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Os resultados da vacinação contra H1N1 que o Governo nem as TVs não contam
Vários colegas, e até mesmo familiares, acham minha posição contra a não vacinação da gripe suína é muito extremista, mesmo quando os fatos estão sendo praticamente postos diante de seus rostos. Ainda não conheci alguém que tenha tomado a vacina e não tenha reclamado de ao menos alguns “efeitos colaterais”. Infelizmente, também estou conhecendo casos graves criados pela vacinação, e que, assim como tantos outros, a mídia mainstream não irá apresentar, exceto que isso seja uma estratégia dela.
Mas enquanto a mídia não mostra nada, eu acompanho a situação de um casal de amigos, onde todos os quatro membros da família – o casal e dois filhos pequenos estão muito mal. Na verdade, não são quatro, e sim cinco pessoas, pois a mãe está em gravidez avançada. Ela e o filho mais novo estão com os quadros mais graves e estão internados. Desnecessário dizer que trás risco à gravidez do terceiro filho.
Tudo isso aconteceu entre o dia seguinte e menos de uma semana após a vacinação contra o H1N1, uma vacina que nosso governo afirma que é “totalmente segura”.
Só que enquanto esses e outros casos estão ocorrendo diariamente, nada disso é computado, e nao vira informação estatística – o que é muito conveniente para a OMS e nosso governo brasileiro, que é totalmente pró Nova Ordem Mundial (independentemente de Dilma ou Serra, já que PT e PSDB são os dois gumes de uma mesma lâmina. Conheçam a razão disso, na matéria abaixo, do Stop Vacina.
Danos Provocados por Vacinas São Escondidos nas Estatísticas
Por José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico, Jornal STOP.
Os hospitais de São Paulo estão abarrotados de pessoas que se queixam de estar sofrendo efeitos danosos da vacina contra gripe suína, mas essas queixas não podem ser registradas pelos médicos, porque não existe um CID – Código Internacional da Doença – para a reação patológica à vacinação.
Em visitas a hospitais, conversando com médicos e enfermeiros da cidade de São Paulo, constatamos que cada um deles está recebendo por dia, em média, a cada 6 horas de trabalho, cerca de 20 pacientes que se queixam de efeitos adversos causados pela vacina contra gripe suína. “Se ficássemos o dia todo atendendo, cada médico chegaria a atender 80, 100 pessoas diariamente”, declarou um desses profissionais.
Multiplicando-se esse número pelo total de médicos que atendem nos hospitais (municipais, estaduais, pelo SUS) pode-se ter uma ideia do quadro assustador de queixas de pessoas prejudicadas pela vacinação na cidade de S. Paulo e no próprio país.
Apesar de todas essas centenas ou milhares de queixas diárias, se alguém for procurar nas estatísticas oficiais quais danos as vacinas causam, não encontrará quase nada! Isso porque as reações à vacina não estão previstas no CID – Código Internacional de Doenças, que é um número dado à enfermidade para permitir a estatística computadorizada. Cada médico tem de preencher o nº do CID para cada paciente. As fichas recolhidas em cada hospital ou posto de saúde são enviadas para a Secretaria de Saúde do Estado, Ministério da Saúde e a própria OMS – Organização Mundial da Saúde, para fins de estatísticas estaduais, nacionais e mundiais. Como não existe um número do CID para doenças causadas pelas vacinas, os médicos são obrigados a preencher a ficha com outros códigos. Eles estão colocando os seguintes CIDs para essas reações vacinais: Faringite (J029), Gripe (J11), Tosse (R05), Amigdalite (J039), Diarréia (A09), Pneumonia (J18). Muitos colocam, simplesmente, o código das famosas “viroses”.
Conseqüência: Estatisticamente, o número dessas doenças vai falsamente aumentar no mundo; a Secretaria de Saúde do Estado, o Ministério da Saúde, a OMS vão achar que está havendo mais faringite, mais gripe, mais tosse, mais amigdalite, mais pneumonia – e vão querer vacinar mais gente ainda, para combater essas moléstias. Ao mesmo tempo, todos vão achar que as vacinas não fazem mal nenhum – só incluindo nas estatísticas os casos notórios, de pessoas que visivelmente morreram ou ficaram paralíticas, que viraram notícia, ou processaram o governo e os laboratórios.
“Eu escrevo: reação à vacina, mas isso não adianta nada, porque eles não se baseiam no diagnóstico para fins estatísticos, mas no código da doença”, disse um especialista.
As queixas mais comuns feitas aos clínicos gerais são dos seguintes sintomas por vezes persistentes:
1) Adultos: dores de cabeça intensas, dores musculares e articulares por todo o corpo, mal-estar geral, tosse seca persistente, falta de apetite, febre alta, indisposição geral, diarréia, cansaço e falta de ar, fraqueza muscular nas pernas. Os pacientes relatam que antes de tomarem a vacina H1N1 estavam bem de saúde. As queixas ocorrem dentro da primeira semana pós-vacinação, principalmente até o 2º ou 3º dia seguinte à inoculação da vacina. Outros sintomas relatados: coceira pelo corpo todo durante 24 horas, edemas, inchaço facial, labial e ocular, olhos irritados, edema ocular, manchas marrons na pele do antebraço do mesmo braço em que foi inoculada a vacina; muita dor nesse braço; alguns por causa disso não conseguem trabalhar. Há muitas pessoas que já estão há cerca de um mês com tosse seca persistente, iniciada logo após tomar a vacina. “Os exames de Raio X não acusam nada, mas a tosse não passa”, declarou um dos médicos.
2) Crianças: Os pediatras estão impressionados com o número muito maior de crianças que têm sido levadas aos hospitais (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), com quadro gripal persistente, iniciado após a vacinação (dentro de trinta dias as crianças não melhoram, apesar das medicações, ficam indo e voltando ao Pronto Socorro); eles registraram casos e mais casos de crianças irritadas e com o corpo dolorido dentro da primeira semana pós-vacinação, com febres altíssimas e convulsões.
Ao mesmo tempo, há perda de apetite, recusa ao alimento, com consequente perda de peso. Houve grande aumento do número de casos de tosse, rouquidão, diarréia persistente, iniciados após a inoculação da vacina; bronquites, bronquiolites (que atingem crianças com idade entre 3 e 8 meses), rinites, faringites e laringites. Outras mães referiram ao pediatra que seus filhos (crianças entre 1 ano e 2 meses a 1 ano e 8 meses) perderam as forças nas perninhas e começaram a cair enquanto brincavam, “como se as perninhas desabassem”. (Não podemos esquecer que muitas vacinas atacam o sistema neurológico, podendo inclusive causar a Síndrome de Guillain- Barré – que causa paralisia, em casos mais graves, insuficiência respiratória e pode levar à morte – isso é reconhecido oficialmente, dentro da medicina.) Algumas crianças, após ser vacinadas, apresentaram bolhas pelo corpo todo, dentro da primeira semana pós-vacinação; levadas ao dermatólogo este constatou que seriam reações à vacina.
Os pediatras notaram um número muito maior de casos de doenças nas primeiras semanas de abril (em comparação ao mesmo período de anos anteriores), coincidindo a data de vacinação de crianças entre 6 meses e dois anos com maior procura do P.S. por casos de gripe, rinites, bronquiolites, faringites, laringites e pneumonia. Os Pronto Socorros e hospitais ficaram abarrotados com grande número de internações dessas crianças.
Adultos e crianças que já estavam com um quadro gripal, desenvolveram pneumonia dentro de 8 dias após receberem a vacina contra gripe suína e tiveram de ser internados (hospitalizados).
Os médicos consultados acham que todos aqueles que estão tendo reações às vacinas deveriam se unir, procurar um advogado e abrir um processo pedindo indenização pelos prejuízos sofridos.
Obs.: As fontes de informação pediram para não ser identificadas, com receio de perder os empregos; no entanto, o próprio leitor pode verificar, nos meios médicos, a veracidade dessas afirmações; está aqui, aliás, uma excelente pauta para pesquisa por outros meios de divulgação – que têm o dever de esclarecer a população.
Flúor – Você sabe o que ele faz para você??
Desde pequenos fomos acostumados a escovermos nossos dentes com cremes dentais recheados de flúor. Também desde pequenos tomamos água fluoretada, fazemos aplicações de flúor nas escolas e consultórios odontológico, bem como pode ser encontrado em diversos produtos e alimentos, através da aplicação artificial.
Dando sequência os “posts educativos para quem não gosta de ler”, disponibilizo um pequeno vídeo onde mostra o real porque do flúor ter entrado em nossas vidas:
Na sequência, um vídeo mostrando mais efeitos nocivos do flúor:
Aqui temos um vídeo de um especialista americano falando um pouco mais sobre o flúor e seus efeitos:
Segue abaixo a opinião de um profissional brasileiro sobre o efeito do flúor nos dentes:
Vale lembrar que a fluoretação da água é obrigatória no Brasil, de acordo com a Lei 6050/74.
Numa resposta à perguntas feitas por um consumidor a Caesb – Companhia de Saneamento Ambiental de Brasilia – sobre a aplicação de flúor na água potável, vejam o que foi respondido:
“Informamos que a Caesb, assim como as demais empresas de Saneamento, são obrigadas por meio da Lei nº 6050 de 24/05/1974 a efetuar a fluoretação das águas para abastecimento público. Recentemente o Ministério das Cidades juntamente com o Ministério da Saúde elaboraram um parecer interinstitucional referente ao Projeto de Lei(PL) 510/2003 que propunha a revogação da Lei 6050.
Neste parecer foi favorável a não aprovação da PL 510/2003 citando inclusive que a fluoretação de águas foi reconhecida como uma das dez maiores conquistas da saúde pública no século passado. Face o exposto julgamos que a referida reivindicação seja dirigida ao Ministério da Saúde que é o órgão regulador do assunto em pauta.”
Afinal, quem é que educa quem?

O mundo que vivemos hoje é bem diferente do mundo que eu vivia quando era criança. Este, certamente é bem diferente da época da infância de meus pais, quem dirá dos meus avós… Aprendemos as coisas mais cedo, mais precocemente… mas, nesse mundo onde parece que até o tempo está passando mais rápido, também deixamos de aprender coisas importantes, nos momentos certos de serem aprendidas. E as “razões” no mundo moderno são basicamente duas: cultura do medo e banalização da educação. Os fatores restantes são efeitos derivados das duas causas citadas.
Um amigo meu fez um comentário num post anterior sobre a educação no Brasil, e nele pergunta:
E a falta de incentivo está onde?
Na estrutura da escola?
No pagamento e qualificação de professores e mestres?
Na educação familiar?
Na postura propagandista social via televisão?
Ou na cultura de gado que o Brasil vive?
Digo que resposta está em tudo isso que ele próprio colocou. Isso porque todas as opções acima comtemplam os interesses de uma super elite internacional.
As pessoas precisam compreender que existe um grupo que tira proveito de toda essa situação e que, através dessa manipulação a nível mundial, está direcionando a evolução do ser humano moderno para o lado que eles querem.
O ponto é que o lado que estamos, não é o lado deles.
Não acredita? Vejamos as Diretrizes Internacionais para a Educação Sexual que a UNESCO, organismo da ONU voltada à educação, está distribuindo em todos os países para que sejam adotadas:
A página principal sobre a publicação diz que:
“In summary, the draft International Guidelines respond to the challenge of giving children and young people access to the knowledge and skills they need in their personal, social and sexual lives.”
Ou em português: “em resumo, as diretrizes internacionais respondem ao desafio da oferecer as crianças e jovens, acesso ao conhecimento e habilidades que precisarão em suas vidas pessoal, social e sexual.”
Mas, o que ela realmente faz através de suas 98 páginas é:
De acordo com o documento, que separa as crianças em 4 grupos: 5 a 8 anos; 9 a 12 anos; 12 a 15 anos e; 15 a 18 anos, às crianças de 5 anos devem ser ensinadas que tocar ou excitar seus órgãos genitais é chamado de masturbação, e que você pode sentir prazer ao tocar seus órgãos genitais.
Quando elas estiverem com 9 anos, seriam ensinadas dos aspectos positivos e negativos dos afrodisíacos, e a combater a transfobia, homofobia e abuso de poder.
Aos 12, aprenderiam as razões para o aborto. Aos 15, seriam expostas ao direito de abortar seguramente.
O argumento da ONU para esse absurdo é que em um mundo afetado pela AIDS, “há um imperativo em dar às crianças e jovens adolescentes o conhecimento, habilidades e valores para entender e fazer decisões conscientes”.
Uma breve síntese das novas orientações:
- Os pais da crianças não devem ter voto na educação sexual dos seus filhos;
- As crianças a partir dos 5 anos devem aprender como um adulto se masturba;
- As escolas devem ensinar às crianças, a partir dos 5 anos de idade, que a estrutura da família é apenas um aglomerado de pessoas, independentemente de quaisquer laços consanguíneos;
- As crianças devem ser doutrinadas no sentido assimilarem a ideia de que as pessoas não escolhem a sua “identidade de género”;
- As crianças devem aprender que é normal ter dois pais e duas mães, ou mesmo mais que dois pais ― por exemplo: cinco pais, quatro mães, e uma criança vivendo na mesma casa é absolutamente normal e constituem uma família;
- As adolescentes a partir dos 13 anos têm direito absoluto ao aborto a pedido, sem autorização ou conhecimento dos pais.
Gente, eu não sou nenhum aficcionado religioso ou um cavaleiro defensor dos bons costumes, mas tenho uma filha. E ainda assim, mesmo que não a tivesse, continuaria a achar essas recomendações um absurso.
Mas vocês não acham que essas são as diretrizes que os filhos deles seguem, ou acham?
pubicação acima pode ser lido: “A Organização Mundial da Saúde (OMS) conclui que é fundamental que a educação sexual seja iniciada precocemente (…)”.Tal como a matéria-base que usei para iniciar esse blog, há alguns anos atrás (2006) foi lançada uma cartilha do governo, o Carderno das Coisas Importantes dizendo que a masturbação é saudável. Até ai tudo bem? Nem tanto sob meu ponto de vista. Mas o que dizer de uma cartilha educacional que trata a ejaculação como “gozar”, ou que, num quiz sobre conhecimentos sobre a camisinha, informa que:
4. A maior camisinha do mundo…
a) foi feita sob medida para o ator pornô John
Holmes, cujo pênis media 38 centímetros.
É esse o conhecimento educativo???
“Assim você tem uma situação onde as crianças precisam ser ensinadas antes de sua adolescência, esta não é a maneira de fazer essa educação”, disse Colin Mason, representante da Population Research Institute, organização que combate o aborto, em entrevista ao “The New York Times”.
Será que eles querem realmente educar ou deseducar a população?
Para que as pessoas aceitem a Nova Ordem Mundial, suas atitudes e valores devem ser modificados.
E enquanto muitas das ações que a UNESCO promove pareçam boas e de valores íntegros, esse simplesmente não é o caso, uma vez que seus verdadeiros objetivos sejam conhecidos, que basicamente é: Se o objetivo é criar uma noval cultura global, deve-se primeiro destruir a antiga, promovendo a internacionalização (globalização) acima do Estado soberano. Deve-se destruir o conceito de família para que as pessoas busquem orientação no Estado. Em outro post falaremos mais sobre isso.
Nós todos ouvimos falar dos Direitos Humanos, mas que são exatamanete esses “direitos humanos”? Direitos concedidos pelo Estado, e que por ele podem ser retirados (alienáveis). Bem diferente dos direitos divinos que nos são dados ao nascermos.
Para concluir, meu amigo Ankh finalizou o comentário dele com muita sabedoria, dizendo que está cansado de ver nossos jovens pastarem.
Absolutamente verdade. Para aqueles que dominam o mundo, nós somos gado deles que para tudo serve, inclusive experiências e abate.
Abram os olhos e mãos a obra. É sobre nossas próximas gerações que estamos falando.


A Nova Ordem Mundial
Fim dos Tempos
Flúor na água não!
Infinito Aldo Luiz Amanagé Ré
LIBERTAR!
O Vigia
Rádio-blog do Olavo de Carvalho
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