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O Brasil dos dias atuais
A maior parte das pessoas acha que a democracia é uma coisa boa. Talvez tenha sido, outrora, em um tempo longínquo, bem longínquo… pois, na era moderna, não há um país no mundo, por mais desenvolvido possa ser, que seja fruto da democracia real, e sim da democracia devidamente manipulada e adaptada pelos sionistas Illuminati, ou alguém discorda de que a democracia dos países “livres” de hoje, só beneficia os controladores do sistema e seus subordinados de alto escalão?
A democracia atual, corrupta como está, é tal qual um cassino, onde a maior parte vai para a Casa, enquanto os muito idiotas – os frequentadores – disputam as migalhas oferecidas e que, em maioria esmagadora, ainda gasta muito mais do que poderia.
No Brasil, apenas uma democracia parecia ser genuína, disposta a fazer a coisa como deve ser feita. Mas digo “parecia”, pois ela não chegou a acontecer, já que Tancredo Neves foi assassinado para que a democracia corrupta pudesse novamente existir aqui no Brasil e vigora até os dias de hoje.
Os militares assumiram o controle do Brasil justamente por estarem fartos dessa falsa democracia, que era totalmente manipulada desde quando o Brasil tornou-se república – e passou a manipular ainda mais o povo brasileiro quando o Sionismo, que já detinha o controle econômico do país, passou a ter em mãos a maior arma de educação, rapidamente transformada em grande máquina estupidificadora – a televisão, através do maior alienador e bandido brasileiro – Roberto Marinho e seu sistema Globo de Televisão. Quer dizer, dele, não, de um dos tentáculos sionistas no Brasil.
Nós podemos falar o que quisermos sobre os militares e os períodos de ditadura que o Brasil viveu. Houve coisas ruins como o DOPS, sim, houve, mas no que ele é diferente das agências e “departamentos de justiça” que temos hoje? Não é nessa democracia na qual vivemos que as agências nacionais e importadas fazem de tudo com seus cativos, e onde o BOPE dá “sacoladas”? Não é na “maior” democracia do mundo – os EUA – que existem as mais cruéis agências de inteligência?
Agora, quando falamos no Brasil como um todo, onde está o Brasil que vivemos hoje, na democracia de JK ou na época dos militares? Se sintetizarmos todo o Brasil na questão de infra-estrutura, fica óbvio que, o Brasil que vivemos hoje, é o Brasil dos governos militares – que realmente defendiam os interesses do Brasil e de sua população. Enquanto os militares construíram a maior parte da infra-estrutura de qualidade que existe até os dias de hoje, e irá ainda além, a democracia moderna de JK favoreceu a indústria automobilística americana, e, assim, nos condenou a viver num país continental utilizando as rodovias para todos os propósitos, em detrimento das ferrovias e da marinha de cabotagem – aquela que utiliza apenas a costa do país para transportar pessoas e mercadorias, sem ir a alto-mar. A marinha de cabotagem, juntamente com as ferrovias e hidrovias, que fariam nossos fretes muitíssimo mais baratos, hoje são utilizadas quase somente pelas grandes empresas. E essas grandes empresas são contrlada spor agentes internacionais. Ou seja, enquanto eles usam os melhores modais para transportarem seus recursos e maximizarem são ganhos, nós, as ovelhas, perdemos nossa qualidade de vida, seja pelo alto custo dos produtos, seja pelas mortes e acidentes causadas pelo trânsito, que tem como pais, os sionistas que só pensam em seus umbigos e seus cheios bolsos, donos da ‘demo’cracia brasileira e global.
Segue um vídeo postado por Klausdapeble, um dos inscritos na TVEcocidio, onde um deputado do Rio compartilha de minha opinião que estaríamos em melhores mãos com os militares do que com a falsa democracia.
Karl Marx era Sionista
“…Judaísmo é uma religião; mas Sionismo é um movimento político iniciado principalmente pelos judeus da Europa Oriental (Ashkenazi) que por séculos tem sido a principal força por trás do comunismo/socialismo.
O principal objetivo do Sionismo é um governo mundial sob o controle dos Sionistas e banqueiros internacionais judeus de orientação Sionista”
“Na Alemanha, os judeus comuns foram vítimas da elite Sionista que trabalhou de mãos dadas com os Nazistas. Muitos daqueles mesmos judeus Sionistas que, na Alemanha trabalharam com os Nazistas, vieram para Israel e deram as mãos aos judeus Sionistas/Comunistas da Polônia e Russia. É o estilo duas-caras do comunismo e facismo estilo Nazista que comanda Israel. Democracia é meramente uma ilusão”
Jack Bernstein – The Life of an American Jew in Marxist Racist Israel
Vejamos agora um trecho da carta que Karl Marx recebeu de seu Rabino Baruch Levy em 1848:
Nessa nova organização da Humanidade, os filhos de Israel, dispersos por todos os cantos da terra se converterão em todas as partes, sem oposição alguma na classe dirigente, sobretudo se conseguem colocar as massas trabalhadoras sob seu controle exclusivo. Os governos das nações integrantes da futura República Universal cairão, sem esforço, nas mãos dos israelitas, graças a vitória do proletariado. A propriedade privada poderá então ser suprimida pelos governantes da raça judia, que administrão em todas as partes dos fundos públicos. Assim se realizará a promessa do Talmud, segundo o qual, quando chegar o tempo do Messias, nós judeus possuiremos os bens de todos os povos da Terra.
Não é um espelho dos dias de hoje??
A carta foi publicada na “Revue de Paris” em 1º de junho de 1928, pg. 574, assim como a obra “Israel, son passé, son avenir” (Israel, o seu passado, o seu futuro) do historiador sueco H. de Vries de Heekelingen, edição francesa de 1937, pg. 104 e em várias publicações do professor sueco Einar Averg.
Agora vejam quantos simpatizantes do Marxismo existem no Brasil e no mundo. O mesmo vale para os ashkenazis, já que são mais de 90% dos judeus…
A tabela abaixo apresenta os países com as maiores populações de judeus. Os dados são de 2007:
| Posição | País | Judeus | % da População Judia no Mundo |
|---|---|---|---|
| 1 | Israel | 5,313,800 | 40.6% |
| 2 | Estados Unidos | 5,275,000 | 40.3% |
| 3 | França | 491,500 | 3.8% |
| 4 | Canadá | 373,500 | 2.9% |
| 5 | Reino Unido | 297,000 | 2.3% |
| 6 | Russia | 228,000 | 1.7% |
| 7 | Argentina | 184,500 | 1.4% |
| 8 | Alemanha | 118,000 | 0.9% |
| 9 | Australia | 103,000 | 0.8% |
| 10 | Brasil | 96,500 | 0.7% |
E pensar que apenas 0,7% deles já conseguem fazer um estrago aqui no Brasil… Isso sem contar com os judeus estrangeiros que possuem “negócios” aqui.
Os dados abaixo são um pouco antigos, mas servem para termos uma idéia de como a maioria dos judeus no Brasil são Ashkenazi, e, portanto, estão se lixando para mim ou para você. Ou melhor, estão nos usando para ficarem cada vez mais ricos e dominantes, levando em conta que a Nova Ordem Mundial está prestes a ser instaurada:
Judeu bonzinho quase não existe. Se você conhece um desses 8%, considere-se muito feliz, pois os que vemos mundo afora e internamente no Brasil, nos governos (em todas as esferasde poder), nas indústrias, nas mídias variadas e claro, nos bancos, de forma alguma pertencem a essa minoria.
Primeiro Ministro Israelense admite que mandou assassinar líder do Hamas
No início de janeiro o Primeiro Ministro israelense, Binyamin Netanyahu, dirigiu-se até o complexo da Midrasha, a sede do Mosad, para autorizar a operação que, em 20 de janeiro, custou a vida do líder do Hamas, Mahmud al-Mabhuh, assassinado em Dubai, conforme informa o The Sunday Times.
Netanyahu foi recebido pelo chefe do Mosad, Meir Dagan, que o conduziu até uma sala repleta de agentes. A equipe explicou os planos ao Primeiro Ministro. Netanyahu escoutou atentamente e se despediu dizendo: “O povo de Istael confia em vocês. Boa sorte”.
Em 19 de janeiro, o comando que já se encontrava em Dubai foi informado por outro agente em Damasco, através de um celular austríaco, que Mahmud havia saído em direção ao Emirado. Sua chegada no hotel também foi confirmada. Cinco horas depois, Mahmud já tinha sido assassinado.
Juntando as peças: o misterioso assassinato do chefe militar do Hezbolah, Imad Mughniye, em Damasco; a morte do cientista Masud Ali Mohmmadi em Teerã; os bombardeios a um reator nuclear na Síria e de um carregamento de armas no Sudão ou a morte de Al-Mabu figuram como os restos dessa batalha que ninguém reinvindica a participação, mas que se atribui somente a Israel. Como disse o ex-general judeu Uzi Eilam, “ao lado daqueles que em realidade comentem os atos, há sempre outros elementos que estão interessados nisso”.
Colaboração européia
Os dados apontam certeza cada vez maior de que países europeus colaboraram com o Mosad com boa vontade e por inicativa própria, bem ao contrário do que sustentam esses mesmos países. Passaportes irlandeses, franceses, ingleses e alemães foram utilizados pelos agentes, e os documentos de ambos os países são legítimos, expedidos em nomes de judeus dessas nacionalidades e que vivem em Israel. Apenas colocaram outras fotos. Celulares austríacos para comunicação entre os membros da equipe. E, vejam só, cartões de crédito americanos foram usados no hotel. E nenhum país abriu a boca… Fossem terroristas de verdade, estariam todos rastreados e talvez já estivessem mortos.
Alex Jones – Aliado ou Inimigo?
Quem acompanha o cenário geopolítico e a instauração da Nova Ordem Mundial, certamente já ouviu falar de Alex Jones, o guerreiro da informação, grande inimigo dos banqueiros internacionais e da super elite globalista.
Referência no assunto, está há divulgar informações há quase uma década, sendo um dos investigadores da verdade sobre o 11 de Setembro e outros crimes. Dessa forma, é comum encontrar artigos baseados em algumas matérias dele em blogs brasileiros e de outras localidades.
Contudo, quem o acompanha há um certo tempo, pôde perceber um comportamento recorrente nele, e que infelizmente também é encontrado em outros agentes da informação, como David Icke, Jeff Rense, Alex Fulford, Leo Zagami, etc.
Todos eles no geral trazem informações importantes sobre como as coisas funcionam no mundo globalista e se colocam como opositores do sistema. Entretanto, com o passar do tempo, todos mostram que na verdade FAZEM parte do sistema, e que apesar das informações que passam – estão sempre apontando outros culpados que não os verdadeiros. Na prática, o que fazem é atacar alguém que está no meio do iceberg – e não na ponta – ou se expressam de forma genérica, como os grupos elitistas, banqueiros internacionais e outros termos que eu mesmo costumo usar. Assim, não dando os nomes aos bois, a população sempre ficará confusa e sem forma de reagir devidamente aos ataques que diariamente sofremos. É a técnica do controle do dano. A Globo é Ph.D no assunto.
Enquanto Alex Jones e os outros continuam a atacar somente os banqueiros internacionais, os Bilderbergs, a Comissão Trilateral e outras instituições, sem mostrar que são os Sionistas que sempre estiveram no comando de todas essas organizações, governos e manobras, a Nova Ordem Mundial continuará sendo instaurada, até o ponto de não conseguirmos mais combatê-la. É o tipo de inimigo que não adianta atacar em outro lugar, o ferimento para ser mortal deve ser no coração.
Assim, aguardem que em breve postarei muito mais informações sobre o Sionismo. Esperei para tocar no assunto, pois acredito que era importante apresentar primeiro o cenário em que vivemos, para só então tocar no ponto central. Diferente do Alex Jones que mesmo após tantos anos na batalha já chegou a refutar a existência dos sionistas…
Como adendo, vale lembrar que de forma alguma essa é uma guerra contra todos os judeus, mas sim contra os Sionistas. Veja declaração de um rabino judeu a respeito dos Sionistas aqui;
Apresento alguns argumentos que corroboram com a minha opinião (os vídeos e audios estão em inglês) que Alex Jones está sempre tirando o foco dos Sionistas e transferindo a culpa para outros, com os americanos, ingleses e chineses. Espero que, percebendo a artimanha, não caiamos mais nesses truques:
1. Em 30/08/2007, Jones faz um comunicado cheio de emoção, onde está cansado dos criminosos que governam os EUA (e o mundo por consequência). Veja quem são os criminosos: Senador Craig, Hillary Clinton, George W. Bush os Rockefellers…
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2. Já em 21/09/2007, Alex tenta convencer seus ouvintes que os Sionistas são subservientes a outras pessoas (e não o contrário), tal como a Rainha da Inglaterra.
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3. Em 2008, quando milhões de pessoas já sabem que os judeus estiveram envolvidos no 11 de Setembro (mesmo com muitos não sabendo que são judeus sionistas), Jones é forçado a tocar no assunto. Em seu programa Jones conversa com Paul Craig Roberts, outro que protege Israel e os sionistas. Roberts informa que apenas um pequeno grupo dentro de Israel quer a guerra com o Iraque. Jones então fala sobre as elites Fabianas, Straussianas, divergência entre elites, dando a impressão que Israel é vítima de um pequeno grupo de pessoas más.
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4. Em um de seus vídeos, Terror Storm, Alex Jones explica quem esteve por trás do ataque ao USS Liberty e outros crimes.
Abaixo, a transcrição do trecho em que ele explica o ataque ocorrido em 1967 :
“Em resumo, foi isso o que aconteceu. O Presidente Johnson tinha controle pessoal sobre o navio, o atracou no Mediterrâneo, fez um acordo secreto com Israel para que o navio fosse atacado com ordens para matar todos a bordo. Então o Egito levaria a culpa pelo ataque e os EUA entrariam em guerra, para tomar todo o Oriente Médio.”
Agora, analisemos o que ele quis dizer:
A) Presidente Johnson tinha controle pessoal sobre um navio da Marinha – Porque as Forças Armadas americanas dariam a Johnson “controle pessoal” sobre um de seus navios? Houve algum presidente com controle pessoal sobre qualquer navio da marinha, jato da força aérea ou tanque do exército?
B) Johnson fez um acordo secreto com Israel para atacar o navio e matar todos a bordo – Jones não fornece nenhuma evidência de que houve um “acordo secreto”. Não mostra documentos ou sequer explica como Johnson convenceu os israelenses a cometerem um crime contra seu melhor amigo, os EUA.
Se nos colocarmos na posição de Israel, a coisa fica ainda mais absurda. Afinal, por que Israel arriscaria sua longa amizade com outro país em prol de um presidente, quando presidentes vem e vão, e a relação EUA-Israel é de longa data e para que continuará assim?
O que Jones quer que pensemos é que o governo e as forças armadas israelenses são vitmas inocentes e submissas dos cruéis oficiais americanos (não que muitos oficiais americanos não sejam cruéis.
Há quem diga que o apoio do Presidente Johnson na guerra do Vietnam é sinal de que ele queria guerra, mas evidências sugerem que Johnson foi mais um criminoso promovido a presidente porque seguiria de bom grado as ordens dos líderes Sionistas.
Além disso, de acordo com Kay Griggs e outros estudiosos do assunto, a guerra do Vietnam foi promovida por judeus Sionistas como Henry Kissinger e Walt Whitman Rostow (trechos da entrevista dela aqui). Os oficiais do governo americano, a mídia e a indústria do entretenimento estão sobo controle sionista, e não o contrário.
C) Os EUA tomariam todo o Oriente Médio – Se o ataque ao USS Liberty tivesse o objetivo de permitir um ataque ao Oriente Médio como Alex Jones afima, isso significaria que os EUA lutariam em dois grandes fronts, pois já estava em guerra com o Vietnam. Mas não há provas de que esse era o plano.
5. Alex Jones trabalha com a John Birch Society – Em abril de 2006, Alex entrevistou John McManus, presidente da JBS, outra instituição reconhecida por mentir sobre o episódio de 9/11 e outros crimes (apesar de já ter sido uma instituição honesta em outros tempos, assim como tantas outras).
Na ocasião, Jones disse a McManus: “Eu quero trabalhar com vocês, rapazes, para vê-los crescer.”
E John McManus respondeu que “estava ansioso para ver o relacionamento continuar“.
Que relacionamento é esse? E porque Jones quer trabalhar com uma instituição como a JBS, que supostamente vai contra o que ele, Jones, defende (a luta contra o império)? Será que Alex é tçao cego assim??? Dificilmente.
É interessante notar que Alex Jones evita artigos de Bollyn ou Hufschmid, que atacam o sionismo, e promove artigos da John Birch Society, como este artigo sobre o dia da independência americana.
Outro ponto curioso: Bob Dacy, amigo e associado de Alex Jones, admite ser parte da John Birch Society. Em 2007, durante o programa de rádio de Jones, Dacy afirma que “nós (a JBS e ele fazendo parte dela) somos a organização anti-totalitária mais efetiva dos Estados Unidos da America“.
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Podemos concluir que, sendo Bob Dacy – um colaborador bastante próximo de Jones – um membro da JBS, devemos assumir que Alex Jones também o seja. A JBS parece ser outra das muitas organizações judias sionistas planejadas para controlar, manipular e nos confundir.
6. Alex Jones é casado com uma judia… e até isso ele já negou!
O fato de que sua esposa seja judia não prova que Jones seja um criminoso, mas oferece uma explicação plausível do porquê dele proteger os crimes sionistas. Especificamente, ele não pode ser subornado, chantageado ou ter medo de judeus.
Em uma conversa de aproximadamente oito minutos em seu programa, Jones diz que sua esposa não é judia, e segundos depois ele informa que sua esposa possui ascendência judia polonesa.
Declaração nº 1: “Minha esposa não é judia.”
Dclaração nº 2: “Na família de minha esposa… sabe… um lado da família dela tem mesmo parentes judeus da Polônia.”
Notem que a segunda declaração é um pouco disconexa (fica mais evidente no vídeo). Alex Jones fala desse modo quando mente ou conta meias verdades, como nesse caso, onde diz que a esposa é parcialmente judia.
O nome do pai da esposa de Jones é Edmund Lowe Nichols, e de sua mãe é Sandra Heiligman. “Lowe” e “Heiligman” são quase que exclusivamente nomes judeus. Isso implica que ambos os pais de Violet (que na verdade chama-se Kelly Rebecca Nichols) são judeus, o que quer dizer que a esposa de Alex Jones é 100% judia.
E o documento do Departamento de Justiça Americano nos diz mais sobre o pai de Edmund Lowe, sogro de Alex Jones e então Ministro-Conselheiro para Assuntos de Agricultura das Missões Americanos na Comunidade Européia e Espanha, mostrando que ele não é uma pessoa tão boa assim, já que foi condenado por fazer pagamentos à sua esposa através de uma empresa fantasma, para fornecer serviços à festas oficiais que ele mesmo promovia! Lowe tentou lesar o Estado e, após devolver parte do dinheiro e pedir sua exoneração, para evitar pena maior, foi condenado a um ano de prisão, multa de US$2.500,00 e 200 horas de trabalho comunitário.
7. Alex Jones é um negador do Sionismo
Há um padrão óbvio e definitivo em Alex Jones. Ele estã constantemente tirando a culpa de Israel e dos Sionistas, e a colocando nos Goyim (não judeus) ou outras entidades misteriosas (que não atingiremos até que percebamos que são Sionistas) como a Nova Ordem Mundial.
Como um investigador tão experiente como Alex Jones pode estar tão cego sobre o papel do Sionismo na corrupção do mundo? Como ele pode realmente acreditar que todos os problemas do mundo advém dos não judeus?
Só há uma explicação para a negação de Alex Jones sobre o Sionismo: Ele próprio é um sionista, o que faz com que sua organização baseada em Austin, Texas, seja uma célula terrorista sionista.
8. Israel é inocente?
Com Jones estudando os crimes e a corrupção mundiais por tantos anos, ele deveria entender o papel do Sionismo muito melhor do que nós.
Contudo, Alex Jones não acredita que os sionistas tenham muita influência na América (o que me faz rir, basta pensar em Hollywood, a indústria musical americana, na mídia, bancos e corporações líderes em seus segmentos).
Como exemplo temos um programa de 2006, onde responde a um ouvinte que quer saber mais sobre este artigo que afirma que Israel influencia a política exterior americana.
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Ele começa respondendo a pergunta, mas subitamente passa a culpa dos problemas mundiais para outros grupos, como os Chineses:
“senhor, escute, os chineses comunistas detém todos nossos grandes portos[...]”
e o Rei da Espanha:
“[...] nossas vias expressas foram tomadas pelo rei da Espanha[...]”
Então ele pergunta a seu convidado, David Ray Griffin, que escreveu O Novo Pearl Harbor, mas este também não fala sobre o Sionismo. De fato, ninguém que vai ao programa de Alex Jones fala abertamente e de modo sério sobre o Sionismo. Coincidência? Não para mim.
Também em 2006, em uma entrevista com Robert Gaylon Ross, várias vezes Jones parece fazer seu “controle de dano”, ao levar as críticas para longe do Sionismo e de Israel.
Por exemplo, no trecho abaixo, Jones fala sobre os “Controladores Luciferianos”,responsáveis pelos problemas mundiais.
Jones fala sobr eo raio-x de 110.000,00 crianças judias sefarditas, mas diz que o governo americano pagou pela operação. Isso implica que os americanos de alguma forma estão envolvidos. Mas, Jones falha em não dizer quem no governo americano ajudou a financiar a operação e porque ajudaram.
O provável é que o financiamento tenha vindo de Sionistas, Crypto Judeus, Judeus Sionistas ou suas marionetes dentro do governo americano. Contudo, ao dizer que o governo financiou, Jones tira a culpa dos Sionistas e joga diretamente no colo do Governo Americano.
E então Jones diz: “Por que, por que eles sempre tentam matar os judeus?”
Isso faz com que os judeus sejam eternas vítmas dos misteriosos “eles”.
E assim, a cortina de fumaça continua…
Estes foram apenas alguns exemplos que mostram que devemos duvidar do que Alex Jones diz, e não sairmos propagando suas informações como ele sugere.
Devemos sim, ver seu movimentos, analisar suas observações, mas sempre tendo em mente que ele em si é um agente da desinformação, e que sempre tentará tirar os Sionistas de foco, atribuindo a culpa a outros.
Como vemos, Jones e sua família realmente não são o que aparentam ser.







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