Posts Tagged ‘Sionistas’
No que vai dar toda essa jogada sionista…
Ligando os pontos:
Dólar quebrando
Nova Crise Economica Mundial – jamais vista
Manipulação Geopolítica brabíssima no Brasil, em especial no Rio (capital e estado). HAARPs atuando diariamente no Brasil inteiro. Será o HAARP que está no Maranhão o causador dos problemas que temos vistos em solo nacional?? Isso sem falar da inversão dos pólos magnéticos da Terra, mas isso é outra história…
Manipulação Brabíssima no mundo árabe – o uso do povo (mais uma vez) pelos sionistas, e o ataque mais que estratégico à Líbia – outrora autêntica, posteriormente corrompida
O que vai surgir de tudo isso???
O ataque “preventivo” de Israhell… o domínio da região mais rica em petróleo; e a demonstração de uma força militar jamais vista, que deixa o militarismo americano (que vemos ou nos é mostrado) no chinelo….
Liguem os pontos.
A info restante e geradora do comentário foi vista em InfinitoAldoLuiz.blogspot.com. Vale muito à pena visitá-lo diariamente.
Kadhafi um dirigente dialogante.
O SISTEMA, a MATRIX, este PROGRAMA que nos mantém oprimidos no medo de tudo e prisioneiros no “labirinto do nada”, é MILENARMENTE escravagista e antropofágico em sua alienígena ausência de afeto e humanidade.
Ao longo de mais de 4000 anos aperfeiçoa os programas fratricidas em memórias ancestrais de nos esconder nossa pacífica infinita criadora essência divina e perfeita.
Em 1212 a quarta cruzada, ao invés de perseguir os “infiéis”, voltou-se contra o Império Bizantino. Aproveitando-se da situação política do Império Bizantino, que vivia um período de lutas dinásticas, os cavaleiros ocidentais invadiram Constantinopla e províncias bizantinas, saqueando e devastando toda a região. O papa Inocêncio III (c.1161-1216), reagiu apenas justificando que os bizantinos eram “maus cristãos”.
Ano que vem 2012 completaremos mais 800 anos desde este fato prisioneiros neste fratricida labirinto do nada escravagista e antropofágico que esconde de nós nossa pacífica essência divina e perfeita. Deu para entender um pouco do que é “conluio”?
P.S.: Nova Bíblia norte-americana muda palavras como “holocausto”/ AQUI
Líbia: O que os media escondem
Antes de mais uma certeza: as analogias com os acontecimentos da Tunísia e do Egipto são descabidas. Essas rebeliões contribuíram, obviamente, para despoletar os protestos nas ruas do país vizinho de ambos, mas o processo líbio apresenta características peculiares, inseparáveis da estratégia conspirativa do imperialismo e daquilo que se pode definir como a metamorfose do líder.
Muamar Kadhafi, ao contrário de Ben Ali e de Hosni Mubarak, assumiu uma posição anti-imperialista quando tomou o poder em 1969. Aboliu uma monarquia fantoche e praticou durante décadas uma politica de independência iniciada com a nacionalização do petróleo. As suas excentricidades e o fanatismo religioso não impediram uma estratégia que promoveu o desenvolvimento económico e reduziu desigualdades sociais chocantes. A Líbia aliou-se a países e movimentos que combatiam o imperialismo e o sionismo. Kadhafi fundou universidades e industrias, uma agricultura florescente surgiu das areias do deserto, centenas de milhares de cidadãos tiveram pela primeira vez direito a alojamentos dignos.
O bombardeamento de Tripoli e Benghazi em l986 pela USAF demonstrou que Reagan, na Casa Branca identificava no líder líbio um inimigo a abater. Ao país foram aplicadas sanções pesadas.
A partir da II Guerra do Golfo, Kadhafi deu uma guinada de 180 graus. Submeteu-se a exigências do FMI, privatizou dezenas de empresas e abriu o país às grandes petrolíferas internacionais. A corrupção e o nepotismo criaram raízes na Líbia.
Washington passou a ver em Kadhafi um dirigente dialogante. Foi recebido na Europa com honras especiais; assinou contratos fabulosos com os governos de Sarkozy, Berlusconi e Brown. Mas quando o aumento de preços nas grandes cidades líbias provocou uma vaga de descontentamento, o imperialismo aproveitou a oportunidade. Concluiu que chegara o momento de se livrar de Kadhafi, um líder sempre incómodo.
As rebeliões da Tunísia e do Egipto, os protestos no Bahrein e no Iémen criaram condições muito favoráveis às primeiras manifestações na Líbia.
Não foi por acaso que Benghasi surgiu como o pólo da rebelião. É na Cirenaica que operam as principais transnacionais petrolíferas; ali se localizam os terminais dos oleodutos e dos gasodutos.
A brutal repressão desencadeada por Kadhafi após os primeiros protestos populares contribuiu para que estes se ampliassem, sobretudo em Benghazi. Sabe-se hoje que nessas manifestações desempenhou um papel importante a chamada Frente Nacional para a Salvação da Líbia, organização financiada pela CIA. É esclarecedor que naquela cidade tenham surgido rapidamente nas ruas a antiga bandeira da monarquia e retratos do falecido rei Idris, o chefe tribal Senussi coroado pela Inglaterra após a expulsão dos italianos. Apareceu até um “príncipe” Senussi a dar entrevistas.
A solidariedade dos grandes media dos EUA e da União Europeia com a rebelião do povo da Líbia é, porem, obviamente hipócrita. O Wall Street Journal, porta-voz da grande Finança mundial, não hesitou em sugerir em editorial (23 de Fevereiro) que “os EUA e a Europa deveriam ajudar os líbios a derrubar o regime de Kadhafi”.
Obama, na expectativa, manteve silêncio sobre a Líbia durante seis dias; no sétimo condenou a violência, pediu sanções. Seguiu-se a reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU e o esperado pacote de sanções.
Alguns dirigentes progressistas latino americanos admitiram como iminente uma intervenção militar da NATO. Tal iniciativa, perigosa e estúpida, produziria efeito negativo no mundo árabe, reforçando o sentimento anti-imperialista latente nas massas. E seria militarmente desnecessária porque o regime líbio aparentemente agoniza.
Kadhafi, ao promover uma repressão violenta, recorrendo inclusive a mercenários tchadianos (estrangeiros que nem sequer falam árabe), contribuiu para ampliar a campanha dos grandes media internacionais que projecta como heróis os organizadores da rebelião enquanto ele é apresentado como um assassino e um paranóico.
Os últimos discursos do líder líbio, irresponsáveis e agressivos, foram alias habilmente utilizados pelos media para o desacreditar e estimular a renúncia de ministros e diplomatas, distanciando Kadhafi cada vez mais do povo que durante décadas o respeitou e admirou.
Nestes dias é imprevisível o amanhã da Líbia, o terceiro produtor de petróleo da África, um país cujas riquezas são já amplamente controladas pelo imperialismo.
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
O Brasil dos dias atuais
A maior parte das pessoas acha que a democracia é uma coisa boa. Talvez tenha sido, outrora, em um tempo longínquo, bem longínquo… pois, na era moderna, não há um país no mundo, por mais desenvolvido possa ser, que seja fruto da democracia real, e sim da democracia devidamente manipulada e adaptada pelos sionistas Illuminati, ou alguém discorda de que a democracia dos países “livres” de hoje, só beneficia os controladores do sistema e seus subordinados de alto escalão?
A democracia atual, corrupta como está, é tal qual um cassino, onde a maior parte vai para a Casa, enquanto os muito idiotas – os frequentadores – disputam as migalhas oferecidas e que, em maioria esmagadora, ainda gasta muito mais do que poderia.
No Brasil, apenas uma democracia parecia ser genuína, disposta a fazer a coisa como deve ser feita. Mas digo “parecia”, pois ela não chegou a acontecer, já que Tancredo Neves foi assassinado para que a democracia corrupta pudesse novamente existir aqui no Brasil e vigora até os dias de hoje.
Os militares assumiram o controle do Brasil justamente por estarem fartos dessa falsa democracia, que era totalmente manipulada desde quando o Brasil tornou-se república – e passou a manipular ainda mais o povo brasileiro quando o Sionismo, que já detinha o controle econômico do país, passou a ter em mãos a maior arma de educação, rapidamente transformada em grande máquina estupidificadora – a televisão, através do maior alienador e bandido brasileiro – Roberto Marinho e seu sistema Globo de Televisão. Quer dizer, dele, não, de um dos tentáculos sionistas no Brasil.
Nós podemos falar o que quisermos sobre os militares e os períodos de ditadura que o Brasil viveu. Houve coisas ruins como o DOPS, sim, houve, mas no que ele é diferente das agências e “departamentos de justiça” que temos hoje? Não é nessa democracia na qual vivemos que as agências nacionais e importadas fazem de tudo com seus cativos, e onde o BOPE dá “sacoladas”? Não é na “maior” democracia do mundo – os EUA – que existem as mais cruéis agências de inteligência?
Agora, quando falamos no Brasil como um todo, onde está o Brasil que vivemos hoje, na democracia de JK ou na época dos militares? Se sintetizarmos todo o Brasil na questão de infra-estrutura, fica óbvio que, o Brasil que vivemos hoje, é o Brasil dos governos militares – que realmente defendiam os interesses do Brasil e de sua população. Enquanto os militares construíram a maior parte da infra-estrutura de qualidade que existe até os dias de hoje, e irá ainda além, a democracia moderna de JK favoreceu a indústria automobilística americana, e, assim, nos condenou a viver num país continental utilizando as rodovias para todos os propósitos, em detrimento das ferrovias e da marinha de cabotagem – aquela que utiliza apenas a costa do país para transportar pessoas e mercadorias, sem ir a alto-mar. A marinha de cabotagem, juntamente com as ferrovias e hidrovias, que fariam nossos fretes muitíssimo mais baratos, hoje são utilizadas quase somente pelas grandes empresas. E essas grandes empresas são contrlada spor agentes internacionais. Ou seja, enquanto eles usam os melhores modais para transportarem seus recursos e maximizarem são ganhos, nós, as ovelhas, perdemos nossa qualidade de vida, seja pelo alto custo dos produtos, seja pelas mortes e acidentes causadas pelo trânsito, que tem como pais, os sionistas que só pensam em seus umbigos e seus cheios bolsos, donos da ‘demo’cracia brasileira e global.
Segue um vídeo postado por Klausdapeble, um dos inscritos na TVEcocidio, onde um deputado do Rio compartilha de minha opinião que estaríamos em melhores mãos com os militares do que com a falsa democracia.
Karl Marx era Sionista
“…Judaísmo é uma religião; mas Sionismo é um movimento político iniciado principalmente pelos judeus da Europa Oriental (Ashkenazi) que por séculos tem sido a principal força por trás do comunismo/socialismo.
O principal objetivo do Sionismo é um governo mundial sob o controle dos Sionistas e banqueiros internacionais judeus de orientação Sionista”
“Na Alemanha, os judeus comuns foram vítimas da elite Sionista que trabalhou de mãos dadas com os Nazistas. Muitos daqueles mesmos judeus Sionistas que, na Alemanha trabalharam com os Nazistas, vieram para Israel e deram as mãos aos judeus Sionistas/Comunistas da Polônia e Russia. É o estilo duas-caras do comunismo e facismo estilo Nazista que comanda Israel. Democracia é meramente uma ilusão”
Jack Bernstein – The Life of an American Jew in Marxist Racist Israel
Vejamos agora um trecho da carta que Karl Marx recebeu de seu Rabino Baruch Levy em 1848:
Nessa nova organização da Humanidade, os filhos de Israel, dispersos por todos os cantos da terra se converterão em todas as partes, sem oposição alguma na classe dirigente, sobretudo se conseguem colocar as massas trabalhadoras sob seu controle exclusivo. Os governos das nações integrantes da futura República Universal cairão, sem esforço, nas mãos dos israelitas, graças a vitória do proletariado. A propriedade privada poderá então ser suprimida pelos governantes da raça judia, que administrão em todas as partes dos fundos públicos. Assim se realizará a promessa do Talmud, segundo o qual, quando chegar o tempo do Messias, nós judeus possuiremos os bens de todos os povos da Terra.
Não é um espelho dos dias de hoje??
A carta foi publicada na “Revue de Paris” em 1º de junho de 1928, pg. 574, assim como a obra “Israel, son passé, son avenir” (Israel, o seu passado, o seu futuro) do historiador sueco H. de Vries de Heekelingen, edição francesa de 1937, pg. 104 e em várias publicações do professor sueco Einar Averg.
Agora vejam quantos simpatizantes do Marxismo existem no Brasil e no mundo. O mesmo vale para os ashkenazis, já que são mais de 90% dos judeus…
A tabela abaixo apresenta os países com as maiores populações de judeus. Os dados são de 2007:
| Posição | País | Judeus | % da População Judia no Mundo |
|---|---|---|---|
| 1 | Israel | 5,313,800 | 40.6% |
| 2 | Estados Unidos | 5,275,000 | 40.3% |
| 3 | França | 491,500 | 3.8% |
| 4 | Canadá | 373,500 | 2.9% |
| 5 | Reino Unido | 297,000 | 2.3% |
| 6 | Russia | 228,000 | 1.7% |
| 7 | Argentina | 184,500 | 1.4% |
| 8 | Alemanha | 118,000 | 0.9% |
| 9 | Australia | 103,000 | 0.8% |
| 10 | Brasil | 96,500 | 0.7% |
E pensar que apenas 0,7% deles já conseguem fazer um estrago aqui no Brasil… Isso sem contar com os judeus estrangeiros que possuem “negócios” aqui.
Os dados abaixo são um pouco antigos, mas servem para termos uma idéia de como a maioria dos judeus no Brasil são Ashkenazi, e, portanto, estão se lixando para mim ou para você. Ou melhor, estão nos usando para ficarem cada vez mais ricos e dominantes, levando em conta que a Nova Ordem Mundial está prestes a ser instaurada:
Judeu bonzinho quase não existe. Se você conhece um desses 8%, considere-se muito feliz, pois os que vemos mundo afora e internamente no Brasil, nos governos (em todas as esferasde poder), nas indústrias, nas mídias variadas e claro, nos bancos, de forma alguma pertencem a essa minoria.
Primeiro Ministro Israelense admite que mandou assassinar líder do Hamas
No início de janeiro o Primeiro Ministro israelense, Binyamin Netanyahu, dirigiu-se até o complexo da Midrasha, a sede do Mosad, para autorizar a operação que, em 20 de janeiro, custou a vida do líder do Hamas, Mahmud al-Mabhuh, assassinado em Dubai, conforme informa o The Sunday Times.
Netanyahu foi recebido pelo chefe do Mosad, Meir Dagan, que o conduziu até uma sala repleta de agentes. A equipe explicou os planos ao Primeiro Ministro. Netanyahu escoutou atentamente e se despediu dizendo: “O povo de Istael confia em vocês. Boa sorte”.
Em 19 de janeiro, o comando que já se encontrava em Dubai foi informado por outro agente em Damasco, através de um celular austríaco, que Mahmud havia saído em direção ao Emirado. Sua chegada no hotel também foi confirmada. Cinco horas depois, Mahmud já tinha sido assassinado.
Juntando as peças: o misterioso assassinato do chefe militar do Hezbolah, Imad Mughniye, em Damasco; a morte do cientista Masud Ali Mohmmadi em Teerã; os bombardeios a um reator nuclear na Síria e de um carregamento de armas no Sudão ou a morte de Al-Mabu figuram como os restos dessa batalha que ninguém reinvindica a participação, mas que se atribui somente a Israel. Como disse o ex-general judeu Uzi Eilam, “ao lado daqueles que em realidade comentem os atos, há sempre outros elementos que estão interessados nisso”.
Colaboração européia
Os dados apontam certeza cada vez maior de que países europeus colaboraram com o Mosad com boa vontade e por inicativa própria, bem ao contrário do que sustentam esses mesmos países. Passaportes irlandeses, franceses, ingleses e alemães foram utilizados pelos agentes, e os documentos de ambos os países são legítimos, expedidos em nomes de judeus dessas nacionalidades e que vivem em Israel. Apenas colocaram outras fotos. Celulares austríacos para comunicação entre os membros da equipe. E, vejam só, cartões de crédito americanos foram usados no hotel. E nenhum país abriu a boca… Fossem terroristas de verdade, estariam todos rastreados e talvez já estivessem mortos.







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