realmente fazer a diferença na vida dos haitianos”. Foi imbuída deste espírito de generosidade que a maior fornecedora de sementes do Mundo resolveu doar ao Haiti o equivalente a US$ 4 milhões em sementes de milho híbrido, repolho, cenoura, berinjela, melão, cebola, tomate, espinafre e melancia. 60 toneladas dessas sementes chegaram em território haitiano na primeira semana de maio.
Outras 70 toneladas aportaram na capital Porto Príncipe no dia 13 de maio. A previsão é que, para os próximos 12 meses, mais 345 toneladas de sementes híbridas de milho sejam distribuídas para os agricultores do país.
Abrindo mercados
O terremoto de 12 de janeiro causou a morte de 300 mil pessoas e desabrigou mais de um milhão de haitianos. Suas conseqüências foram devastadoras. Mas, apesar de ter alcançado sete graus na escala Richter, é bem pouco provável que o terremoto tenha abalado as estruturas de funcionamento de uma empresa transnacional como a Monsanto. A doação das 475 toneladas de sementes híbridas pode ser propagandeada como uma ação de generosidade da transnacional com o povo haitiano. Todavia, se forem analisadas as condições em que esta doação está sendo feita, a generosidade se converte em mera tática empresarial para aumento de divisas.
O lucro da Monsanto no trimestre que se encerrou em 28 de Fevereiro de 2010 foi de US$ 887 milhões. No mesmo período do ano passado, o lucro fora de US$ 1,09 bilhão, o que significa uma queda de 19%. Segundo o diretor executivo da transnacional, Hugh Grant, o principal motivo desta queda foi a diminuição nas vendas de herbicidas e produtos químicos.
Em conferência a analistas no início de abril, Grant afirmou que não poderia recorrer ao aumento de preços para reverter essa queda, já que os agricultores não parecem dispostos a pagar preços mais altos pelas novas linhas de sementes transgênicas, algumas das quais duas vezes mais caras do que as variedades mais cultivadas hoje. “O retorno que estou tendo dos fazendeiros é de que se nossos preços forem diferentes, a curva de adoção das sementes será diferente”, disse Grant.
Não sendo possível aumentar o preço dos seus produtos, a única saída para a Monsanto reverter a queda na sua taxa de lucros é com a abertura de novos mercados consumidores. Não é a toa que pouco menos de um mês após a conferência de Hugh Grant, as sementes da Monsanto aportaram no Haiti.
O que não foi dito nem pela Monsanto, nem pelo Ministério da Agricultura haitiano, é que essas sementes híbridas de milho só poderão cumprir suas promessas de produtividade e adaptação ao clima tropical haitiano se forem tratadas com herbicidas, fertilizantes e produtos químicos específicos, que não por acaso são produzidos pela própria Monsanto. Isso significa que os agricultores haitianos que receberem as sementes híbridas só conseguirão torná-las produtivas se adquirirem os herbicidas e fertilizantes da Monsanto.
Além disso, as famílias camponesas não poderão reaproveitar as sementes que brotarem desse milho, já que uma das características das sementes híbridas é que apenas a sua primeira geração é adequada para o plantio. Se quiserem continuar produzindo na próxima safra, os camponeses terão de comprar novas sementes da Monsanto.
Nesse ritmo, com o aumento do consumo de sementes e, consequentemente, de herbicidas, fertilizantes e produtos químicos da Monsanto, a previsão do Padre Jean-Yves Urfié poderá se tornar realidade: “Em breve, haverá apenas sementes da Monsanto no Haiti. Então, será o fim da independência dos agricultores.”
Vencedor
A Monsanto não está sozinha nesta empreitada. O transporte e toda logística de distribuição das sementes no Haiti está a cargo de outras duas empresas estadunidenses, a Kuehne + Nagel Emergency and Relief Logistics e a UPS Foudation.
Ken Sternad, presidente da UPS, fez questão de se pronunciar sobre essa ação: “Como parte de nossos esforços contínuos para apoiar a recuperação do Haiti, a UPS tem o orgulho de doar os nossos serviços para os navios de sementes, já que o país começa a se mover em direção à construção de um futuro sustentável”.
Esse “futuro sustentável” de que fala Sternad e que vem atraindo o interesse de tantas empresas estrangeiras está consolidado no Projeto WINNER [Vencedor em inglês]. Lançado em 08 de Outubro de 2009 pela USAID [Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional], o Projeto WINNER irá investir 126 milhões de dólares nos próximos cinco anos para construir uma nova infra-estrutura agrícola no Haiti, com o objetivo de aumentar sua produtividade. Para tanto, irá fornecer assistência técnica especializada, além de serviços técnicos e insumos agrícolas, como pesticidas e fertilizantes.
É por intermédio deste Projeto que serão distribuídas as 475 toneladas de sementes da Monsanto. De fato, tais sementes não chegarão diretamente às mãos dos camponeses haitianos. Elas serão destinadas primeiramente a lojas geridas pela USAID e depois serão vendidas por um preço “significativamente reduzido” às famílias camponesas. “Nossa meta é atingir 10 mil agricultores nesta temporada”, informou Jean Robert Estime, diretor responsável pelo Projeto WINNER. “As sementes irão ajudar a alimentar e fornecer oportunidades econômicas para os agricultores, suas famílias e a comunidade em geral”.
Para compreender que tipo de “oportunidades econômicas” são essas, é preciso elucidar quem são os atores por trás do Projeto WINNER. Seu diretor responsável, Jean Robert Estime, serviu como Ministro das Relações Exteriores durante os 29 anos da ditadura Duvalier no Haiti, época em que foram assassinados mais de 30.000 haitianos e o país abriu suas portas para os produtos alimentícios estrangeiros. Graças a essa abertura, o Haiti importa hoje 80% dos alimentos que consome.
Arquiteta e coordenadora do WINNER, a USAID é uma agência governamental estadunidense criada em 1961. Segundo sua página oficial na internet, tem a missão de “promover os interesses da política externa dos Estados Unidos na expansão da democracia e dos mercados livres, melhorando a vida dos cidadãos do mundo em desenvolvimento”. Com sede em Washington/DC, a USAID está presente nas cinco regiões do mundo. Seu trabalho apóia “o crescimento econômico e os avanços da política externa dos Estados Unidos”.
Novo terremoto
“Trata-se de um novo terremoto mais perigoso a longo prazo do que o que ocorreu em 12 de Janeiro. Não se trata de uma ameaça, mas de um ataque muito forte à agricultura camponesa, aos camponeses e às camponesas, à biodiversidade, às sementes crioulas que estamos defendendo, ao que resta de nosso meio ambiente no Haiti”, denuncia Chavannes Jean-Baptiste, coordenador do MPP (Mouvman Peyizan Papay) e membro da Via Campesina haitiana.
Chavannes acusa o governo haitiano de estar aproveitando o terremoto para vender o país às forças imperialistas e às empresas transnacionais. “Não podemos aceitar isso”, adverte o dirigente camponês, “devemos iniciar já a mobilização contra este Projeto, contra a Monsanto no Haiti. Necessitamos de uma unidade forte no Haiti e uma forte solidariedade internacional para enfrentar a Monsanto e todas as forças da morte que querem acabar com a soberania total deste pequeno país que conquistou sua independência com o sangue de seus filhos e de suas filhas desde 1804”.
Como primeiro passo neste enfrentamento, o MPP convocou os camponeses a enterrar e queimar todas as sementes de milho provenientes do Ministério da Agricultura. Além disso, uma grande marcha está sendo planejada pela Via Campesina Haiti para os próximos dias 04 e 05 de junho, na ocasião do Dia Internacional do Meio Ambiente. A marcha partirá da região de Papay com destino à cidade de Hinche, capital do departamento Central.
- Talles Gomes, cineasta, jornalista e membro da Brigada da Vía Campesina Brasileira, no Haiti.
Bode com tetas é mais um “normal”
Hoje, durante o desinformativo Jornal Hoje, passou uma matéria sobre um bode em Pernambuco, que possui tetas e inclusive dá de mamar a um cabrito.
Fiz uma pesquisa rápida, e vi que há pelo menos quatro casos conhecidos no Brasil.
Os veterinários consultados mostraram – assim como seus colegas médicos e cientistas de outras áreas – que quando não sabem de uma resposta, só precisam inventar uma! E, como são especialistas, suas palavras devem fazer algum sentido… por que não acreditar? Hah!
Vejamos os casos em maiores detalhes:
CASO #1
21 de agosto de 2005 – Bode que produz leite vira atração no RN
Nome do bode: n/d
Raça: Parda albina
Idade na época da matéria: ~5 anos
Cidade em que vive: Apodi – RN
Opinião do veterinário: O veterinário Faviano Moreira explica que o bode nasceu com alteração ginecomastia – fator genético que aumenta as glândulas mamárias nos machos, provocado por alteração hormonal. Segundo ele, até a puberdade as glândulas mamárias crescem, e depois, na fase adulta, não apresentam aumento. No caso específico do bode, o nível de protactina – um tipo de hormônio – é presente além do normal.
“Bode não pode ter leite. Esse leite não tem característica boa”, diz o veterinário. Moreira afirma que o caso do animal pode ser analisado por professores da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). “Se houver interesse e o proprietário permitir, o sangue e o leite do bode podem ser estudados”, disse.
CASO #2
01 de novembro de 2007 – Bode Parrudo dá leite no interior de MG
Nome do bode: Parrudo
Raça: n/d
Idade na época da matéria: n/d
Cidade em que vive: Nova Porteirinha-MG
Opinião do especialista: Maria Dulcinéia da Costa, professora de genética e melhoramento animal da Universidade Estadual de Montes Claros, esclarece o que aconteceu com o bode. “Ele pode ter sofrido uma anomalia genética e desenvolveu glândulas mamarias, que são as tetas funcionais. Isso é raro.” “Entrei em contato com outro pesquisadores e só a pesquisa laboratorial é que vai poder confirmar se isso é leite, apesar da semelhança visual com leite de cabra. Segundo estudos, isso seria uma secreção muito próxima ao leite”, disse Maria Dulcinéia.
CASO #3
19 de abril de 2009 – Bode leiteiro é sensação em Sobral
Nome do bode: Cheiroso
Raça:Anglo nubiano
Idade na época da matéria: 6 anos
Cidade em que vive: Sobral-CE
Opinião do veterinário – De acordo com a Embrapa Caprinos, de Sobral, ‘Cheiroso’ nasceu com a alteração ginecomastia.
CASO #4
16 de abril de 2010 – Bode reprodutor dá leite em Pernambuco
Nome do bode: n/d
Idade na época da matéria: 3 anos
Cidade onde vive: Jataúba-PE
Opinião do veterinário: Segundo o veterinário Enrico Ortolani, o macho normalmente nasce com uma “tetinha” e um pequeno tecido mamário, que não se desenvolvem. O que pode ter acontecido, nesse caso, é que o bode, quando pequeno, vivia com outros animais que mordiam os mamilos dele e isso estimulou o crescimento das tetas. Com a ordenha, o tecido mamário se desenvolveu a ponto de manter a produção de leite.
Ainda de acordo com o veterinário, o criador tem que tomar cuidado com o manejo desde pequeno, não deixando que os mamilos sejam cutucados por outros animais.
Há ainda outros “bodes leiteiros” pelo mundo:
06 de maio de 2005 – Bode dá leite em Patna
Cidade – Patna – Índia
17 de junho de 2007 – Bode chinês produz leite
Cidade: Vila de Cao – China
17 de abril de 2009 – Acredite ou não, bode dá leite
Cidade: Al Ain – Abu Dhabi
Um monte de bobagens, disfarçadas de “conhecimento técnico”. É isso que nossa educação, elaborada pelos Illuminati, faz…
Ainda que as respostas fossem totalmente válidas, repararam que os “especialistas” só falaram dos efeitos ocorridos, e não das causas? Aliás, essa é a mesma razão pela qual os médicos ficam estudando e tratando os tumores cancerígenos em seres humanos – tumores são sintomas, e não causas!
Os quatro casos nacionais e os três internacionais apresentados, são de bodes nascidos após o ano 2000. A minha humilde opinião de não-especialista no assunto, é que a causa das mudanças genéticas nos bodes – e essa, sim, pode ser a verdadeira razão da ginecomastia (ou qualquer outra explicação dada para o sintoma) – é a contínua ingestão de organismos genéticamente modificados, bem como o uso de agrotóxicos no solo. A manipulação genética de animais ocorre há bastante tempo (vide Monsanto e outras indústrias). Super gados de corte, com músculos duplos e excesso de hormônios estão aos montes por aí, da mesma forma que vacas leiteiras que são anabolizadas para produzirem mais leite (mais até do que todo o consumo mundial), ou ainda os porcos produtores de insulina.
Acho muito mais aceitável termos bodes produtores de leite devido a mudanças provocadas ou espontâneas causadas por agrotóxicos e/ou OGM do que outra causa apontada por especialistas. A menos que os cientistas realmente passem a estudar as coisas a partir de suas origens – e não de seus meios – a informação sempre chegará defeituosa até nós.
Bill Gates admite que vacinas são usadas para depopulação humana
A farsa do aquecimento global insiste em continuar, mesmo quando o Climategate desmascarou a farsa e a comunidade científica acorda para a verdade.
Deopois de Al Gore, chega a vez do novo paladino negro Bill Gates fazer seu pronunciamento.
Durante uma apresentação em fevereiro de 2010 no TED, Bill Gates faz a surpreendente declaração que as vacinas devem ser usadas para reduzir a população da Terra, controlar o aquecimento global e reduzir as emissões de CO2 (que já sabemos que é inofensivo ao planeta).
No coração do discurso de Gates está o dogma do Aquecimento Global, o qual diz que a emissão de CO2 emitido por seres humanos é a causa primária pelo aquecimento indesejado da Terra. Uma vez que essa (falsa) afirmação diz que o aquecimento artificial do planeta é induzido pelo homem, e que o processo será irreversível caso não mudemos nossas atitudes, os proponentes do dogma do Aquecimento Global defendem o ponto que as emissões de CO2 pelos seres humanos devem ser radicalmente reduzidas.
Então entra em cena Bill Gates, que casualmente aborda o assunto. Durante sua palestra, Gates afirma que uma maneira de alcançar o objetivo da redução de CO2 é reduzir a população humana global .
Ele postula uma equação, dando uma estimativa do CO2 emitido pelo homem anualmente, como vemos abaixo:
CO2 = P x S x E x C
Onde:
P = população humana
S = média dos serviços por pessoa
E = quantidade média de unidades de energia usadas por serviço
C = média de CO2 emitido por unidades de serviço por ano
Assim, CO2 = quantidade projetada de CO2 emitido pela população inteira por ano
Hoje a Terra possui 6.8 bilhões de pessoas. Assegurando que a população se dirige perigosamente a casa dos 9 milhões de pessoas, Bill Gates disse: “…se fizermos um trabalho realmente bom com as novas vacinas, a Saúde e os Serviços de Saúde Reprodutiva (ou seja, a indústria do aborto), poderíamos reduzir a população em talvez uns 10% ou 15%” (o que equivale de 680 milhões a um bilhão e 20 milhões de pessoas).
Só faltou dizer que o resto da população eliminada será através de guerras, das chemtrails e do HAARP, com suas catástrofes criadas… Mas essa não é a praia de Gates, pois, como o vídeo abaixo mostra, “ele ama vacinas”.
Notem que Gates não fala das vacinas no sentido que todos nós conhecemos, ou seja, aumentar a capacidade de nosso sistema imunológico através da inserção de virus e bactérias mortos ou atenuados em nossos corpos – melhorando, assim, nossa qualidade de vida. Pelo contrário, Bill Gates considera que vacinas são desejáveis para reduzir o número da população. E como? Basicamente, com todas as propriedades que impeçam pessoas de terem filhos, através da infertilidade, esterilidade e senilidade (vide casos onde a vacina H1N1 foi usada e o número de autistas explodiu).
Sarcasticamente, encontramos no site da Fundação, a citação de Melinda Gates sobre vacinas: “Vacinas são um milagre – com apenas algumas doses elas podem prevenir doenças mortas por uma vida inteira”.
Agora vejam a matéria publicada no Estadão: Bill Gates doa US$ 10 bilhões para a produção de vacinas.
E essa no Mídia News: ONG de Bill Gates contrata FDA para nova vacina
Morte na África, em outros países pobres, e na China. Conveniente, não?
Espero que agora todos entendam o porquê da Fundação Bill e Melinda Gates ser uma das maiores patrocinadoras do Banco Mundial de Sementes, o Silo Global de Sementes de Svalbard, formado juntamente pela Monsanto, Rockefeller e Syngenta – todos percententes aos Illuminati.
O site da Fundação ainda exibe uma de suas missões: “A Fundação Bill & Melinda Gates é dedicada a trazer inovações na saúde e no aprendizado da comunidade global”.
Quero morrer “burro” e “doente” ao depender de pessoas e instituições assim…
Sojeiros gananciosos tentam agora sair da armadilha criada pela Monsanto
No primeiro momento, os Sojeiros de Mato Grosso não pensaram em nada mais além deles mesmos, em suas panças e lucros gordos. Pensar na saúde alheia e nas consequências do cultivo da soja transgênicas para quê???
Com suas visões turvadas pela ganância, e tendo um Governador que além de ser um dos maiores sojeiros mundiais também faz parte do grande jogo da Nova Ordem Mundial, foi fácil para a gigante aracnídea Monsanto tecer sua teia e capturar os ingênuos fazendeiros, um a um.
Agora que a aranha já apanhou a todos e está dando as primeiras abocanhadas, os fazendeiros tentam escapar das presas mortais da Monsanto e seus royalties.
A explicação para o uso seguido da soja da Monsanto nas palavras de um sojeiro do Mato Grosso: “Temos informações de que a Monsanto está induzindo as sementeiras do Estado a produzir somente sementes transgênicas”. Daí a força do monopólio fala mais alto do que qualquer suposto benefício para os agricultores. A matéria que segue, do Diário de Cuiabá, dá mais detalhes da situação e ainda revela que a empresa segue cobrando royalties mesmo dos produtores que tiveram sua soja convencional contaminada – uma outra grande e eficiente armadilha.
Diário de Cuiabá, 29/01/2010
Guerra à Monsanto
Em Cuiabá, a Aprosoja prepara ação judicial contra a empresa e, em Sinop produtores também devem seguir o mesmo caminho
MARCONDES MACIEL e TANIA RAUBER
Da Reportagem
A guerra dos produtores mato-grossenses à Monsanto – multinacional detentora da tecnologia de sementes transgênicas da soja, conhecida como RR (Roundup Ready) – está declarada. Depois de esgotadas todas as tentativas de diálogo com a empresa, os produtores já pensam em acionar a Justiça. Em Cuiabá, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja) prepara ação judicial contra a Monsanto. E, em Sinop (500 Km ao Norte de Cuiabá), os produtores também estudam entrar na Justiça contra a empresa.
A Aprosoja quer saber se os valores pagos em royalties pelos sojicultores são devidos. “Queremos saber que tipo de patente que está gerando esta cobrança, pois dependendo da patente, a empresa não direito de cobrar nada. Precisamos saber também o período de validade da patente”, explica o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira.
Em Mato Grosso, os produtores elevaram a área plantada de transgênicos de 2,6 milhões de hectares (safra 2008/09) para cerca de três milhões de hectares na safra deste ano. A expansão da área vai aumentar também o lucro da Monsanto, que saltará de R$ 39 milhões para R$ 45 milhões de uma safra para outra, incremento de 15,38%. O valor cobrado pela Monsanto pelo uso da patente, de acordo com cálculos dos produtores, é de R$ 15 por hectare.
A Aprosoja pretende fazer uma notificação para que a Monsato apresente justificativas para a cobrança do royalties. “Temos informações de que a Monsanto está induzindo as sementeiras do Estado a produzir somente sementes transgênicas”, denuncia Silveira. Em Mato Grosso, os transgênicos já ocupam metade de toda a área plantada de soja, cerca de 6 milhões de hectares.
SINOP – Depois de várias conversações, sem resultado, o Sindicato Rural de Sinop estuda propor ação contra a Monsanto. Atualmente, cerca de 50% das lavouras da região Norte de Mato Grosso são cultivadas com variedades transgênicas. Estas se diferenciam das convencionais por serem tolerantes à herbicida à base de glifosato, usado para dessecação pré e pós-plantio, para eliminar qualquer tipo de planta daninha.
Essa tolerância faz com que o agricultor possa aplicar apenas esse herbicida sobre a soja, reduzindo assim seus custos de produção e o número de aplicações. Porém, o questionamento do setor é quanto a cobrança dos royalties pelo uso da semente.
O presidente do Sindicato, Antônio Galvan, explicou que são feitas duas cobranças. A primeira delas na compra da semente, por meio de boletos. “Em janeiro, eles cobraram R$ 0,45 cada quilo de semente, o que equivale a cerca de 30% do preço da saca”.
O principal questionamento é quanto a segunda cobrança, que é feita na saída do produto. Ao chegar nos armazéns, o grão passa por um teste que vai apontar se é transgênico ou não. O problema ocorre porque, em muitos casos, a oleaginosa convencional é contaminada e os produtores acabam tendo que pagar os royalties sem ter adquirido sementes transgênicas.
Isso ocorre tanto na lavoura, por meio de polinização ou na hora do plantio, quanto na hora de estocar a safra. “Se tiver uma lavoura de soja transgênica ao lado de uma convencional, na época da florada, pode ocorrer a polinização. Se as máquinas, na hora do plantio, não forem bem limpas e ficar algumas sementes de transgênicos, também pode haver a contaminação. Desta forma, na hora dos testes, são consideradas transgênicas”.
- Leia mais sobre a briga de produtores com a Monsanto:
Sindicatos rurais vão à Justiça, mas Monsanto não abre mão de taxa
Teste de detecção de transgênico errado em Tupaciretã-RS
Que os os agricultores aprendam de uma vez por todas. Não basta ter alta tecnologia nas lavouras se os produtores não são inteligentes o bastante para detectar as armadilhas que ameaçam não somente eles, mas também a todos nós, pois a falta de inteligência deles representa um risco enorme para todos, já que decidiram plantar soja trans sem sequer pensarem que esta deveria ser armazenada separadamente da soja convencional. E olha que a falta de silos de armazenagem já é um problema antigo em Mato Grosso.
Com a soja geneticamente modificada misturada aos grãos não transgênicos, é 100% certeza que todos nós ingerimos organismos genéticamente modificados sem termos sequer conhecimento disso, quanto mais termos permitido.
Isso vale também para o milho, já que é outra grande cultura em Mato Grosso.
É a Nova Ordem Mundial fazendo mais um “bem” à todos nós. E para nunca nos esquecermos de que eles são “tão bonzinhos”, segue um ótimo documentário: O MUNDO SEM A MONSANTO.
Lista de reprodução com todos as partes



A Nova Ordem Mundial
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Flúor na água não!
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