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Posts Tagged ‘Transgênicos’

PostHeaderIcon Nem os fazendeiros comem o que produzem

O vídeo abaixo mostra o fazendeiro americano Brad nos contando que nem mesmo os próprios produtores comem aquilo que produzem. A razão? Eles sabem o que há nos animais que criam e nos alimentos e outras coisas que esses animais ingerem!

Lástima estar apenas em inglês. Se alguém o traduzir, por favor me avise.

O vídeo é americano, mas não está nem um pouco distante da realidade brasileira. Vacas, porcos e aves cheias de hormônios e outros lixos químico/genéticos também fazem parte do que vivemos no Brasil.

 

PostHeaderIcon A Fraude do Óleo de Canola

Aproveitando que tenho falado sobre a alimentação-lixo que temos consumido, gostaria de falar um pouco sobre um produto vendido como alternativa saudável, e que, por conta disso, muitos de nós – inclusive eu – caem nas ínumeras armadilhas da indústria “alimentícia”.

Trata-se do Óleo de Canola.

Voltando um pouco ao passado, a margarina foi apresentada, anos atrás, como uma alternativa mais saudável que a manteiga. Não demorou muito para que se descobrisse que a margarina é tão saudável quanto plástico derretido – e com um preço bem menor que a manteiga. Ainda hoje, são muitos os consumidores de margarina que simplesmente desconhecem fatos como esses.

Com o óleo de canola, a coisa é bem parecida.

O óleo de canola, além de ser vendidos em frascos, como alternativa ao óleo de soja, também é utilizado de inúmeras alimentos processados, mesmo em produtos vendidos em lojas de alimentos orgânicos/naturais. Pelo fato dos fabricantes utilizarem um marketing de que o óleo de canola é saudável, até mesmo médicos e “especialistas” em nutrição recomendam o uso desse óleo.

Mas o que é o óleo de canola?

Para começar, canola sequer é um vegetal, mas uma sigla para CANADIAN OIL. Esse óleo é produzido, processado e exportado pelo Canadá. Através de lobby, o governo canadense fez com que o FDA classificasse a canola como GRAS, termo em inglês para “Considerado seguro em geral”. Essa manobra fez com que os testes de qualidade de longo termo não fossem realizados, contribuindo para que a farsa persista até os dias de hoje.

Mas se a canola não é um vegetal, de onde ela vem? Vem da colza, um grão cujo governo canadense subsidia a maior parte dos custos de plantio e colheita. É um vegetal barato, fácil de crescer e resistente a insetos. Dessa forma, o óleo de canola é mais barato e mais fácil de ser usado em alimentos processados, se comparado a óleos mais saudáveis e prensados a frio, como o azeite de oliva.

Seu nome original é Óleo Lear, ou óleo de colza com baixo ácido erúcico, um híbrido da colza natural, desenvolvido para remover a maior parte do ácido erúcico, que é altamente tóxico. Óleo de colza é tão tóxico que animais e insetos não o ingerem. Detalhe – tal óleo foi utilizado pela primeira vez já no século XX como óleo industrial. Para evitar rejeição e conflitos ao ser utilizado como óleo para consumo humano, o nome do óleo deveria ser modificado, e é daí que quem o termo Canola, utilizado desde 1988.

Mas tem mais. Como é lógico presumir, a Monsanto também está envolvida, e fez modificações genéticas na colza para que se tornasse resistente à altas dosagens do agrotóxico Roundup (usado virtualmente em todas as culturas graneleiras, em todo o mundo).

Além da questão do Roundup, o óleo ainda é aquecido a mais de 300 ºC como forma de retirar o terrível odor que possui. É válido lembrar que óleos processados passam por outros processos como a degumação, acidulação, clarificação, extração química a base de solventes – todas técnicas que viabilizam uma produção industrial de algo que faz mal a nossa saúde.

O óleo de canola é monoinsaturado, o que significa que nesse aspecto, é semelhante ao azeite de oliva e mais barato – e é justamente nesse ponto que o marketing bate forte. Mas as semelhanças param por aí, já que o azeite de oliva real não é processado, nem contém ácidos graxos trangênicos e tóxicos, ou outros componentes GMO. Em termos de óleos para consumo humano, o óleo de canola contém os índices mais baixos de ácidos graxos essenciais – e são justamente tais ácidos que oferecem o maior aspecto de saúde.

Depois veio a público uma série de estudos não divulgados, demonstrando a nocividade do óleo de canola. Um exemplo foi o estudo feito em porcos (…) alimentados com ração usando óleo de canola, que acarretou uma perigosa redução de vitamina E, e suas plaquetas sanguíneas tornaram-se mais rígidas, impedindo o fluxo sanguíneo.

Outros testes descobriram vários desequilíbrios entre os micronutrientes naturais. Esses desequilíbrios são parte do que a tecnologia faz para criar alimentos-venenos e minar a saúde humana a longo prazo.

Plantação de colza e os grãos

Resumindo tudo isso: Pode-se afirmar com muito mais veemência que o óleo de canola é mais maléfico do que benéfico – bem diferente do que o marketing das indústrias insiste em apresentar. Não está sequer situado entre outros óleos que promovem a saúde, como o óleo de cânhamo, linho ou mesmo o azeite de oliva. Ao contrário, promove  má saúde e fortalece as indústrias alimentícias das doenças e da morte.

Fontes:
Canola: Canada’s Oil Spill into the American Market
Canola: Another Victory of Food Technology Over Common Sense
Truther Girls Site on Canola

PostHeaderIcon Reino Unido investiga venda de leite procedente de animais clonados

O óleo usado na cozinha é trans, o milho (espiga e conserva), o tomate e muitos outros alimentos em nossas mesas já são transgênicos e os produtores, quando possuem controle dessa etapa, não precisam informar isso para a população.

Em relação aos líquidos, eles vâo dos totalmente químicos aos naturais contaminados, sendo que há várias outras composições entre as duas categorias já citadas. O leite, por exemplo, já virou “bebida láctea” e, mesmo o leite, leite, já não é leite mesmo há muito tempo, já que a utilização de soda cáustica e outros produtos insalubres é fato comum na indústria laticínia (ou seria latrocida, já que nos rouba ao fornecer veneno quando deveriam vender alimento?). Isso sem falar dos superhormônios da Monsanto, que deforma e adoece as vacas, só para produzirem mais leite. Leite hiper-purulento, diga-se de passagem. Mas qual é o problema – diriam alguns - é só pasteurizar!

Ao que vemos, agora temos as duas coisas, a fusão da genética trans, comum em alimentos (vegetais e animais) e a genética da clonagem, em forma de leite.

Grato pela contribuição de Jon Levi na sugestão do tema. 

Garrafa de leite distribuída em Londres; Reino Unido investiga venda de produto procedente de filhotes de animais clonados (Foto: Geoff Caddick / AFP)

A Agência Alimentar do Reino Unido investigará a suposta venda de leite procedente de filhotes de animais clonados que não teriam passado pelos controles de qualidade adequados, informa o jornal espanhol “El País”.

A agência britânica, encarregada de avaliar este tipo de alimentos considerados “novos”, abriram a investigação depois que o jornal “International Herald Tribune” informou em reportagem que pelo menos um fazendeiro britânico, que não quis divulgar seu nome, admitiu ter usado esse tipo de leite na sua produção diária. O produto não foi rotulado ou identificado por medo de que os consumidores parassem de comprar o leite.

“Desde 2007, a interpretação que a FSA [sigla da agência em inglês] sobre a lei determina que a carne e os produtos procedentes de animais clonados e seus filhotes são considerados alimentos novos e, por isso, necessitam de autorização antes de serem postos à venda no mercado”, disse um porta-voz da agência.

“A agência investigará se qualquer indício sobre alimentos novos não autorizados que tenham entrado na cadeia alimentar”, acrescentou.

Uma organização contrária à clonagem de animais disse à BBC que a prática “tem um potencial enorme de causar danos desnecessários, sofrimento e mal-estar que não podem ser justificados por benefícios puramente comerciais.”

A legislação européia estabelece que os produtos alimentícios procedentes de animais clonados ou de suas crias devem passar por um exame de qualidade e obter aprovação das autoridades pertinentes antes de serem postos à venda.

As vacas que provocaram a polêmica são originárias de embriões animais clonados nos Estados Unidos que foram posteriormente levados ao Reino Unido.

Fonte G1.

PostHeaderIcon HAITI – Monsanto planta veneno no solo que o HAARP preparou

Monsanto quer doar milho transgênico para Haiti

17, maio, 2010

Thalles Gomes | Porto Príncipe/Haiti

Sementes transgênicas estão sendo doadas ao Haiti pela empresa estadunidense Monsanto.

A denúncia foi feita no último dia 10 de maio em artigo escrito pelo Padre inglês Jean-Yves Urfié, ex-professor de química do Collège Saint Martial, em Porto Príncipe. “A empresa transnacional Monsanto está oferecendo aos agricultores do país um presente mortal de 475 toneladas de milho transgênico, junto com fertilizantes associados e pesticidas, que serão entregues gratuitamente pelo Projeto WINNER [Vencedor, em inglês], com o respaldo da embaixada dos Estados Unidos no Haiti”, alertou Urfiè. Segundo ele, a multinacional Monsanto já começou a distribuir sementes de milho transgênicas nas regiões de Gonaives, Kenscoff, Pétion-Ville, Cabaré, Arcahaie, Croix-des-Bouquets e Mirebalais.

A forte repercussão dessa denúncia obrigou o Ministro da Agricultura do Haiti, Joana Ford, a convocar uma coletiva de imprensa no último dia 12 de maio em Porto Príncipe. “O Haiti não tem a capacidade para gerenciar os OGM [Organismos Geneticamente Modificados]” afirmou o Ministro Ford antes de desmentir que a doação da Monsanto fosse de milho transgênico.

“Nós tomamos todas as precauções antes de aceitar a oferta feita pelo multinacional Monsanto para fazer uma doação de 475,947 kg de sementes de milho híbrido e 2.067 kg de sementes de hortaliças. Devemos também mencionar que, na ausência de uma lei que regulamenta a utilização de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) no Haiti, não posso permitir a introdução de sementes ‘Roundup Ready’ ou qualquer outra variedade de transgênicos“, enfatizou o Ministro.

Segundo Ford, as sementes híbridas oferecidos pela Monsanto são adaptadas às condições tropicais do Haiti. A doação integra uma campanha do Ministério da Agricultura para revitalizar o setor agrícola depois do terremoto de 12 de Janeiro. Para tanto, informa o Ministro, mais de 65 mil hectares de terra estão sendo beneficiados com tratores para o preparo do solo, fertilizantes, defensivos agrícolas e formação para os agricultores.

A própria Monsanto se viu obrigada a se pronunciar sobre o caso. “Nós acreditamos que a agricultura é a chave para a recuperação a longo prazo do Haiti”, afirmou a transnacional em nota publicada em sua página na internet. “Após o desastre, a Monsanto doou dinheiro para a recuperação”, continua a nota, “mas era evidente que a doação de nossos produtos – milho e sementes de hortaliças de qualidade – poderia realmente fazer a diferença na vida dos haitianos”. Foi imbuída deste espírito de generosidade que a maior fornecedora de sementes do Mundo resolveu doar ao Haiti o equivalente a US$ 4 milhões em sementes de milho híbrido, repolho, cenoura, berinjela, melão, cebola, tomate, espinafre e melancia. 60 toneladas dessas sementes chegaram em território haitiano na primeira semana de maio.

Outras 70 toneladas aportaram na capital Porto Príncipe no dia 13 de maio. A previsão é que, para os próximos 12 meses, mais 345 toneladas de sementes híbridas de milho sejam distribuídas para os agricultores do país.

Abrindo mercados

O terremoto de 12 de janeiro causou a morte de 300 mil pessoas e desabrigou mais de um milhão de haitianos. Suas conseqüências foram devastadoras. Mas, apesar de ter alcançado sete graus na escala Richter, é bem pouco provável que o terremoto tenha abalado as estruturas de funcionamento de uma empresa transnacional como a Monsanto. A doação das 475 toneladas de sementes híbridas pode ser propagandeada como uma ação de generosidade da transnacional com o povo haitiano. Todavia, se forem analisadas as condições em que esta doação está sendo feita, a generosidade se converte em mera tática empresarial para aumento de divisas.

O lucro da Monsanto no trimestre que se encerrou em 28 de Fevereiro de 2010 foi de US$ 887 milhões. No mesmo período do ano passado, o lucro fora de US$ 1,09 bilhão, o que significa uma queda de 19%. Segundo o diretor executivo da transnacional, Hugh Grant, o principal motivo desta queda foi a diminuição nas vendas de herbicidas e produtos químicos.

Em conferência a analistas no início de abril, Grant afirmou que não poderia recorrer ao aumento de preços para reverter essa queda, já que os agricultores não parecem dispostos a pagar preços mais altos pelas novas linhas de sementes transgênicas, algumas das quais duas vezes mais caras do que as variedades mais cultivadas hoje. “O retorno que estou tendo dos fazendeiros é de que se nossos preços forem diferentes, a curva de adoção das sementes será diferente”, disse Grant.

Não sendo possível aumentar o preço dos seus produtos, a única saída para a Monsanto reverter a queda na sua taxa de lucros é com a abertura de novos mercados consumidores. Não é a toa que pouco menos de um mês após a conferência de Hugh Grant, as sementes da Monsanto aportaram no Haiti.

O que não foi dito nem pela Monsanto, nem pelo Ministério da Agricultura haitiano, é que essas sementes híbridas de milho só poderão cumprir suas promessas de produtividade e adaptação ao clima tropical haitiano se forem tratadas com herbicidas, fertilizantes e produtos químicos específicos, que não por acaso são produzidos pela própria Monsanto. Isso significa que os agricultores haitianos que receberem as sementes híbridas só conseguirão torná-las produtivas se adquirirem os herbicidas e fertilizantes da Monsanto.

Além disso, as famílias camponesas não poderão reaproveitar as sementes que brotarem desse milho, já que uma das características das sementes híbridas é que apenas a sua primeira geração é adequada para o plantio. Se quiserem continuar produzindo na próxima safra, os camponeses terão de comprar novas sementes da Monsanto.

Nesse ritmo, com o aumento do consumo de sementes e, consequentemente, de herbicidas, fertilizantes e produtos químicos da Monsanto, a previsão do Padre Jean-Yves Urfié poderá se tornar realidade: “Em breve, haverá apenas sementes da Monsanto no Haiti. Então, será o fim da independência dos agricultores.”

Vencedor

A Monsanto não está sozinha nesta empreitada. O transporte e toda logística de distribuição das sementes no Haiti está a cargo de outras duas empresas estadunidenses, a Kuehne + Nagel Emergency and Relief Logistics e a UPS Foudation.

Ken Sternad, presidente da UPS, fez questão de se pronunciar sobre essa ação: “Como parte de nossos esforços contínuos para apoiar a recuperação do Haiti, a UPS tem o orgulho de doar os nossos serviços para os navios de sementes, já que o país começa a se mover em direção à construção de um futuro sustentável”.

Esse “futuro sustentável” de que fala Sternad e que vem atraindo o interesse de tantas empresas estrangeiras está consolidado no Projeto WINNER [Vencedor em inglês]. Lançado em 08 de Outubro de 2009 pela USAID [Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional], o Projeto WINNER irá investir 126 milhões de dólares nos próximos cinco anos para construir uma nova infra-estrutura agrícola no Haiti, com o objetivo de aumentar sua produtividade. Para tanto, irá fornecer assistência técnica especializada, além de serviços técnicos e insumos agrícolas, como pesticidas e fertilizantes.

É por intermédio deste Projeto que serão distribuídas as 475 toneladas de sementes da Monsanto. De fato, tais sementes não chegarão diretamente às mãos dos camponeses haitianos. Elas serão destinadas primeiramente a lojas geridas pela USAID e depois serão vendidas por um preço “significativamente reduzido” às famílias camponesas. “Nossa meta é atingir 10 mil agricultores nesta temporada”, informou Jean Robert Estime, diretor responsável pelo Projeto WINNER. “As sementes irão ajudar a alimentar e fornecer oportunidades econômicas para os agricultores, suas famílias e a comunidade em geral”.

Para compreender que tipo de “oportunidades econômicas” são essas, é preciso elucidar quem são os atores por trás do Projeto WINNER. Seu diretor responsável, Jean Robert Estime, serviu como Ministro das Relações Exteriores durante os 29 anos da ditadura Duvalier no Haiti, época em que foram assassinados mais de 30.000 haitianos e o país abriu suas portas para os produtos alimentícios estrangeiros. Graças a essa abertura, o Haiti importa hoje 80% dos alimentos que consome.

Arquiteta e coordenadora do WINNER, a USAID é uma agência governamental estadunidense criada em 1961. Segundo sua página oficial na internet, tem a missão de “promover os interesses da política externa dos Estados Unidos na expansão da democracia e dos mercados livres, melhorando a vida dos cidadãos do mundo em desenvolvimento”. Com sede em Washington/DC, a USAID está presente nas cinco regiões do mundo. Seu trabalho apóia “o crescimento econômico e os avanços da política externa dos Estados Unidos”.

Novo terremoto

“Trata-se de um novo terremoto mais perigoso a longo prazo do que o que ocorreu em 12 de Janeiro. Não se trata de uma ameaça, mas de um ataque muito forte à agricultura camponesa, aos camponeses e às camponesas, à biodiversidade, às sementes crioulas que estamos defendendo, ao que resta de nosso meio ambiente no Haiti”, denuncia Chavannes Jean-Baptiste, coordenador do MPP (Mouvman Peyizan Papay) e membro da Via Campesina haitiana.

Chavannes acusa o governo haitiano de estar aproveitando o terremoto para vender o país às forças imperialistas e às empresas transnacionais. “Não podemos aceitar isso”, adverte o dirigente camponês, “devemos iniciar já a mobilização contra este Projeto, contra a Monsanto no Haiti. Necessitamos de uma unidade forte no Haiti e uma forte solidariedade internacional para enfrentar a Monsanto e todas as forças da morte que querem acabar com a soberania total deste pequeno país que conquistou sua independência com o sangue de seus filhos e de suas filhas desde 1804”.

Como primeiro passo neste enfrentamento, o MPP convocou os camponeses a enterrar e queimar todas as sementes de milho provenientes do Ministério da Agricultura. Além disso, uma grande marcha está sendo planejada pela Via Campesina Haiti para os próximos dias 04 e 05 de junho, na ocasião do Dia Internacional do Meio Ambiente. A marcha partirá da região de Papay com destino à cidade de Hinche, capital do departamento Central.

- Talles Gomes, cineasta, jornalista e membro da Brigada da Vía Campesina Brasileira, no Haiti.

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