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PostHeaderIcon Sojeiros gananciosos tentam agora sair da armadilha criada pela Monsanto

No primeiro momento, os Sojeiros de Mato Grosso não pensaram em nada mais além deles mesmos, em suas panças e lucros gordos. Pensar na saúde alheia e nas consequências do cultivo da soja transgênicas para quê???

Monsanto world 218x300 Sojeiros gananciosos tentam agora sair da armadilha criada pela MonsantoCom suas visões turvadas pela ganância, e tendo um Governador que além de ser um dos maiores sojeiros mundiais também faz parte do grande jogo da Nova Ordem Mundial, foi fácil para a gigante aracnídea Monsanto tecer sua teia e capturar os ingênuos fazendeiros, um a um.

Agora que a aranha já apanhou a todos e está dando as primeiras abocanhadas, os fazendeiros tentam escapar das presas mortais da Monsanto e seus royalties.

A explicação para o uso seguido da soja da Monsanto nas palavras de um sojeiro do Mato Grosso: “Temos informações de que a Monsanto está induzindo as sementeiras do Estado a produzir somente sementes transgênicas”. Daí a força do monopólio fala mais alto do que qualquer suposto benefício para os agricultores. A matéria que segue, do Diário de Cuiabá, dá mais detalhes da situação e ainda revela que a empresa segue cobrando royalties mesmo dos produtores que tiveram sua soja convencional contaminada – uma outra grande e eficiente armadilha.

Diário de Cuiabá, 29/01/2010
Guerra à Monsanto

Em Cuiabá, a Aprosoja prepara ação judicial contra a empresa e, em Sinop produtores também devem seguir o mesmo caminho

MARCONDES MACIEL e TANIA RAUBER
Da Reportagem

A guerra dos produtores mato-grossenses à Monsanto – multinacional detentora da tecnologia de sementes transgênicas da soja, conhecida como RR (Roundup Ready) – está declarada. Depois de esgotadas todas as tentativas de diálogo com a empresa, os produtores já pensam em acionar a Justiça. Em Cuiabá, a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja) prepara ação judicial contra a Monsanto. E, em Sinop (500 Km ao Norte de Cuiabá), os produtores também estudam entrar na Justiça contra a empresa.

A Aprosoja quer saber se os valores pagos em royalties pelos sojicultores são devidos. “Queremos saber que tipo de patente que está gerando esta cobrança, pois dependendo da patente, a empresa não direito de cobrar nada. Precisamos saber também o período de validade da patente”, explica o presidente da Aprosoja, Glauber Silveira.

Em Mato Grosso, os produtores elevaram a área plantada de transgênicos de 2,6 milhões de hectares (safra 2008/09) para cerca de três milhões de hectares na safra deste ano. A expansão da área vai aumentar também o lucro da Monsanto, que saltará de R$ 39 milhões para R$ 45 milhões de uma safra para outra, incremento de 15,38%. O valor cobrado pela Monsanto pelo uso da patente, de acordo com cálculos dos produtores, é de R$ 15 por hectare.

A Aprosoja pretende fazer uma notificação para que a Monsato apresente justificativas para a cobrança do royalties. “Temos informações de que a Monsanto está induzindo as sementeiras do Estado a produzir somente sementes transgênicas”, denuncia Silveira. Em Mato Grosso, os transgênicos já ocupam metade de toda a área plantada de soja, cerca de 6 milhões de hectares.

SINOP – Depois de várias conversações, sem resultado, o Sindicato Rural de Sinop estuda propor ação contra a Monsanto. Atualmente, cerca de 50% das lavouras da região Norte de Mato Grosso são cultivadas com variedades transgênicas. Estas se diferenciam das convencionais por serem tolerantes à herbicida à base de glifosato, usado para dessecação pré e pós-plantio, para eliminar qualquer tipo de planta daninha.

Essa tolerância faz com que o agricultor possa aplicar apenas esse herbicida sobre a soja, reduzindo assim seus custos de produção e o número de aplicações. Porém, o questionamento do setor é quanto a cobrança dos royalties pelo uso da semente.

O presidente do Sindicato, Antônio Galvan, explicou que são feitas duas cobranças. A primeira delas na compra da semente, por meio de boletos. “Em janeiro, eles cobraram R$ 0,45 cada quilo de semente, o que equivale a cerca de 30% do preço da saca”.

O principal questionamento é quanto a segunda cobrança, que é feita na saída do produto. Ao chegar nos armazéns, o grão passa por um teste que vai apontar se é transgênico ou não. O problema ocorre porque, em muitos casos, a oleaginosa convencional é contaminada e os produtores acabam tendo que pagar os royalties sem ter adquirido sementes transgênicas.

soja colheita01 300x219 Sojeiros gananciosos tentam agora sair da armadilha criada pela MonsantoIsso ocorre tanto na lavoura, por meio de polinização ou na hora do plantio, quanto na hora de estocar a safra. “Se tiver uma lavoura de soja transgênica ao lado de uma convencional, na época da florada, pode ocorrer a polinização. Se as máquinas, na hora do plantio, não forem bem limpas e ficar algumas sementes de transgênicos, também pode haver a contaminação. Desta forma, na hora dos testes, são consideradas transgênicas”.

- Leia mais sobre a briga de produtores com a Monsanto:
Sindicatos rurais vão à Justiça, mas Monsanto não abre mão de taxa

Na Câmara dos Deputados, sojicultores transgênicos começam a expor o drama de se tornarem reféns da Monsanto

Teste de detecção de transgênico errado em Tupaciretã-RS

Que os os agricultores aprendam de uma vez por todas. Não basta ter alta tecnologia nas lavouras se os produtores não são inteligentes o bastante para detectar as armadilhas que ameaçam não somente eles, mas também a todos nós, pois a falta de inteligência deles representa um risco enorme para todos, já que decidiram plantar soja trans sem sequer pensarem que esta deveria ser armazenada separadamente da soja convencional. E olha que a falta de silos de armazenagem já é um problema antigo em Mato Grosso.

monsanto31 300x175 Sojeiros gananciosos tentam agora sair da armadilha criada pela Monsanto

Com a soja geneticamente modificada misturada aos grãos não transgênicos, é 100% certeza que todos nós ingerimos organismos genéticamente modificados sem termos sequer conhecimento disso, quanto mais termos permitido.

Isso vale também para o milho, já que é outra grande cultura em Mato Grosso.

É a Nova Ordem Mundial fazendo mais um “bem” à todos nós. E para nunca nos esquecermos de que eles são “tão bonzinhos”, segue um ótimo documentário: O MUNDO SEM A MONSANTO.



Lista de reprodução com todos as partes

PostHeaderIcon OGM, o que é?

Segue um bom documentário sobre os Organismos Genéticamente Modificados – OGM, que no Brasil são polularmente conhecidos como alimentos transgênicos, ou simplesmente trans.





Já esse vídeo dá nome aos bois… ao menos a um deles:


E esse mostra o que a Monsanto faz ao gado leiteiro:


PostHeaderIcon Codex Alimentarius – É de comer ou de matar?!?

A partir de 01 de Janeiro de 2010 entra em vigor o polêmico Codex Alimentarius. Mas você não sabe exatamente o que é isso, sabe?… Pois é exatamente o que eles querem!

Ah! E tudo isso logo agora, após a última safra brasileira, na qual despejaram nada menos que 713 milhões de toneladas de herbicidas/pesticidas! Média de 3.700 quilos por pessoa… Valeu para o Brasil se transformar no maior consumidor mundial de venenos agrícolas.

A maçã do "amor"

Esses venenos são de origem química e permanecem na natureza. Degradam o solo. Contaminam a água. E, sobretudo, se acumulam nos alimentos.

Mas voltando ao código…


O Codex Alimentarius é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação – FAO e da Organização Mundial da Saúde – OMS. Trata-se de um fórum internacional de normatização sobre alimentos – sejam estes processados, semiprocessados ou crus – criado em 1962, e suas normas têm como finalidade “proteger a saúde da população, assegurando práticas equitativas no comércio e manuseio regional e internacional de alimentos”. Sua influência se estende a todos os continentes e seu impacto na saúde dos consumidores e nas práticas do comércio de alimentos em todo o planeta será incalculável.

As normas Codex abrangem ainda aspectos de higiene e propriedades nutricionais dos alimentos, código de prática e normas de aditivos alimentares, pesticidas e resíduos de medicamentos veterinários, substâncias contaminantes, rotulagem, classificação, métodos de amostragem e análise de riscos.

Olhado assim, na versão oficial (exceto as aspas), parece uma coisa boa, certo? Bem, não exatamente… e, na verdade o Codex é olhado com total “desconfiança” (para usar uma palavra elegante) por todos os que denunciam que essa regulação tão “abrangente” virá a ser uma fonte poderosa de controle sobre as grandes populações e de apreciável lucro para as grandes corporações, especialmente as dos ramos químico e farmacêutico.

Quem controla a comida, controla o mundo!

Traduzido em miúdos, o Codex vai trazer severas restrições à nossa já precária LIBERDADE de escolha em termos de alimentação e prevenção/tratamento de doenças. Sem falar que considerações mais complexas podem ser feitas sobre o impacto dessas medidas no controle populational do planeta e na concentração de riquezas…

Os opositores do Codex fizeram uma síntese do que representará essa complexa rede de regulamentações, que, quando implementadas, serão MANDATÓRIAS para todos os países membros, cerca de 170 – o que inclui o Brasil:

- Suplementos nutricionais, como vitaminas, por exemplo, não poderão mais ser vendidos para uso profilático ou curativo de doenças; potências de qualquer suplemento liberado, estarão limitadas a dosagens extremamente baixas, sub-dosagens, na verdade, e somente as empresas farmacêuticas terão autorização para produzir e vender esses produtos (preferencialmente na sua forma sintética) em potências mais altas – no caso da vitamina C, por exemplo, qualquer coisa acima de 200mg será considerada “alta”, e será necessária uma receita médica para se poder comprá-la.

- Alimentos comuns, como o alho ou o hortelã, por exemplo, poderão ser classificados como drogas, que somente as empresas farmacêuticas poderão regulamentar e vender. Qualquer alimento ou bebida com qualquer possível efeito terapêutico poderá ser considerado uma droga.

- Alimentos geneticamente modificados não precisarão ser identificados como tal, e não saberemos a origem do que estamos comendo; a criação de animais geneticamente modificados também já consta dessa mesma pauta, ou seja, vai ser difícil saber que bicho se está comendo.

- Aditivos alimentares, a maioria sintéticos, como o aspartame, por exemplo, serão aprovados para consumo sem que se tenha conhecimento dos efeitos a longo prazo de cada um nem das interações entre eles a curto e longo prazos.

- Todos os animais destinados ao consumo humano, deverão receber hormônios e antibióticos como medida profilática; sabe aquele “gado orgânico”, criado solto em pastagens e tratado só com homeopatia?… Nem que a vaca tussa!!!

- Todos os alimentos de origem vegetal deverão ser irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes… nada mais chegará à nossa mesa como a natureza fez – tem gente brincando de Deus, mas desta vez não para criar, e sim para DEScriar.

- Os produtos “orgânicos” estarão completamente descaracterizados, pois terão seu padrão de pureza reduzido a níveis passíveis de atender às necessidades de produção em grande escala; alguns aditivos químicos e várias formas de processamento serão permitidos; tampouco haverá obrigatoriedade por parte do produtor de informar que produtos usou e em que quantidades – rótulos não serão obrigatórios na era pós-Codex.

- Para a agricultura convencional, os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas estarão liberados em níveis que ultrapassam em muito os atuais limites de segurança! Em outras palavras, estarão envenenando nossa comida.

Monsanto do pau oco

Em síntese: os objetivos do Codex incluem (1) globalização das normas, (2) abolição da agricultura/criação orgânica, (3) introdução de alimentos geneticamente modificados, (4) remoção da necessidade de rótulos explicativos de qualquer espécie, (5) restrição de todos os remédios naturais, que serão classificados como drogas.

O Codex, na verdade, já começou a “acontecer” por aqui – alguém já reparou que não se consegue comprar nada numa farmácia de manipulação sem ter uma receita médica? Nem uma inocente vitamina C… Em compensação pode-se comprar praticamente qualquer coisa SEM receita médica numa farmácia regular, que vende produtos industrializados, mesmo se forem antibióticos, anti-inflamatórios… – e até aquela mesma vitamina C que nos negaram há pouco na outra farmácia…

Indicar aquele chazinho para um amigo? Ou quem sabe informar ao vizinho que farelo de aveia ajuda a reduzir o colesterol? Sugerir que mamão solta e banana prende?… Nem pensar! Poderá ser considerado “prática ilegal da medicina”! Não se poderá dizer que produtos naturais curam doenças porque não são medicamentos e, na era pós-Codex, só medicamentos APROVADOS pelas novas regras poderão ser referidos para tratar doenças… e assim mesmo, só por um médico!

Exagero? Quem sabe? – já teve gente presa na França por vender 500mg de vitamina C… é que lá essa potência já é considerada “remédio”, e não pode ser vendida sem receita médica…

FONTES:
http://alimentacaoviva.blogspot.com/2008/11/codex-alimentarius-os-ltimos-dias-de.html
http://www.naturalnews.com/026663_CODEX_food_health.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Codex_Alimentarius
http://www.anvisa.gov.br/alimentos/comissoes/alimentarius.htm
http://www.inmetro.gov.br/qualidade/comites/ccab.asp
http://video.google.com/videoplay?docid=5800206429960925518&hl=en
http://video.google.com/videoplay?docid=451097355502728465&hl=en
http://video.google.co.uk/videoplay?docid=-5266884912495233634&ei=Wj9sSsOGKNPA-AbYvMD7Bg&hl=en
http://foodfreedom.wordpress.com/
http://www.infowars.com/billions-of-people-expected-to-die-under-current-codex-alimentarius-guidelines/
http://www.anhcampaign.org/
http://news.google.co.uk/news?rlz=1C1GGLS_en-GBGB308GB309&sourceid=chrome&q=codex%20alimentarius&um=1&ie=UTF-8&sa=N&hl=en&tab=wn
http://www.anovaordemmundial.com/2009/07/codex-alimentarius-nutricidio-planejado.html

ASSISTAM O VÍDEO EXPLICATIVO (legendado): http://video.google.com/videoplay?docid=8015498304518772320&hl=en#

Vai uma comidinha ai??
Vai uma comidinha ai??
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A moderna educação universitária praticamente prepara uma pessoa para adquirir uma mentalidade canina com a qual aceite o serviço de um amo superior. Depois de concluir uma má chamada educação, as supostas pessoas educadas vão, tais quais cachorros, de porta em porta, preenchendo solicitações de emprego, e na maioria dos casos são postas para fora depois de informadas que não há vagas. Assim como os cachorros são animais que servem a seus amos por migalhas de pão, o homem serve fielmente a um amo sem receber recompensas suficientes. A.C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada
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